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	<title>Finanças Pessoais &#187; dólar</title>
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	<description>Tudo sobre Finanças Pessoais em um só blog.</description>
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		<title>Acostume-se ao dólar alto</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 17:41:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Nascimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Econômicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Dólar acima de R$ 1,90. E pode isso? Pode. O câmbio no Brasil é flutuante. Mas quem está para viajar para o exterior ou quer comprar algum produto importado não está gostando nada disso. Só que vai ter de se acostumar e dar um jeito de conviver a desvalorização do real. A tendência é a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogs.diariodepernambuco.com.br/economia/wp-content/uploads/2012/05/Dólar-nas-alturas.jpg" ><img class="alignnone size-full wp-image-12180" style="vertical-align: text-bottom; margin: 10px; border: 0pt none;" title="Dólar nas alturas. Crédito: Arte/DP" src="http://blogs.diariodepernambuco.com.br/economia/wp-content/uploads/2012/05/Dólar-nas-alturas.jpg" alt="Dólar nas alturas. Crédito: Arte/DP" width="560" height="495" /></a></p>
<p>Dólar acima de R$ 1,90. E pode isso? Pode. O câmbio no Brasil é flutuante. Mas quem está para viajar para o exterior ou quer comprar algum produto importado não está gostando nada disso. Só que vai ter de se acostumar e dar um jeito de conviver a desvalorização do real. A tendência é a de que a moeda norte-americana siga em alta. Mas há um consolo. O Boletim Focus – que o Banco Central divulga toda segunda-feira com as previsões do mercado financeiro para o fim do ano – trouxe ontem o dólar fechando 2012 cotado a R$ 1,81. Menos mal. Ontem, a moeda norte-americana terminou o dia valendo R$ 1,92. Alta de mais de 20% em um ano.</p>
<p>Quem vai precisar da moeda para daqui a um mês, por exemplo, não tem muito o que fazer. O melhor é comprar agora. Se tiver um amigo ou conhecido que viajou há pouco tempo e comprou dólar em uma época melhor (e sobraram verdinhas), a alternativa pode ser tentar negociar um meio termo. Desta forma, os dois podem sair lucrando. “Se a viagem é no fim do ano, pode ir comprando aos pouquinhos e deixar uma reserva em real para usar quando tiver uma baixa maior”, diz Alexandre Jatobá, professor do departamento de Economia da Faculdade Boa Viagem (FBV). Outra dica do economista é não abusar do cartão de crédito lá fora.</p>
<p>Apesar de os gastos serem cobrados com a cotação do dólar comercial (mais baixa que a do dólar turismo, usado na hora em que o viajante compra a moeda em espécie), a fatura do cartão só chega um mês depois. E o real pode estar mais desvalorizado até lá. “A pessoa acaba virando refém do câmbio e pode ter de pagar um pouco mais”, lembra Jatobá. Outra coisa: o cartão de crédito tem a incidência do IOF (6,38%). Já quem ainda vai fechar o pacote deve lembrar que, quem compra com antecedência, consegue preços mais em conta. E isso não nada a ver com o dólar, mas com oferta e demanda mesmo.</p>
<p>O também economista Marcelo Barros, coautor do blog <a href="http://blogs.diariodepernambuco.com.br/educacaodebolso/" target="_blank" class="extlink">Educação de Bolso</a>, lembra que a alta do dólar impacta diretamente nos preços dos importados. “Os iPads, iPods e similares podem ter uma valorização real, até porque a demanda está muito aquecida. Mas as pessoas vão ter de se acostumar com o real desvalorizado”, afirma Barros. Segundo ele, aquele dólar cotado a R$ 1,58 um ano atrás não volta. Quem aproveitou, aproveitou. O economista também não acredita que a cotação da moeda gringa vá baixar tão cedo. “Pode ser que, mais adiante, haja uma pequena queda. Mas nada substancial.”</p>
<p>Mas o economista lembra que a valorização do dólar tem lá seus pontos positivos. “Se o real continuasse com aquela taxa do ano passado, seria um problema muito sério para setores industriais. Há sinais de desindustrialização muito fortes. Era preciso que o governo atuasse para elevar o dólar.” Ainda não ficou convencido? Barros explica que, com o dólar muito barato, há uma enxurrada de importados. A indústria nacional não tem como competir. Pelo menos não enquanto não reduzirmos o chamado Custo Brasil (impostos altos, burocracia). “Do ponto de vista individual pode ser ruim. Mas no coletivo é bom.”</p>
<p><strong>* Matéria publicada na edição de 08/05 do Diario de Pernambuco</strong></p>
<p>Veja o <a href="http://blogs.diariodepernambuco.com.br/economia/?p=12179"title="Acostume-se ao dólar alto"  rel="nofollow" target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Como posso ter perdido no fundo cambial se o dólar subiu?</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 15:51:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ulisses Nehmi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Artigo publicado hoje (16/01/2012) no jornal Valor Econômico, caderno Eu&#38;Investimentos, seção Consultório Financeiro. Link direto para a matéria. Em 12 de janeiro de 2010, apliquei R$ 30 mil em um fundo cambial de um grande banco de varejo, com o dólar comercial cotado a R$ 1,82. Em 19 de dezembro do ano passado, o dólar estava cotado a R$ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo publicado hoje (16/01/2012) no jornal <a href="http://www.valor.com.br/"title="Valor Econômico"  target="_blank" class="extlink">Valor Econômico</a>, caderno <strong>Eu&amp;Investimentos</strong>, seção <strong>Consultório Financeiro</strong>. <a href="http://www.valor.com.br/impresso/eu-investimentos/como-posso-ter-perdido-no-fundo-cambial-se-o-dolar-subiu"title="Como posso ter perdido no fundo cambial se o dólar subiu? | Valor Econômico"  target="_blank" class="extlink">Link direto para a matéria</a>.</p>
<p>Em 12 de janeiro de 2010, apliquei R$ 30 mil em um fundo cambial de um grande banco de varejo, com o dólar comercial cotado a R$ 1,82. Em 19 de dezembro do ano passado, o dólar estava cotado a R$ 1,8466. Mas, segundo informação do banco, o saldo no meu fundo era de R$ 29.879! Se eu estivesse aplicado o dinheiro na caderneta de poupança, teria, após igual período, R$ 34.500! Acredito que isso que se passou comigo aconteça em todos os fundos cambiais. Para mim, foi um engôdo. Como isso pode acontecer? <strong>(L.C.E)</strong></p>
<p><strong>Ulisses Nehmi, CFP:</strong></p>
<p>Caro leitor, esse é um caso típico de confusão na hora de planejar seu investimento. Em outras palavras, é a dificuldade em alinhar o seu objetivo ao investir com o objetivo do produto escolhido.</p>
<p>O fundo cambial é um produto que normalmente tem como objetivo “a manutenção do poder de compra em moeda estrangeira” ou “acompanhar a variação de uma moeda estrangeira”. Como se pode perceber, esse tipo de produto não tem como objetivo o aumento ou a multiplicação do patrimônio. Além disso, os fundos cambiais costumam acompanhar uma determinada moeda estrangeira, geralmente o dólar. Há fundos, contudo, que acompanham o euro. O investidor tem que estar atento a que moeda o fundo em questão está ligado.</p>
<p>Além da variação cambial, o investimento em fundos cambiais está sujeito ainda às oscilações da taxa de juros indexadas (cupom cambial).</p>
<p>O investimento em um fundo cambial deve ser feito com o objetivo de proteção contra a desvalorização do real no médio e longo prazo. Para uma empresa importadora ou para alguém que cogita fazer um curso no exterior, o fundo cambial pode ser uma boa alternativa de investimento.</p>
<p>Para exemplificar o investimento num fundo cambial atrelado à variação do dólar, imagine uma aplicação de R$ 18.500 numa data que o dólar esteja valendo R$ 1,85. Isso equivale a US$ 10 mil. Se o dólar subir para R$ 2,00, a aplicação valerá R$ 20 mil, mas continuará sendo equivalente a cerca de US$ 10 mil.</p>
<p>Lembre-se que além do objetivo do <a href="http://www.blogdoinvestidor.com.br/investimentos/conceitos-basicos-sobre-fundos-de-investimento/"title="Conceitos Básicos sobre Fundos de Investimento | Blog do Investidor"  class="extlink">fundo</a>, dois pontos também devem ser observados. O primeiro é a taxa de administração, que se for muito elevada pode comprometer o rendimento da aplicação. O segundo é o imposto de renda, que é cobrado sobre os ganhos com alíquota de 22,5% a 15%, dependendo do prazo da aplicação.</p>
<p>Embora o produto proteja o investidor da variação cambial, o imposto de renda reduz esse nível de proteção. Por esse motivo, para viagens rápidas ao exterior, <a href="http://www.blogdoinvestidor.com.br/financas-pessoais/melhor-maneira-de-efetuar-gastos-no-exterior/"title="Melhor maneira de efetuar gastos no exterior | Blog do Investidor"  class="extlink">busque soluções mais práticas</a> como moeda em espécie, cartão pré-pago, etc.</p>
<p>Por questões culturais, o investimento em moeda estrangeira sempre teve uma conotação errônea de investimento seguro e rentável, principalmente na época da hiperinflação. De qualquer maneira, naquele período o objetivo principal dos investidores era a proteção e manutenção do patrimônio, e não um investimento para multiplicação de patrimônio em si.</p>
<p>Desde o Plano Real vivemos uma realidade diferente, mas algumas pessoas ainda investem nesse tipo de produto sem um objetivo claro. Portanto, a <a href="http://www.blogdoinvestidor.com.br/investimentos/benchmark-o-desempenho-esta-bom-compare/"title="Benchmark: O desempenho está bom? Compare! | Blog do Investidor"  class="extlink">comparação com o resultado</a> que poderia ter sido obtido com a <a href="http://www.blogdoinvestidor.com.br/investimentos/quando-vale-a-pena-investir-na-poupanca/"title="Quando vale a pena investir na Poupança? | Blog do Investidor"  class="extlink">poupança</a> mostra que houve um problema de alinhamento de objetivos.</p>
<p>Enquanto o leitor buscava uma alternativa rentável para seus recursos, acabou investindo num produto que buscava apenas a conservação do patrimônio em uma moeda estrangeira. <a href="http://www.blogdoinvestidor.com.br/financas-pessoais/nao-desista-aprenda-planeje-e-siga-em-frente/"title="Não desista: aprenda, planeje e siga em frente! | Blog do Investidor"  class="extlink">Para evitar que isso aconteça novamente</a>, planeje quando pretende utilizar esses recursos, que nível de rentabilidade pretende obter e de quais riscos precisa se proteger. Em seguida, busque produtos que tenham objetivos alinhados a essas premissas.</p>
<p><strong>Ulisses Nehmi é Planejador Financeiro Pessoal e possui a Certificação CFP (Certified Financial Planner) concedida pelo Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros (<a href="http://www.ibcpf.org.br"title="Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros | IBCPF"  class="extlink">IBCPF</a>) E-mail: ulisses.nehmi@sparta.com.br</strong></p>
<p><strong>As respostas refletem as opiniões do autor, e não do jornal Valor Econômico ou do IBCPF. O jornal e o IBCPF não se responsabilizam pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso destas informações. Perguntas devem ser encaminhadas para <strong>: consultoriofinanceiro@ibcpf.org.br</strong></strong></p>
<p><em>Ulisses Nehmi é editor do <a href="http://www.blogdoinvestidor.com.br/"title="Blog do Investidor"  class="extlink">Blog do Investidor</a> e profissional da área de investimentos.</em></p>
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<p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogInvestidor/~4/zMMAwCnSHXw" alt="" width="1" height="1" /></p>
<p>Veja o <a href="http://feedproxy.google.com/~r/BlogInvestidor/~3/zMMAwCnSHXw/"title="Como posso ter perdido no fundo cambial se o dólar subiu?"  rel="nofollow" target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Planejando sua viagem ao exterior</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 13:07:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guterman</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o dólar (ainda) barato, a viagem ao exterior é uma tentação cada vez mais próxima do bolso do brasileiro comum. Não é à toa que os aeroportos estão abrindo o bico&#8230; Uma questão que sempre atormenta aqueles que pretendem passar as férias com o Mickey é a questão do câmbio: devo comprar os dólares (ou os euros) agora, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o dólar (ainda) barato, a viagem ao exterior é uma tentação cada vez mais próxima do bolso do brasileiro comum. Não é à toa que os aeroportos estão abrindo o bico&#8230; Uma questão que sempre atormenta aqueles que pretendem passar as férias com o Mickey é a questão do câmbio: devo comprar os dólares (ou os euros) agora, daqui a pouco, ou um pouco antes da viagem?</p>
<p><span>Bem, então prepare-se: eu, Dr. Money, vou dar agora a dica mãe de todas as dicas, aquela que vai mudar o rumo da sua existência (mas, espero, não o rumo de sua viagem, hehe): não é possível saber qual será a cotação do câmbio amanhã, ou semana que vem, ou no fim do ano, ou no ano que vem. E quem diz que sabe, está enrolando.</span></p>
<p><span>O câmbio é uma variável financeira extremamente complexa.<br />
Depende, no curto prazo, do humor dos investidores e, no longo prazo, da interação de uma infinidade de variáveis macroeconômicas e financeiras no mundo inteiro. São milhões de agentes interagindo diariamente, seja no comércio internacional, seja em produtos financeiros. Até você, ao comprar a sua passagem aérea para o exterior, está influenciando o câmbio. É mais fácil acertar a previsão do tempo para o Reveillon do que a taxa de câmbio na virada do ano. Por isso, é melhor simplesmente desistir de tentar adivinhar o melhor momento para comprar os seus dólares.</span></p>
<p>- Mas então, Dr. Money, não há salvação? Estamos condenados a uma espécie de loteria?</p>
<p><span>É mais ou menos isso sim. Mas calma, há algumas estratégias para lidar com essa situação:</span></p>
<p>1. Uma parte importante de sua despesa de viagem pode ser paga, antecipadamente: passagens aéreas, hospedagem, aluguel de carro, tudo isso pode (e até deve) ser reservado com antecedência. Pois bem, quando pagamos antecipadamente, já travamos o câmbio de antemão. E aqui está a dica: esqueça o câmbio depois disso. Não fique observando o vai-e-vem do dólar, imaginando que você poderia ter pago menos por sua viagem se tivesse esperado, por exemplo, um mês. Não vai adiantar nada, não é mesmo? A menos que você tenha tendências masoquistas, simplesmente esqueça. Não olhe mais.</p>
<p><span>2. Para aqueles dólares que você pretende levar em espécie, o melhor seria comprar aos poucos, se não incidir uma taxa bancária em cada compra. Se incidir, melhor comprar tudo de uma vez. Quando? Quando você tiver o dinheiro disponível. É o mesmo raciocínio do item anterior: você trava um determinado custo em reais, e esquece o assunto. O fim da angústia não tem preço.</span></p>
<p><span>3. Há também os gastos que você vai fazer no cartão (as comprinhas&#8230;) e pagar um mês depois de voltar ao Brasil. Aí também, é aquele sofrimento, sobre qual será o valor em reais daquela camisa super-barata, ou daquele perfume de-graça. Em primeiro lugar, as mercadorias são normalmente tão mais em conta no exterior, que mesmo com uma mega-desvalorização de, digamos, 20%, as suas compras ainda terão valido a pena. Ocorre que o nosso modo de pensar fixa um determinado nível de preço, e qualquer preço acima deste nível nos faz sentir mais pobres. Não é verdade! Compare com os preços no Brasil, este é o parâmetro real. O preço com o câmbio mais barato simplesmente não existiu para você, o que vale é o que você de fato pagou. Agora, se você é realmente preocupado com uma desvalorização cambial entre hoje e o dia do pagamento da fatura do seu cartão quando você voltar de viagem, talvez seja o caso de aplicar em um fundo cambial o que você pretende gastar no exterior. Claro, se você tiver o dinheiro disponível já hoje.</span></p>
<p><span>A minha dica final é [...]</span></p>
<div><img src="https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5430729521675290782-2943504451439579549?l=www.drmoney.com.br" alt="" width="1" height="1" /></div>
<p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/kbEkd/~4/DC6gytI4Fmo" alt="" width="1" height="1" /></p>
<p>Veja o <a href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/kbEkd/~3/DC6gytI4Fmo/planejando-sua-viagem-ao-exterior.html"title="Planejando sua viagem ao exterior"  target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>E o dólar, hein?</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Sep 2011 13:50:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guterman</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem estava planejando o verão com o Mickey, começa a ficar preocupado. Hoje o dólar chegou a bater R$ 1,95, e não fosse a intervenção do BC, chegaria a R$ 2,00 fácil. Mas o que aconteceu?, poderia perguntar o assustado leitor. Afinal, já havíamos nos acostumado com o dólar em uma direção só: para baixo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Quem estava planejando o verão com o Mickey, começa a ficar preocupado. Hoje o dólar chegou a bater R$ 1,95, e não fosse a intervenção do BC, chegaria a R$ 2,00 fácil. Mas o que aconteceu?, poderia perguntar o assustado leitor. Afinal, já havíamos nos acostumado com o dólar em uma direção só: para baixo. As medidas tomadas pelo governo para conter a valorização do Real davam algum resultado durante alguns dias, para depois a moeda retomar a sua trajetória &#8220;normal&#8221;. O que aconteceu agora de diferente?</span></p>
<p><span><br />
</span><span>Em primeiro lugar, o BC derrubou a SELIC de maneira surpreendente no final de agosto. Taxas de juros mais baixas tendem a atrair menos recursos estrangeiros para o país. No entanto, não é a primeira vez que o BC baixa as taxas de juros. Já houve outros ciclos de redução da SELIC, com o Real se valorizando ao mesmo tempo. Por que dessa vez seria diferente? Talvez pelo fato do corte da SELIC ter sido uma decisão bastante polêmica, passando a sensação de que o BC não está nem aí para a inflação, e que vai continuar derrubando a taxa de juros independentemente de qualquer outra consideração. Esse tipo de atitude é inédita, e pode sim ter influenciado a desvalorização do Real.</span><span><br />
</span><span>Outro ponto relevante é a deterioração do cenário internacional (de novo). Nada de novo aqui, não é a primeira vez (nem será a última) que acontece, mas parece que, dessa vez, as moedas estão sentindo mais. Neste mês de setembro, todas as moedas, com mais ou menos intensidade, se desvalorizaram em relação ao Dólar. O Real, porém, apresentou uma desvalorização maior do que a média, por enquanto sendo a campeã neste mês.</span><span><br />
</span><span>E, na medida em que o dólar foi avançando (R$ 1,60, R$ 1,70, R$ 1,80&#8230;), quem estava fora começou a sentir medo. Medo do câmbio sair do controle, e realmente machucar suas finanças. É o caso de empresas que têm dívidas em dólares, por exemplo. Ou de pessoas com viagem ao exterior programada. Neste momento, a porta fica estreita para todo mundo que quer comprar dólares, principalmente depois das medidas que governo adotou para dificultar a venda de dólares no mercado de derivativos. Ou seja, falta vendedor de dólar nessa hora. E aí cria-se o que se chama de <em>overshooting</em>. Ou seja, uma reação exagerada dos preços. E este é um processo que se retro-alimenta, pois a subida exagerada do dólar ativa mecanismos de <em>stop-loss</em> de fundos de investimento e outros agentes.</span><span><br />
</span><span>Por outro lado, o BC começou a intervir no mercado quando o dólar ultrapassou R$ 1,90. O governo sempre quis ter um Real mais desvalorizado para proteger a indústria, mas é preciso combinar com a inflação. Uma desvalorização de 20% da moeda tem um impacto relevante na inflação, principalmente quando as commodities não se desvalorizaram no mesmo montante. Por isso, é provável que o BC continue atuando nesse patamar de preços no curto prazo.</span><span><br />
</span><span>E o que fazer agora?<br />
</span>[...]<br />
<img src="https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5430729521675290782-2921570279723292526?l=www.drmoney.com.br" alt="" width="1" height="1" /></p>
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<p>Veja o <a href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/kbEkd/~3/1lzYDWOAYZ4/e-o-dolar-hein.html"title="E o dólar, hein?"  target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Os benefícios do dólar em baixa</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 12:46:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Nascimento</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Cada um tem o dólar que merece. O do brasileiro ultimamente tem ficado  bem baixinho. O governo adotou medidas para frear o derretimento da  moeda norte-americana, que até ensaiou uma recuperação nos últimos dias.  Mas o fato é que a hora ainda é muito boa para quem quer passear no  exterior, fazer um intercâmbio, comprar um eletrônico. Até a ceia de  Natal deve ficar mais em conta no fim do ano. Dá até para sonhar com um  espumante francês no lugar da velha sidra.</p>
</div>
<p>O economista Marcelo Barros, professor da Faculdade Boa Viagem (FBV) e  ex-secretário de finanças do Recife, lembra que o dólar está derretendo  no mundo inteiro. “Para quem pretende viajar para o exterior no curto ou  médio prazo é um ótimo momento. Quem fecha a passagem tem a taxa de  câmbio de agora e ainda pode financiar em cinco, seis vezes.” Comprar o  dólar em espécie para usar na viagem (e comprar perfumes ou eletrônicos  lá fora) também é vantagem.</p>
<p>Fátima Bezerra, da WM Tours, confirma que as pessoas estão viajando mais  e trocando os destinos nacionais pelos internacionais. Quem antes  pretendia ir para Gramado hoje vai para Nova York. Ou troca o cruzeiro  pela costa brasileira por outro pelo Caribe. E há pessoas de todas as  idades que estão aproveitando para fazer intercâmbio. Segundo Fátima  Bezerra, um mês de curso nos States, com hospedagem em casa de família,  sai a partir de US$ 1,6 mil. A passagem é por fora.</p>
<p>“O dólar em baixa é ruim para as empresas nacionais que exportam. Mas  para o consumidor final é sempre muito bom. Os produtos importados ficam  mais baratos. Comprar lá fora também é vantagem”, reforça o professor  Caio Peppe, coordenador do curso de comércio exterior da Faculdade dos  Guararapes. Com o aumento do Imposto sobre Importações (IOF), as compras  no cartão de crédito ficaram mais caras. Mas não custa lembrar que a  cotação usada é do dólar comercial.</p>
<p>Mesmo com as últimas ações tomadas pelo governo e a  quase-que-não-sai-mas-saiu aprovação da elevação do teto da dívida dos  Estados Unidos, Caio Peppe não acredita em uma elevação repentina da  moeda norte-americana. “Eles (os norte-americanos) vão emitir mais  dólares, os investidores vão buscar mercados alternativos, como o  Brasil. E vamos continuar recebendo uma enxurrada de dólares de fora”,  afirma o professor.</p>
<p><em>Problemas</em><br />
Mas nem tudo é festa. Comprar dólar para guardar embaixo do colchão (ou  nas cuecas da vida) não tem nada de bom, lembra Marcelo Barros. “Dólar  como investimento não é recomendável agora. Quando você compra para  investir, você quer vender mais tarde. Mas nada indica que vai subir e  voltar ao que era no ano passado, por exemplo”, afirma o economista. O  mesmo vale, segundo ele, para os fundos cambiais (atrelados ao dólar).</p>
<p>“Se pegar o histórico só tem fechado negativo. Não é um bom  investimento. Talvez a pessoa não perca dinheiro, mas também não ganha”,  reforça Barros. Até para quem quer viajar, mas ainda não tem ideia de  quando, o economista recomenda que a melhor opção é aplicar o dinheiro  em fundos atrelados à Selic (taxa básica de juros, que está nas  alturas). Outra alternativa é tesouro direto. Colchão, jamais.</p>
<p><strong>* Matéria publicada na edição de 08/08 do Diario de Pernambuco</strong></p>
<p>Veja o <a href="http://blogs.diariodepernambuco.com.br/economia/?p=10232"title="Os benefícios do dólar em baixa" rel="nofollow"  target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Até quando o governo continuará dando aos mais ricos?</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Aug 2011 13:04:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jônatas Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Impressiona como o Brasil não aprende, como comete sempre os mesmos erros, como é reativo e só acha quando o problema já está consolidado. Ano passado com o objetivo de estimular o consumo e se evitar recessão econômica, carros e alguns eletrodomésticos foram isentos de IPI. É claro que tal isenção favoreceu o consumidor final [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Impressiona como o Brasil não aprende, como comete sempre os mesmos erros, como é reativo e só acha quando o problema já está consolidado.</p>
<p>Ano passado com o objetivo de estimular o consumo e se evitar recessão econômica, carros e alguns eletrodomésticos foram isentos de IPI. É claro que tal isenção favoreceu o consumidor final que comprou com melhor preço, mas os grandes beneficiados foram às montadoras e as industriais que puderam vender mais e lucrar ainda mais.</p>
<p>Essa semana foi anunciado um suposto plano de estímulo à competitividade das empresas que desonera as indústrias do pagamento de diversos impostos. Tudo isto para aumentar a competitividade ao exportar vista o dólar desvalorizado em comparação com o real. O real é moeda forte hoje.</p>
<p>A presidente Dilma usou em seu discurso a expressão <em>concorrência desleal e guerra cambial</em> ao anunciar o plano. Isto é balela, o problema não é este. Produtos produzidos aqui são exportados e vendidos mais baratos em outros países do que aqui. Os automóveis são um bom exemplo. Além dos impostos cobrados aqui serem altíssimos a indústria lucra demais, a lucratividade é sempre alta e quando elas aparentemente começam a enfrentar algum problema vem o governo e lança planos de estímulo à competitividade: palhaçada.</p>
<p>O que <strong>o Brasil precisa é de uma reforma tributária</strong> séria e não de planos que favoreçam apenas aos grandes. Como fica o pequeno? Cadê o incentivo para o empreendedor que tem um micro negócio? Os pequenos negócios fecham as portas por não conseguirem competir com as grandes empresas instaladas aqui no Brasil e o governo não faz nada. Agora quando a mesma coisa acontece, mas com as grandes empresas na concorrência com empresas estrangeiras, aí sim há isenção fiscal e diversas medidas para fazer a concorrência ser leal. Volto a afirmar: palhaçada.</p>
<p>O governo comprará de empresas nacionais mesmo pagando até 25% mais caro e terão preferência àquelas que geram mais empregos e investem em tecnologia. Exportadores de bens industrializados receberão novamente 3% dos impostos pagos. O Brasil abrirá mão de aproximadamente 25 bilhões de reais em impostos nos próximos dois anos. De acordo com o governo isto gerará emprego e ele voltará a arrecadar com a economia fortalecida. Será!?</p>
<p>Gente, o Brasil só gera emprego braçal, e emprego braçal não agrega valor. O Brasil tem uma carência de mão-de-obra especializada, falta profissionais de tecnologia, profissionais qualificados. O Brasil precisa aumentar sua competividade através da geração de cérebros-de-obra, de profissionais qualificados que desenvolvam tecnologia e sejam cobiçados pelo mercado empregador. Precisamos de uma educação forte, de um ensino de qualidade; que o dinheiro destinado à educação seja usado com sabedoria por aqueles que o administram. Eu fico triste em ver propagandas e mais propagandas do governo na TV anunciando que os investimentos em merenda escolar vêm subindo ano após ano. Meu deus do céu, escola é lugar de se educar e não de comer. O governo mantém o aluno dentro da escola pois fornece comida!? Tudo errado.</p>
<p>E São Paulo que ainda vai desonerar impostos do Corinthians para a construção de estádio. Quem disse que São Paulo precisa de mais um estádio de futebol? Parte dos problemas gregos hoje é por ter gastado em excesso para construir elefantes brancos para as olímpiadas de Atenas 2004. Pelo jeito não aprendemos com o erro deles e queremos errar também.</p>
<p>O dólar baixo é realidade, não vejo grandes possibilidades de fazê-lo subir nos próximos anos. O Brasil como país emergente atrai investidores, dólares chegam ao nosso país diariamente, e como bem sabemos, a lei da oferta e da procura faz o câmbio variar. Grandes entradas de dólares desvalorizam a moeda estrangeira valorizando a nacional. Ou a indústria brasileira aprende a ser competitiva e exportar com real valorizado ou fecha as portas. O governo tem lançado medidas e mais medidas para conter a valorização do real e não tem obtido sucesso.</p>
<p>Volto a falar, precisamos de cérebros-de-obra, de profissionais que criam, que inovem e não que ofereçam mais do mesmo. Mais do mesmo vai ser comprado na China que tem mão-de-obra barata, para não dizer escrava, e, portanto, preço baixo.</p>
<p>O momento econômico brasileiro é bom, o governo precisa parar de lançar mão de medidas paliativas que favorecem apenas as grandes corporações e realizar uma reforma tributária séria. Precisa também fechar a torneira da corrupção, parar de gastar além da conta e ainda passar a usar o dinheiro destinado a educação de forma mais efetiva. Já as indústrias terão que produzir produtos exclusivos, algo que torne a concorrência irrelevante. Chega de exportarmos commodities, precisamos exportar produtos com valor agregado e desenvolver tecnologia. Tecnologia inovadora, criativa, com design arrojado e que faça o mundo inteiro dizer: eu quero isto que só o Brasil faz. Assim são os produtos da Apple.</p>
<p>Sabe, já estou cansado de ver nossos governantes cometerem os mesmos erros e darem as mesmas desculpas esfarrapadas. Nossos governantes governam pensando em serem reeleitos nas próximas eleições e não em fazer o melhor para o país. Às vezes, o remédio é amargo, mas tem que ser tomado. Quero saber quem será o político que terá hombridade para tal.</p>
<p>Boa quinta-feira!</p>
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</ol>
<p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blog/cQgW/~4/IiBzqkMeIN4" alt="" width="1" height="1" /></p>
<p>Veja o <a href="http://feedproxy.google.com/~r/blog/cQgW/~3/IiBzqkMeIN4/"title="Até quando o governo continuará dando aos mais ricos?" rel="nofollow"  target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Quem será a China sulamericana?</title>
		<link>http://financaspessoais.blog.br/financas-pessoais/artigos/hot-money/2011/07/13/opiniao-quem-sera-a-china-sulamericana/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Jul 2011 13:14:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hot Money</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem, no futuro, será a China na América do Sul? Não, minha pergunta não procura a resposta de qual país apresentará grandes crescimentos no futuro e se tornará uma potência econômica. O que quero saber é quem receberá indústrias, nesse caso brasileiras, que procurarão mão-de-obra barata? Em nosso país existe um grande incentivo para não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem, no futuro, será a China na América do Sul?</p>
<div>Não, minha pergunta não procura a resposta de qual país apresentará grandes crescimentos no futuro e se tornará uma potência econômica. O que quero saber é quem receberá indústrias, nesse caso brasileiras, que procurarão mão-de-obra barata?</div>
<p>Em nosso país existe um grande incentivo para não se abrir uma empresa. Os impostos são abusivos, as leis trabalhistas são extremamente partidárias e a burocracia é soberana.</p>
<p>E mesmo com esses entraves a força das empresas brasileiras só cresce. Fruto do bom momento macroeconômico que o país vive. Nossos gestores não se qualificaram assim do nada. É uma questão macro mesmo.</p>
<p>Porém, o futuro guarda com carinho mais um empecilho para nossos empresários exportadores, que são o de maior relevância para a economia. O <a href="http://www.portalhotmoney.com/colunas/conceito-economia/opiniao-dolar-cai"title="[opinião] E o dólar cai…"  target="_blank" class="extlink">câmbio</a>. De novo, o câmbio. Hoje, com o dólar por volta de R$ 1,50 já existe muita reclamação dos especuladores, digo, dos exportadores sobre a taxa de câmbio. E essa queixa já existe há tempos. Afirmam que com essa taxa o produto brasileiro perde competitividade em todos os mercados e, assim, as margens de lucro são cada vez menores.</p>
<p>Contudo o futuro prepara uma taxa de câmbio cada vez mais valorizada, ou seja, com o real cada vez mais forte, mesmo com intervenções governamentais (IOF não vai segurar o real). E assim, mais reclamação de exportadores.</p>
<div><a href="http://www.portalhotmoney.com/wp-content/uploads/2011/07/america_sul.png"rel="lightbox[5373]"  ><img class="size-full wp-image-5377" title="america_sul" src="http://www.portalhotmoney.com/wp-content/uploads/2011/07/america_sul.png" alt="América do Sul" width="220" height="350" /></a>Quem será que vence esse jogo? [...]</p>
</div>
<p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/hotmoneybrasil/~4/5teQwV8cRbw" alt="" width="1" height="1" /></p>
<p>Veja o <a href="http://feedproxy.google.com/~r/hotmoneybrasil/~3/5teQwV8cRbw/opiniao-quem-sera-a-china-sulamericana"title="[opinião] Quem será a China sulamericana?" rel="nofollow"  target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>A armadilha do dólar para os emergentes</title>
		<link>http://financaspessoais.blog.br/financas-pessoais/artigos/carlos-boszczovski/2010/09/17/a-armadilha-do-dolar-para-os-emergentes/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Sep 2010 12:49:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Boszczovski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carlos Boszczovski]]></category>
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		<description><![CDATA[Desta vez não foi o desemprego americano que azedou os investidores. O anúncio nesta quinta-feira da queda dos pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos para o menor nível em dois meses não foi capaz de inverter o sinal negativo em Wall Street. Receosos com a recuperação econômica norte-americana, os números da conta corrente do país [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desta vez não foi o desemprego americano que azedou os investidores. O anúncio nesta quinta-feira da queda dos pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos para o menor nível em dois meses não foi capaz de inverter o sinal negativo em Wall Street. Receosos com a recuperação econômica norte-americana, os números da conta corrente do país e da inflação no atacado trouxeram poucas novidades. Por aqui, o Ibovespa continuou monitorando eventuais sinais sobre o interesse dos investidores na capitalização da Petrobrás e operou em queda.</p>
<p>Por outro lado, analistas começam a mostrar preocupações com a valorização das moedas dos países emergentes frente ao dólar. Segundo o economista americano Paul Krugman, prêmio Nobel em 2008, a valorização destas moedas conduzirá a um déficit maior da conta corrente, e consequentemente a uma contração da demanda. Até certo ponto, isto poderá ser contrabalançado pelo corte dos juros internos. Mas se for significativa, poderá empurrar os mercados emergentes para sua própria armadilha da liquidez. Já o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse em entrevista a jornalistas estrangeiros em Londres que a instituição se mantém atenta a qualquer desequilíbrio no mercado local de câmbio. No entanto, não deu nenhum indício de que atitudes o BC poderia vir adotar para conter a valorização do real.</p>
<p>Mesmo com a fraqueza do dólar nos mercados internacionais, com o euro voltando a operar acima dos € 1,31, as commodities não tiveram um dia positivo. Os agrícolas em Chicago fecharam em queda, com o trigo na liderança de perdas. Aqui, nos futuros agropecuários o milho apresentou forte queda. Hoje o novembro passou a ser o primeiro vencimento na BVMF. Até ontem, havia pelo menos R$ 2,00 por saca de spread, entre o físico em Campinas e o futuro de novembro. A correção não tardou. No entanto, temos um forte suporte a R$ 25,40. De qualquer forma, enquanto persistir a estiagem, o cereal ficará muito suscetível a novas altas.</p>
<div><img src="https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7274811605507735684-1480987676020925094?l=boszczovskimarket.blogspot.com" alt="" width="1" height="1" /></div>
<p>Veja o <a href="http://feedproxy.google.com/~r/BullVersusBear/~3/k8VEZnftlUY/armadilha-do-dolar-para-os-emergentes.html"title="A armadilha do dólar para os emergentes" rel="nofollow"  target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Como o sobe e desce do dólar afeta a inflação?</title>
		<link>http://financaspessoais.blog.br/financas-pessoais/artigos/2010/07/23/como-o-sobe-e-desce-do-dolar-afeta-a-inflacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 13:12:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Seabra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Real]]></category>

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		<description><![CDATA[O leitor Ismael pergunta: como a desvalorização do real frente ao dólar afeta a inflação? É uma boa questão, que já comentamos algumas vezes aqui, mas que vale um post à parte. Em primeiro lugar, é bom considerar que a Economia é um universo muito complexo, em que causas e efeitos não são muito diretos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O leitor Ismael pergunta: <strong>como a desvalorização do real frente ao dólar afeta a inflação? </strong>É uma boa questão, que já comentamos algumas vezes aqui, mas que vale um post à parte.</p>
<p>Em primeiro lugar, é bom considerar que a Economia é um universo muito complexo, em que causas e efeitos não são muito diretos. Fica difícil provar que um evento provocou o outro quando todos acontecem ao mesmo tempo, não é?</p>
<p>Há, entretanto, um efeito muito reconhecido do câmbio sobre os preços domésticos. Para entendê-lo, precisamos compreender a desvalorização do Real. Ela significa que nosso dinheiro passa a valer menos.</p>
<p>Com o Real valendo pouco, fica mais caro importar produtos estrangeiros. Um produtor de sapatos, por exemplo, ainda que não mexa em seu preço, pode receber novos clientes, já que o sapato estrangeiro tornou-se mais caro.</p>
<p>A eliminação de alguns concorrentes estrangeiros pode, assim, dar mais poder de mercado aos produtores brasileiros. Assim, se a concorrência não for forte internamente, eles têm a possibilidade de fixar preços mais altos.</p>
<p>A regra não vale para todos os mercados. Alguns bens e serviços, como corte de cabelo, não têm concorrentes estrangeiros e, por isso, também não são afetados diretamente. Talvez indiretamente, se o preço dos produtos de beleza subir, por exemplo.</p>
<p>O mesmo raciocínio vale para o contrário: se a moeda brasileira valoriza-se, sobe a concorrência dos produtos estrangeiros. O resultado pode ser a queda nos preços e até a falência de algumas empresas.<br />
Veja o <a href="http://economiaclara.wordpress.com/2010/07/21/dolar-2/"title="Como o sobe e desce do dólar afeta a inflação" rel="nofollow"  target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Vai viajar? Proteja-se (do câmbio)</title>
		<link>http://financaspessoais.blog.br/financas-pessoais/artigos/bruno-massera/2010/01/28/vai-viajar-proteja-se-do-cambio/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 13:07:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Massera</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bruno Massera]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
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		<category><![CDATA[viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a forte valorização do real ocorrida em 2009, quando o dólar saiu de um patamar acima de R$ 2,30 para fechar o ano a R$ 1,74, as viagens internacionais voltaram a ser atrativas. Somando à desregulamentação dos preços das passagens áreas, viajar para o exterior é, em alguns casos, mais barato que viajar para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: trebuchet ms;">Com a forte valorização do real ocorrida em 2009, quando o dólar saiu de um patamar acima de R$ 2,30 para fechar o ano a R$ 1,74, as viagens internacionais voltaram a ser atrativas. Somando à desregulamentação dos preços das passagens áreas, viajar para o exterior é, em alguns casos, mais barato que viajar para o Nordeste.</p>
<p>As agências de turismo preparam pacotes e os vendem em 10X &#8220;sem juros&#8221;. Legal, você se prepara mais de 6 meses pagando a viagem e ainda tem prestações para pagar quando chega o grande dia de embarcar para EUA ou Europa. Passagens na mão, hotel reservado e visto concedido (quando é o caso), na semana anterior à viagem você começa a procurar uma agência de cambio para trocar seus reais por dólar, euro ou libra. </span></p>
<p><span style="font-family: trebuchet ms;">Neste momento: SURPRESA! O dólar está acima de R$ 2,00 e o euro acima de R$ 3,00. Aqueles suados R$ 5.000 que compravam US$ 3.000 dólares agora só compra US$ 1.500. Bem, &#8220;vamos ter que gastar menos durante a viagem e o restante passamos no cartão. </span></p>
<p><span style="font-family: trebuchet ms;">No mês que vem o câmbio volta ao normal&#8221;. O que acontece no mês seguinte quando vem a fatura do cartão? SURPRESA! Mais desvalorização do real. A viagem que era mais barata que ir pra Natal, ficou mais cara que ir para a Lua (exageros a parte).</span></p>
<p><span style="font-family: trebuchet ms;"> </span></p>
<p><span style="font-family: trebuchet ms;">&#8220;E o que eu posso fazer? Não tenho controle sobre o câmbio!&#8221;. Você pode se planejar e se proteger. Como? Basicamente há dois modos&#8230;.</span></p>
<p>Veja o <a href="http://brunomassera.blogspot.com/2010/01/vai-viajar-protega-se-do-cambio.html"title="Vai viajar? Proteja-se (do câmbio)" rel="nofollow"  target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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