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	<title>Finanças Pessoais &#187; organização</title>
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	<description>Tudo sobre Finanças Pessoais em um só blog.</description>
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		<title>Compras de Natal sem stress – faça como as pessoas organizadas!</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 11:55:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Campos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As compras de Natal podem ser o equivalente a uma gincana cara, interminável e sem garantia de que cada participante vai receber o prêmio que desejava, ou podem ser uma atividade planejada que minimiza as dificuldades e amplia ao máximo o resultado alcançado – que pode ser medido tanto pelo sorriso de quem presenteia quanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As compras de Natal podem ser o equivalente a uma gincana cara, interminável e sem garantia de que cada participante vai receber o prêmio que desejava, ou podem ser uma atividade planejada que minimiza as dificuldades e amplia ao máximo o resultado alcançado – que pode ser medido tanto pelo sorriso de quem presenteia quanto pelo de quem recebe.</p>
<p>Mesmo quem gosta de ir às compras tende a não apreciar as filas, a competição pelos produtos que sobraram (e pelas vagas de estacionamento e mesas de praças de alimentação), e o acotovelamento geral que são característicos desta época do ano.</p>
<p>Falta exatamente 1 mês para o Natal, que é um momento para reflexão, para buscar o convívio familiar, e para pensar naqueles aspectos da vida que não podem ser comprados no shopping center nem no comércio eletrônico. Mas o período até ele também marca a maior temporada anual do consumo, e tenho certeza de que poucos leitores escapam – ou mesmo desejam escapar – de dar <a href="http://efetividade.net/presentes/presente-de-natal/" class="extlink">presentes de Natal</a>, e por isso acaba valendo a pena encontrar maneiras de fazê-lo com efetividade – ou ao menos com um pouco mais de eficiência.</p>
<p><center><img title="comprar presentes de Natal" src="http://img.efetividade.net/img/xtra/christmas-shopping-cart.jpg" alt="" /></center>O importante é o sentimento e o significado, claro – e mesmo no caso dos presentes materiais, uma alternativa importante e sempre válida é oferecer presentes que não são comprados, como sua própria arte ou artesanato, entre outros.</p>
<p>Além disso, e cada vez mais, as famílias vêm organizando esquemas alternativos, no estilo amigo secreto, para reduzir o custo e a complexidade dos presentes familiares.</p>
<p>Mas nosso foco hoje é outro: assim como fizemos nos 3 anos recentes, vamos aplicar um pouco de <strong>logística</strong> e <strong>organização pessoal</strong> para lidar com a perspectiva de ter mesmo que ir ao comércio e comprar as famosas “lembrancinhas” para os familiares, colegas, funcionários e outras categorias de presenteados.</p>
<h2>Antes veremos como fazer tudo errado</h2>
<p>Para começar, vamos ver o que evitar.</p>
<p><center><img title="Rua 25 de março - fonte: 16 MVG sp 25demarco.jpg (360×460) (http://oglobo.globo.com/fotos/2007/11/16/16 MVG sp 25demarco.jpg) " src="http://img.efetividade.net/img/xtra/16_MVG_sp_25demarco.jpg" alt="" /></center>E é simples: se você quiser <strong>gastar mais do que precisa e terminar insatisfeito com o que comprou</strong>, simplesmente siga esta checklist de 6 erros:</p>
<ol>
<li>vá diretamente a um shopping center ou a uma rua de comércio (com fome e levando duas crianças junto, de preferência),</li>
<li>sem definir quanto pode gastar,</li>
<li>nem pensar anteriormente em quais as pessoas que deseja presentear,</li>
<li>e muito menos o que deseja comprar para cada uma delas.</li>
<li>Passeie a esmo olhando as lojas e entrando nas que têm promoções até encontrar presentes que lembrem as pessoas que você gostaria de presentear,</li>
<li>e vá comprando até se sentir satisfeito ou o crédito acabar.</li>
</ol>
<p>O que está errado com a situação acima? Tudo! Você vai gastar mais do que pode, não vai comprar o melhor presente para cada pessoa, não vai distribuir equilibradamente os recursos disponíveis, e fatalmente vai esquecer de alguém.</p>
<p>Mas agora que já vimos como errar, vamos ver como acertar!</p>
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		<title>Dicas de economia nas férias</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 13:12:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Portela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fábio Portela]]></category>
		<category><![CDATA[agência]]></category>
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		<description><![CDATA[Estou de volta da minha viagem de férias! Depois de alguns anos sem tirar férias dignas desse nome, finalmente pude recarregar as baterias para os novos projetos pessoais e profissionais que pretendo desenvolver nos próximos meses. E, aproveitando o clima de fim de férias, resolvi escrever sobre algumas coisas que aprendi (algumas lições a duras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/n73d80NQ3aPBVup2q1vrC6DwWF8/0/da" ><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/n73d80NQ3aPBVup2q1vrC6DwWF8/0/di" border="0" alt="" /></a><br />
Estou de volta da minha viagem de férias! Depois de alguns anos sem tirar férias dignas desse nome, finalmente pude recarregar as baterias para os novos projetos pessoais e profissionais que pretendo desenvolver nos próximos meses. E, aproveitando o clima de fim de férias, resolvi escrever sobre algumas coisas que aprendi (algumas lições a duras penas) em minha viagem a Buenos Aires.</p>
<h3>Planeje bastante as férias</h3>
<p>A primeira lição que aprendi na viagem foi a diferença do planejamento. Tá bom, eu sei que eu mesmo já recomendei que tudo nessa vida seja bem planejado, mas no meu caso não foi possível estudar quase nada no roteiro. Os últimos meses foram bastante complicados para mim, que estou reformando um apartamento e elaborando um projeto de tese para concorrer em um processo de seleção para doutorado (sem contar que há apenas um mês e meio defendi minha segunda dissertação de mestrado) e, por isso, não pude planejar quase nada na viagem.</p>
<p>No geral, tudo deu muito certo nas férias, apesar disso: graças aos grandes amigos que tenho e que já haviam visitado a bela capital argentina, minha esposa e eu pudemos aproveitar bastante a cidade mesmo sem ter planejado a visita. Os amigos nos deram dicas importantíssimas que foram úteis para curtir um pouco mais a cidade, destacando alguns pontos turísticos importantes e alguns costumes locais relevantes.</p>
<p>Mas o planejamento fez falta. Se eu houvesse estudado melhor a cidade, por exemplo, teríamos ganho uma tarde a mais passeando por ela – no primeiro dia em Buenos Aires, demoramos muito para nos situar. Menos mal que ao menos conseguimos chegar a uma das ruas recomendadas para fazer compras, e pelo menos conseguimos encontrar algumas barganhas. Mas, com uma tarde a mais, poderíamos, por exemplo, ter passado mais tempo nos belos parques de Palermo, visitado o museu dedicado a Evita Perón, ou ido com mais calma ao bairro de San Telmo.</p>
<h3><strong>Cuidado com os passeios organizados por agências de turismo: suas férias podem encarecer bastante</strong></h3>
<p>Como não pudemos planejar bem as férias, acabamos pagando o pato por deixar que grande parte delas fossem organizadas pela agência de turismo. Compramos alguns pacotes com passeios e acabamos pagando bem mais caro. Ontem, quando resolvi checar os sites de vários lugares que visitamos, percebi que em vários dos passeios pagamos mais que o dobro do que pagaríamos caso tivéssemos nós mesmos comprado o ingresso e ido de táxi aos locais. É claro que já esperávamos pagar algo a mais pelo serviço, já que ninguém trabalha de graça, mas o que se cobra é abusivo – ainda mais levando-se em consideração o péssimo tratamento que os turistas recebem em alguns casos. Pelo menos percebemos isso a tempo e pudemos usufruir de outros pontos turísticos de maneira mais econômica. Além disso, isso teria nos permitido aproveitar muito mais os locais do que com o passeio guiado, já que as agências de turismo delimitam horários que não possibilitam desfrutar dos passeios com a calma necessária.</p>
<p>Além disso, as agências sempre arrumam um jeito de tentar encarecer um pouco mais o produto vendido, já que o passeio é sempre acompanhado por aquele fotógrafo/cinegrafista que, ostensivamente, cobra para registrar o momento com uma foto bastante cara.</p>
<p>Ainda com relação às agências de turismo: nós preferimos contratar a CVC porque, como era nossa primeira viagem internacional, ficamos preocupados com o caminho a ser percorrido, na ida e na volta, entre o hotel e o aeroporto. Ficamos preocupados de perder o horário do vôo na volta e contratamos o serviço de <em>transfer</em> para ficarmos mais tranquilos. Mas que nada! A van chegou tão atrasada no aeroporto que mal tivemos tempo de fazer o <em>check in </em>(aproveitar as lojas do Free Shop, então, foi impossível)<em>. </em>O serviço é péssimo, e muitos dos guias foram extremamente grosseiros conosco e com os demais turistas – ao contrário do povo argentino que, de maneira geral, foi bastante simpático e solícito conosco. É triste que justamente o pessoal que melhor deveria tratar os turistas é o mais ríspido. Enfim, a conclusão a que chegamos foi a de que, se houvéssemos planejado melhor a viagem, não necessitaríamos desse tipo de serviço e teríamos tido menos dor de cabeça. Fica a lição pro futuro!</p>
<h3><strong>Conheça os costumes locais para aproveitar melhor suas férias</strong></h3>
<p>Outro fator importante a ser conhecido: os costumes da região a ser visitada. Por exemplo: é importante saber como é efetuado o pagamento de serviços prestados; no Brasil, temos o costume de cobrar, na conta, a gorjeta (os famosos dez por cento). Mas em grande parte dos outros países, o pagamento da gorjeta é feito à parte, diretamente ao garçom. Graças aos conselhos dos amigos que já haviam visitado a capital argentina, não pisamos na bola quanto a isso. Também é importante notar que, ao contrário da maioria dos brasileiros, os estrangeiros normalmente são mais reservados: portanto, ao pedir informação, não esqueça de palavrinhas mágicas como “por favor” ou “obrigado” – algo infelizmente raro no Brasil. Aprenda-as mesmo que você não fale a língua da localidade com fluência: elas podem facilitar muito as coisas – no nosso caso, o portunhol aliado a essas palavras foi de muita utilidade, e ninguém torceu o nariz para nós (a não ser, como já disse, o pessoal do circuito turístico),</p>
<h3><strong>Conheça os melhores pontos de compra, não os mais conhecidos</strong></h3>
<p>Essa dica é importantíssima, e foi de muita utilidade em nossa viagem. O circuito turístico padrão, em Buenos Aires, indica a rua Florida como a melhor opção para compras. Mas como uma colega de trabalho minha me alertara que a melhor localidade para compras era a Santa Fé, acabei economizando um bom tempo, já que a rua Florida tinha preços bastante superiores às da Avenida Santa Fé, justamente por ser um local mais divulgado entre os turistas. Obviamente, isso não ocorre apenas em Buenos Aires – normalmente, todas as cidades que recebem muitos turistas têm seus pontos comerciais mais conhecidos, que fazem parte do circuito turístico, e que acabam não apresentando opções tão vantajosas para os estrangeiros. Uma busca maior na internet, ou uma consulta com amigos que já visitaram a cidade que você pretende conhecer, podem ajudar a conhecer previamente os melhores pontos de compra (não necessariamente os mais conhecidos).</p>
<h3><strong>Vai fazer compras no exterior? Verifique se o país participa do programa Tax Free e garanta bons descontos</strong></h3>
<p>Alguns países participam do programa “Tax Free”, que busca incentivar a aquisição, por estrangeiros, de produtos nacionais. O incentivo se dá pela devolução do imposto de circulação de mercadorias (normalmente chamado de IVA – Imposto de Valor Agregado – que, no Brasil, é o ICMS) ao visitante. Trata-se de um incentivo importante – na Argentina, por exemplo, o valor devolvido em impostos equivale a 17% do preço dos produtos consumidos. É bom para o país, que acaba incentivando a economia local, e ótimo para o visitante, que acaba pagando mais barato. O funcionamento é bastante simples: o consumidor adquire os produtos e a loja dá o selo “Tax Free” no momento da compra. Antes de embarcar na viagem de volta, o visitante valida o selo na Alfândega e recebe, em loja do programa, o valor a que tem direito (em espécie ou em depósito em conta). Se um dos seus objetivos na viagem é comprar produtos locais, esse programa pode ajudar a ganhar excelentes descontos!</p>
<div>
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<li><a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/03/dicas-do-ini-sobre-o-imposto-de-renda/"rel="bookmark"  class="extlink">Dicas do INI sobre o imposto de renda</a></li>
</ul>
</div>
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<p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/Dx65Em4r0FA" alt="" width="1" height="1" /></p>
<p>Veja o <a href="http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/Dx65Em4r0FA/"title="Dicas de economia nas férias" rel="nofollow"  target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Saia do vermelho!</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 12:38:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rafael Souza]]></category>
		<category><![CDATA[dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[organização]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento financeiro pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você é do tipo que vive endividado, que não vai ao casamento e aniversários dos amigos para não ter que comprar presentes, que nunca sobra dinheiro para nada, e pensar em novas prestações então nem pensar &#8211; lamento em informar, você tem problemas! E o que fazer para sair de vez dessa situação? – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você é do tipo que vive endividado, que não vai ao casamento e aniversários dos amigos para não ter que comprar presentes, que nunca sobra dinheiro para nada, e pensar em novas prestações então nem pensar &#8211; lamento em informar, você tem problemas!</p>
<p>E o que fazer para sair de vez dessa situação? – primeiro passo: organize-se!</p>
<p>Confira a seguir as dicas do Débito e Crédito para que você possa finalmente “sair do vermelho” e partir para o lado azul:</p>
<p>1. Inicie relacionando todas as suas dívidas;</p>
<p>Não pule esse item, e nem pense em relacionar de cabeça, tenha em mãos papel e caneta/lápis.</p>
<p>2. Classifique suas dívidas em vencidas e a vencer, e claro, não faça mais dívidas;</p>
<p>3. Quanto às dívidas vencidas, identifique as que incidem os maiores juros e renegocie;</p>
<p>Ex.: Cartões de Crédito, boletos com instrução de protesto, cheque especial, etc.</p>
<p>4. Quanto a dividas a vencer, ordene-as por data de vencimento;</p>
<p>Procure quitá-las no vencimento, pois ao contrário elas se tornarão vencidas e você acabará pagando juros.</p>
<p>5. Faça sacrifícios, policie seu consumo;</p>
<p>Outro item importantíssimo, se realmente quer “sair do vermelho” faça sacrifícios, se perceber a necessidade de cortar alguma despesa em seu orçamento doméstico, corte sem piedade, e diminua gradualmente as demais despesas. Estamos falando de uma batalha psicológica, e a vitória depende unicamente de você.</p>
<p>6. Elabore um plano de ação para quitação de suas dívidas;</p>
<p>Não despreze a necessidade de fazer horas-extras no trabalho, de buscar uma renda extra em suas horas vagas, lembre-se que serão apenas por um curto período de tempo, tempo este suficiente para quitação de suas dívidas.</p>
<p>7. Seja fiel ao seu plano de ação;</p>
<p>Consulte constantemente seu plano de ação, sinalize as ações já finalizadas e se prepare para as que restam ser finalizadas. Concluídas todas as ações do plano, e todas as dívidas quitadas, não o abandone e não relaxe no consumo continue policiando-se, ao contrário você volta pro vermelho.</p>
<p>Lembre-se sempre que “sair do vermelho” é possível, e com um mínimo de organização e planejamento, permanecer no “azul” é ainda mais difícil, agora, voltar para o “vermelho” ou permanecer nele é muito fácil, basta continuar fazendo o que sempre fez: gastar, gastar e gastar.</p>
<p>Se desejar resultados diferentes, haja diferente. Ao contrário terá os resultados que sempre teve!</p>
<p>Sucesso e até o próximo post.﻿</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Saiba se organizar no Natal, isso faz a diferença.</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 11:44:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Albuquerque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Thiago Albuquerque]]></category>
		<category><![CDATA[compras]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[natal]]></category>
		<category><![CDATA[organização]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um final de ano que chega repleto de emoções, tristezas, alegrias, novidades e cheio dos sentimentos que só o Natal proporciona para as pessoas. O que vou tentar mostrar hoje é que em meio a todos esses sentimentos e a correria de final de ano, você deve se programar e não se deixar levar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais  um final de ano que chega repleto de emoções, tristezas, alegrias,  novidades e cheio dos sentimentos que só o Natal proporciona para as  pessoas. O que vou tentar mostrar hoje é que em meio a todos esses  sentimentos e a correria de final de ano, você deve se programar e não  se deixar levar pela emoção do momento e gastar mais do que pode gastar.</p>
<p>Vamos agora à algumas dicas que podem facilitar suas compras de Natal:</p>
<p>1) Sempre faça suas compras com antecedência. Não  espere a semana de Natal para comprar os presentes. Com mais tempo,  você tem mais oportunidade de buscar descontos, comparar preços e  encontrar as melhores ofertas .</p>
<p>2) Organize seu orçamento. Não é costume do consumidor planejar suas finanças para esta época do  ano, por isso recomendamos que você estabeleça um valor para gastar  desde o início, que deve ser respeitado. É muito comum gastar demais sem  o devido planejamento com as compras de Natal, o que pode levar ao  arrependimento na hora de conferir o extrato bancário. Você pode evitar  essa situação criando um orçamento.</p>
<p>3) Planejamento é tudo. Antes  de ir às lojas, pense no que você gostaria de dar de presente para as  pessoas de sua lista, assim você economiza tempo e terá uma idéia  daquilo que está procurando.</p>
<p>4) Presenteie com vale-presentes. Se a busca pelo presente perfeito para seus amigos e  parentes não é seu passatempo preferido, existem vale-presentes, que  são uma boa opção para cada um escolher seu próprio presente.</p>
<p>5) Compras coletivas. Hoje  em dia milhares de sites proporcionam o que chamamos de &#8220;compras  coletivas&#8221;, procure analisar bem, pois muitas coisas podem estar bem  mais baratas nesses sites, e nem sempre algo material é o mais legal, um  belo jantar, um bom passeio entre outros pode ser muito bom, e além de  tudo ajuda para a sustentabilidade do país.</p>
<p>6) Guarde os comprovantes.  Você deve guardar todos os comprovantes da compra em um lugar fácil de  lembrar. Desta maneira a documentação estará disponível para possíveis  dúvidas e explicações posteriores.</p>
<p>Analise  bem sua atual situação financeira e também seus futuros gastos para  2011, pois nem sempre vai ser possível agradar a todos aqueles que estão  ao nosso redor, isso custa caro. Um Natal repleto de presentes e com  tudo que tem direito é muito bom, mas ao mesmo tempo é para poucos, e se  você não se encaixa nesse grupo, opte por presentes mais simples ou  então apenas para aqueles realmente mais próximos. Gaste menos, ganhe  mais, isso está ao seu alcance, você precisa é querer alcançar.</p>
<p>Veja <a href="http://www.clubedasfinancas.com/2010/12/saiba-se-organizar-no-natal-isso-faz.html" class="extlink"><span style="color: #000000;"><span style="color: #ff6600;">o artigo original no site do autor.</span></span></a></p>
<div><strong> </strong></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Saber se organizar significa saber priorizar</title>
		<link>http://financaspessoais.blog.br/financas-pessoais/artigos/efetividade/2010/11/24/saber-se-organizar-significa-saber-priorizar/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 12:46:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Efetividade]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[por Patricia Wolff, autora convidada para a série “Competências” “Enquanto você não se der valor, não valorizará o seu tempo. Enquanto não der valor ao tempo, não fará nada de importante.” (M. Scott Peck) Quando falamos em organização falarmos em como colocar as coisas em ordem para funcionar. Para isso é fundamental entendermos o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><em>por <a href="http://www.quantasconsulting.com.br/index.php" class="extlink">Patricia Wolff</a>, autora convidada para a <a href="http://www.efetividade.net/tag/competencias/" class="extlink">série “Competências”</a></em></p>
<p><em>“Enquanto você não se der valor, não valorizará o seu tempo.<br />
Enquanto não der valor ao tempo, não fará nada de importante.”</em> (M. Scott Peck)</p>
<p>Quando falamos em organização falarmos em como colocar as coisas em  ordem para funcionar. Para isso é fundamental entendermos o que  priorizar, ou seja, que escolhas devo fazer, o que organizar primeiro.</p>
<p>Um dos instrumentos mais difundidos para isso é uma matriz que divide  as tarefas a partir de sua urgência e importância, fundamentado nas  ideias de Stephen Covey. Esta matriz nos ajuda a entender como urgência e  importância influenciam uma à outra.</p>
<p>A princípio, muitas atividades que nos deparamos em nosso dia a dia  podem parecer igualmente urgentes e importantes, mas se olharmos com  mais atenção encontramos algumas diferenças:</p>
<ul>
<li>Tarefas urgentes são as que têm prazos imediatos</li>
<li>Tarefas importantes são as que ajudarão você a atingir objetivos a longo prazo</li>
</ul>
<p>Observe a seguinte matriz:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td valign="top"><strong>Urgente</strong></td>
<td valign="top"><strong>Não-urgente</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Importante</strong></td>
<td valign="top">I<br />
Muito importante<br />
Muito urgente<br />
FAÇA AGORA!</td>
<td valign="top">II<br />
Muito importante<br />
Pouco urgente<br />
COMECE LOGO!</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Não-Importante</strong></td>
<td valign="top">III<br />
Pouco importante<br />
Muito urgente<br />
DELEGUE!</td>
<td valign="top">IV<br />
Pouco importante<br />
Pouco urgente<br />
DEIXE PARA DEPOIS!</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O <strong>primeiro quadrante (I)</strong> reúne atividades urgentes e  importantes, como por exemplo, crises e problemas urgentes. Estas  tarefas devem ser feitas de imediato e da melhor forma possível.</p>
<p>No <strong>segundo quadrante (II)</strong> temos as atividades importantes,  porém não urgentes. Exemplos: desenvolvimento de relacionamentos,  identificação de novas oportunidades. Etc. São tarefas que demandam  planejamento, envolvem aprendizado e podem trazer consigo grandes  oportunidades.</p>
<p>No <strong>terceiro quadrante (III)</strong> são as atividades que correspondem  aos maiores desperdiçadores de tempo, como por exemplo relatórios, se  puder delegue, caso contrário resolva-as rapidamente.</p>
<p>No <strong>quarto quadrante (IV)</strong> temos as atividades que nada se  produz, como por exemplo telefonemas inúteis, detalhes desnecessários,  pequenas tarefas. Deixe para depois.</p>
<p><strong>Como faço então para dedicar tempo para aquilo que é importante e não urgente se passo quase o dia todo apagando “incêndio”?</strong></p>
<p>Não podemos ignorar as atividades urgentes e importantes do quadrante  I, mas certamente elas diminuirão de tamanho à medida que se gasta mais  tempo na prevenção e preparação, quadrante II. Desta forma o primeiro  passo é focar nas tarefas urgentes e importantes, pois caso contrário,  poderei ter problemas se não forem feitas. Depois de termina-las  concentre-se por algum tempo nas tarefas importantes, mas sem urgência –  aquelas que podem ser recompensadoras a longo prazo.</p>
<p>A proposta que eu lhe faço agora é que você analise a sua situação  atual, baseado na matriz acima, acrescentando suas principais tarefas.  Depois analise de que forma e analise e crie alternativas para que  gradativamente você consiga diminuir o tempo que você gasta hoje nos  quadrantes I, III e IV e aumentar o tempo no quadrante II. Essa ação irá  favorecer não só a sua organização, mas também resultará em mais tempo  para as atividades de fato mais importantes para você, que estão  presentes no quadrante II. Pense nisso!</p>
<p>Um abraço!</p>
<div><em>A autora convidada da <a href="http://www.efetividade.net/tag/competencias/" class="extlink">série de artigos sobre Competências</a>, Patrícia Wolff, atua como coach executivo e de equipe, conferencista em Desenvolvimento Humano e é diretora da <a href="http://www.quantasconsulting.com.br/index.php" class="extlink">Quantas Consulting</a>.</em></div>
</div>
<table>
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Definindo e Organizando suas Finanças</title>
		<link>http://financaspessoais.blog.br/financas-pessoais/artigos/turi-souza/2010/05/18/definindo-e-organizando-suas-financas/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 19:22:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Turi Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turi Souza]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[finanças pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[organização]]></category>

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		<description><![CDATA[Bens pouco líquidos geralmente oferecem recompensas substanciais para investidores que abram mão da liquidez e adotem visão de longo prazo. Por exemplo, se você investir seu dinheiro na compra de um terreno (bem pouco líquido), após alguns anos (visão de longo prazo) seu valor de mercado será maior do que o valor pago (recompensa substancial). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www2.ipece.ce.gov.br/publicacoes/anuario/anuario2006/financas/financas.jpg" ><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 207px; height: 147px;" src="http://www2.ipece.ce.gov.br/publicacoes/anuario/anuario2006/financas/financas.jpg" border="0" alt="" /></a><span>Bens pouco líquidos geralmente oferecem recompensas substanciais para investidores que abram mão da liquidez e adotem visão de longo prazo.</span></p>
<p>Por exemplo, se você investir seu dinheiro na compra de um terreno (bem pouco            líquido), após alguns anos (visão de longo prazo)            seu valor de mercado será maior do que o valor pago (recompensa            substancial).</p>
<p>Existe uma fórmula prática, quando falamos         em liquidez de ativos. Embora mais direcionada para pessoas que estão         ingressando no mundo financeiro, interessa a todos os que queiram planejar         seu futuro. Ela se chama <span>REGRA 100</span><span>.</span></p>
<p><strong>Regra 100</strong> = 100 – (a sua idade) = O valor que você         deve aplicar em renda variável (ativos menos líquidos).</p>
<p>A regra 100 tem dois fundamentos lógicos:</p>
<p><em>Primeiro</em>: Pessoas idosas necessitam de que os recursos financeiros         estejam disponíveis para custear sua aposentadoria e eventuais         problemas de saúde.<br />
<em><br />
Segundo</em>: Pessoas jovens não precisam (nem devem) manter muito         dinheiro em aplicações líquidas. Podem ser tentados         a consumir mais, dificultando a formação de patrimônio         de longo prazo.</p>
<p>Por Exemplo: 100 –           25 anos = 75%           que deve ser aplicado em renda variável (ativos menos líquidos).</p>
<p><span>Cuidado!</span></p>
<ul>
<li><span>Se você tem 30 anos, deve alocar em ativos pouco líquidos o percentual de 100 &#8211; 30 = 70% de seu patrimônio. Os restantes 30% devem ser distribuídos em ativos líquidos.</span></li>
</ul>
<ul>
<li><span>Agora, se você tivesse 65 anos, ficaria 100 &#8211; 65 = 35% em ativos pouco líquidos, mas que geram um bom retorno. Os restantes 65% deveriam ser aplicados em ativos de maior liquidez.</span></li>
</ul>
<p><span><br />
Agora a dica mais importante!<br />
</span></p>
<p><span><strong>O      QUE NÃO SE MEDE, NÃO SE CONTROLA!</strong></span></p>
<p><span><strong>Veja</strong>: </span></p>
<p><span>Se você deseja perder peso, não fuja da balança.</span></p>
<p><span>Se deseja melhorar a velocidade em corridas, use o cronômetro.</span></p>
<p><span>Se deseja aumentar a massa muscular, peça ao seu treinador que prepare      uma ficha de acompanhamento.</span></p>
<p><span>Nosso instrumento de medição, já que estamos falando      em orçamento, será a </span><span>planilha de receitas e despesas</span><span>.É ela      que utilizamos para identificar de onde vem e para onde vai nosso dinheiro. </span><span><br />
</span></p>
<p><span>Estamos disponibilizando uma planilha simples de usar. Basta registrar os lançamentos do dia a dia na aba Lançamentos, e classificar corretamente a categoria que cada despesa ou receita pertence. </span></p>
<p><span> A partir do registro classificado corretamente a planilha calcula para você tudo que precisa saber para organizar suas finanças. Seu orçamento doméstico mensal e anual, o percentual da sua receita destinado a cada categoria de despesa ou investimento, gráficos com fluxo de caixa anual, para onde vai o seu dinheiro e o tipo de despesa ou receita para cada categoria.</span></p>
<p>Vale a pena começar a registrar todos os seus lançamentos de gastos e recebimentos, o resultado são números claros que o ajudarão a pensar melhor em como seu dinheiro está sendo gasto.</p>
<p>Para Fazer Download da Planilha, <a href="http://www.4shared.com/file/220259976/e9e5e667/MODELO_planilhaControleFinance.html" target="blank" class="extlink">clique aqui!</a><br />
<span><strong>&#8230;</strong></span></p>
<p><strong> </strong>Esta foi a nossa postagem final baseada no Curso de Planejamento Financeiro do Banco do Brasil. Esperamos que tenham aprendido bastante.</p>
<p>Os próximos cursos que iremos acompanhar serão 2 cursos do Portal do Investidor do Ministério da Fazenda.</p>
<p>Vamos também postar aqui no blog audios do <span>Mauro Halfeld</span>, comentarista financeiro da <span>Rádio CBN</span>.</p>
<p>Fiquem conosco!<br />
<strong><br />
</strong></p>
<div><img src="https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205618123567442589-3236674299579033290?l=educacaofinanceiraonline.blogspot.com" alt="" width="1" height="1" /></div>
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZbNmtRuxSMG6z_rNbEl7nvJd4VI/0/da" ><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZbNmtRuxSMG6z_rNbEl7nvJd4VI/0/di" border="0" alt="" /></a></p>
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZbNmtRuxSMG6z_rNbEl7nvJd4VI/1/da" ><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZbNmtRuxSMG6z_rNbEl7nvJd4VI/1/di" border="0" alt="" /></a></p>
<p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/educacaofinanceira/~4/SSxSWZH103Q" alt="" width="1" height="1" /></p>
<p>Veja o <a href="http://feedproxy.google.com/~r/educacaofinanceira/~3/SSxSWZH103Q/definindo-e-organizando-suas-financas.html"title="Definindo e Organizando suas Finanças" rel="nofollow"  target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Gerenciamento do tempo: De que forma eu utilizo o TEMPO a meu favor?</title>
		<link>http://financaspessoais.blog.br/financas-pessoais/artigos/efetividade/2010/04/01/gerenciamento-do-tempo-de-que-forma-eu-utilizo-o-tempo-a-meu-favor/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 14:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Efetividade]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[gerenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[organização]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[“Qualquer coisa que seja esforço perdido representa tempo perdido. O melhor gerenciamento do nosso tempo portanto se torna ligado inseparavelmente com a melhor utilização dos nossos esforços.” (Ted W. Engstrom) Os babuínos que vivem na Africa, dividem seu tempo da seguinte forma: passam cerca de um terço do seu tempo dormindo, e quando acordam dividem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Qualquer coisa que seja esforço perdido representa tempo perdido. O melhor gerenciamento do nosso tempo portanto se torna ligado inseparavelmente com a melhor utilização dos nossos esforços.”</em> (Ted W. Engstrom)</p>
<p>Os babuínos que vivem na Africa, dividem seu tempo da seguinte forma: passam cerca de um terço do seu tempo dormindo, e quando acordam dividem o seu tempo entre encontrar alimento e comê-lo, viajar e momentos de lazer, que basicamente consiste na interação ou em catar pulgas nos pelos uns dos outros.</p>
<p>E você, o que fez hoje de decisivo?  Em que aspecto se aproximou mais de seus objetivos? Quais as suas escolhas?  Quais são as suas renúncias?</p>
<p><!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/gerenciamento-do-tempo.jpg --></p>
<p>Todo mundo tem mais a fazer do que consegue. Quanto mais você sobe na organização mais você tem a fazer em menos tempo. Ninguém consegue fazer tudo. Você tem que fazer escolhas, definir prioridades e gerenciar seu tempo bem para sobreviver e prosperar.</p>
<p>Hoje uma grande tendência, e também um grande desafio, é usarmos nosso Tempo, o mais escasso e limitado recurso que possuímos, como instrumento para melhoria da nossa qualidade de vida.</p>
<p>Mas as frases mais comuns que ouvirmos em nosso dia a dia são<em>&#8230;.</em></p>
<p><em><a href="http://www.efetividade.net/2010/03/30/gerenciamento-do-tempo-de-que-forma-eu-utilizo-o-tempo-a-meu-favor/" target="_blank" class="extlink">Veja o artigo original no site do autor</a><br />
</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Home Office: organizando como uma cabine de avião</title>
		<link>http://financaspessoais.blog.br/financas-pessoais/artigos/efetividade/2010/03/15/home-office-organizando-como-uma-cabine-de-aviao/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 13:18:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Efetividade]]></category>
		<category><![CDATA[foco]]></category>
		<category><![CDATA[home office]]></category>
		<category><![CDATA[organização]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Organizar bem a mesa de trabalho e o espaço ao redor dela no escritório é um dos nós da produtividade pessoal, ao mesmo tempo em que denota vários aspectos da personalidade de quem a planejou: há quem goste de deixar todas as ferramentas à vista, outros as reunem em pequenos grupos funcionais engavetados, há os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Organizar bem a mesa de trabalho e o espaço ao redor dela no escritório é um dos nós da produtividade pessoal, ao mesmo tempo em que denota vários aspectos da personalidade de quem a planejou: há quem goste de deixar todas as ferramentas à vista, outros as reunem em pequenos grupos funcionais engavetados, há os que escolhem o que expor com com base na estética, e assim por diante.</p>
<p>É difícil oferecer uma solução pronta que sirva para todos, mas sempre há possibilidade de oferecer dicas gerais que servem tanto ao pessoal que gosta de armários e gavetas, quanto para o pessoal adepto de manter tudo exposto, e para todas as situações intermediárias.</p>
<p>E nossa dica de hoje é bem dessa categoria, além de ter outro ponto positivo: se baseia em uma imagem bastante fácil de visualizar: a de um <em>cockpit</em> de avião.</p>
<p><img title="eucz1002462 b737 800 cockpit.jpg - fonte: eucz1002462 b737 800 cockpit.jpg (647�800) (http://i1.trekearth.com/photos/22517/eucz1002462 b737 800 cockpit.jpg) " src="http://img.efetividade.net/img/xtra/eucz1002462_b737-800_cockpit.jpg" alt="" /><br />
<em>Note a quantidade de instrumentos e comandos</em></p>
<p><!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/eucz1002462_b737-800_cockpit.jpg --></p>
<p>A foto acima é da cabine de um 737-800, tirada durante os preparativos para o pouso. Salta aos meus olhos a quantidade de instrumentos, mostradores, botões e comandos em geral, mas há algumas outras características que quero destacar:</p>
<ol>
<li>Cada elemento está ali por uma razão clara e conhecida</li>
<li>O piloto sabe onde está cada um deles</li>
<li>Eles estão agrupados por funcionalidade</li>
<li><strong>Os mais essenciais ficam próximos ao foco de atenção do piloto</strong>, mas…</li>
<li>…</li>
</ol>
<p><a href="http://www.efetividade.net/2010/03/11/home-office-organizando-como-uma-cabine-de-aviao/" target="_blank" class="extlink">Leia o artigo original no site do autor</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Clima Organizacional e a sua Empresa</title>
		<link>http://financaspessoais.blog.br/financas-pessoais/artigos/motivado-para-o-sucesso/2010/03/04/clima-organizacional-e-a-sua-empresa/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 12:58:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Motivado para o sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[organização]]></category>

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		<description><![CDATA[Assim como o clima compreende os diversos fenômenos climáticos que ocorrem na atmosfera da terra (Wikipédia, 2007), o clima organizacional compreende os fenômenos subjetivos e objetivos existentes que permeiam no ambiente de trabalho. Nas organizações, utilizamos a palavra clima para descrever o grau de satisfação/insatisfação existente em uma organização, sob a ótica daqueles que lá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como o clima compreende os diversos fenômenos climáticos que ocorrem na atmosfera da terra (Wikipédia, 2007), o clima organizacional compreende os fenômenos subjetivos e objetivos existentes que permeiam no ambiente de trabalho. Nas organizações, utilizamos a palavra clima para descrever o grau de satisfação/insatisfação existente em uma organização, sob a ótica daqueles que lá trabalham.</p>
<p>Definições existentes:-</p>
<p>O clima organizacional é um indicador do grau de satisfação dos membros da empresa, em relação a diferentes aspectos da cultura ou realidade da organização.</p>
<p>O clima organizacional é &#8220;o reflexo do estado de ânimo ou do grau de satisfação dos funcionários de uma empresa, num dado momento&#8221;.</p>
<p>Ambas as definições são bastante recentes e atualizadas, e permitem que o leitor possa compreender aspectos básicos, que constam nas três definições:</p>
<p>1 &#8211; O clima organizacional está relacionado à satisfação dos funcionários;</p>
<p>2 &#8211; O clima representa um conjunto de fatores que não podem ser analisados isoladamente, e sim em conjunto.</p>
<p>Estas duas definições são essenciais para a &#8230;.</p>
<p>Veja o <a href="http://motivadoparaosucesso.blogspot.com/2010/03/clima-organizacional-e-sua-empresa.html"title="Clima Organizacional e a sua Empresa" rel="nofollow"  target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Monografia: A moeda: Um instrumento básico para a organização do sistema financeiro (final)</title>
		<link>http://financaspessoais.blog.br/financas-pessoais/artigos/paulo-cedaro/2009/11/19/monografia-a-moeda-um-instrumento-basico-para-a-organizacao-do-sistema-financeiro-final/</link>
		<comments>http://financaspessoais.blog.br/financas-pessoais/artigos/paulo-cedaro/2009/11/19/monografia-a-moeda-um-instrumento-basico-para-a-organizacao-do-sistema-financeiro-final/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 19:05:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Cedaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Paulo Cedaro]]></category>
		<category><![CDATA[bancos]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[moeda]]></category>
		<category><![CDATA[organização]]></category>

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		<description><![CDATA[A moeda: Um instrumento básico para a organização do sistema financeiro Com o desenvolvimento dos mercados, com a multiplicação dos bens e serviços disponíveis e com o acentuado aumento das operações de troca, não só locais, como inter-regionais e internacionais, o volume de moeda em circulação aumentaria consideravelmente durante o século XVIII e, sobretudo após [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span>A moeda: Um instrumento básico para a organização do sistema financeiro</span></strong></p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal;"><span>Com o desenvolvimento dos mercados, com a multiplicação dos bens e serviços disponíveis e com o acentuado aumento das operações de troca, não só locais, como inter-regionais e internacionais, o volume de moeda em circulação aumentaria consideravelmente durante o século XVIII e, sobretudo após a Revolução Industrial, ao longo do século XIX. </span></p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal;"><span>Gradativamente, tornavam-se maiores as dimensões da atividade econômica e em conseqüência, o manejo das moedas metálicas, pelos riscos envolvidos e pelas dificuldades de transporte, tornavam-se desaconselhável para as transações de maior vulto. Impunha-se, assim, como fundamental para a continuidade do crescimento econômico e expansão das operações de troca, a criação de um novo conceito de instrumento monetário. </span></p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal;"><span>Essas novas exigências levariam a utilização, como meios alternativos de pagamento, das letras de câmbio ou dos certificados de depósito de moedas metálicas emitidos pelas primeiras casas de custódia de valores. Originariamente esses estabelecimentos apenas custodiavam o ouro dos depositantes, emitindo um certificado, o qual era apresentado posteriormente para a retirada do mesmo ouro, deduzido de uma taxa pela guarda. </span></p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal;"><span>Inicialmente os depositantes recebiam de volta as suas próprias peças originais, o que evolui posteriormente para a emissão de certificados de depósito relativos a determinada quantidade de ouro, prata ou moedas metálicas, que na reconversão não eram entregues aos mesmos depositantes. </span></p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal;"><span>O grande salto que possibilitou as casas de custódias se transformarem em casas bancárias foi a percepção de que o lastro metálico que garantia as reconversões requeridas não precisava ser, necessariamente, igual ao total de valores dos certificados emitidos. Essa nova realidade percebida pelas, agora, casas bancárias possibilitou, dentro de certos limites, a concessão de créditos àqueles que necessitassem de financiamentos para seus investimentos. </span></p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal;"><span>Os comerciantes por meio de operações de desconto de títulos comerciais obtinham créditos para a expansão de seus negócios. E os banqueiros, servindo como intermediários entre os cedentes (depositantes) e os tomadores, beneficiavam-se das receitas correspondentes aos juros.</span></p>
<p><span>As emissões desses títulos&#8230;&#8230;</span></p>
<p>Veja o <a href="http://estabilidadefinanceira.wordpress.com/2009/11/18/monografia-a-moeda-um-instrumento-basico-para-a-organizacao-do-sistema-financeiro-final/"title="Monografia: A moeda: Um instrumento básico para a organização do sistema financeiro (final)" rel="nofollow"  target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
	</channel>
</rss>

