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	<title>Finanças Pessoais &#187; ações</title>
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	<description>Tudo sobre Finanças Pessoais em um só blog.</description>
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		<title>Quando virá o próximo bull market?</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 14:04:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Portela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando ocorrerá o próximo bull market? No linguajar do mercado, um bull market é o mercado de alta, em que os preços das ações decolam graças à confiança dos investidores, que antecipam um crescimento ainda mais pujante para os anos vindouros. Definitivamente, não é o que temos visto nos últimos três anos, em que, após uma forte queda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mWwnH3sgcOt2nJzK2JILJXEfSSU/1/da" ><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mWwnH3sgcOt2nJzK2JILJXEfSSU/1/di" alt="" ismap="ismap" border="0" /></a>Quando ocorrerá o próximo <em>bull market</em>? No linguajar do mercado, um <em>bull market</em> é o mercado de alta, em que os preços das ações decolam graças à confiança dos investidores, que antecipam um crescimento ainda mais pujante para os anos vindouros. Definitivamente, não é o que temos visto nos últimos três anos, em que, após uma forte queda (2008), seguida de forte recuperação (2009), o Ibovespa praticamente andou de lado. Nos Estados Unidos, o movimento é semelhante: depois de brusca queda até abril de 2009, a recuperação… mas ainda em patamares inferiores ao teto histórico. E isso nos leva à pergunta: quando ocorrerá o próximo <strong><em>bull market</em></strong>?</p>
<h2>O próximo <em>bull market </em>americano: a opinião de Floyd Norris</h2>
<p>Em uma interessante matéria publicada no <a href="http://www.nytimes.com/2012/01/07/business/economy/a-historical-cycle-bodes-ill-for-the-markets.html?_r=2" class="extlink">The New York Times</a>, o colunista Floyd Norris mostrou um padrão recorrente no mercado de <a href="http://opequenoinvestidor.com.br/tag/acoes-2/" class="extlink">ações</a> norte-americano: os ciclos de <em>bear market </em>e de <em>bull market</em> têm duração média aproximada de 15 anos. O último <em>bull market</em> teria ocorrido entre 1984 e 1999, quando o índice S&amp;P 500 teria avançado 740%, mesmo após descontar a inflação. A partir daí, o índice começou a recuar para um retorno médio de meros 3% ao ano. O autor aponta, ainda, algumas similaridades entre o início do último <em>bull market</em> e o momento atual. No início da década de 1980, a economia americana também passava por maus lençóis e havia o medo de que ela se tornasse incapaz de competir com a economia de um gigante asiático &#8211; na época, o Japão, hoje a China. Além disso, havia extremo pessimismo como hoje, e existem paralelos também com relação à política externa: em meados dos anos 80, os EUA ainda sentiam os efeitos da guerra do Vietnã (que se encerrou em 1975), ao passo que a última década viu as invasões americanas no Iraque e no Afeganistão. Essas coincidências não garantem nada quanto ao futuro, mas é possível que indiquem uma recuperação e, eventualmente, um novo <span><em>bull market</em></span><em> </em>nos próximos anos.</p>
<p>É importante adicionar outros elementos ao paralelo: em meados da década de 1980, <a href="http://useconomy.about.com/od/grossdomesticproduct/p/89_Bank_Crisis.htm" class="extlink">os EUA viveram uma forte </a><a href="http://opequenoinvestidor.com.br/tag/crise/" class="extlink">crise</a><a href="http://useconomy.about.com/od/grossdomesticproduct/p/89_Bank_Crisis.htm" class="extlink"> imobiliária</a>, como hoje (embora de impacto muito menor na economia internacional), ao passo que, no final da década, quem vivenciou uma crise imobiliária ainda pior foi justamente o grande rival americano, o Japão. O mercado imobiliário japonês ainda hoje não se recuperou de sua bolha. Por outro lado, hoje há quem acredite que a China é quem está vivendo uma forte bolha em seu mercado imobiliário. Aguardemos as cenas dos próximos capítulos para saber o impacto dessa situação no ritmo de crescimento chinês. O fato é que a economia chinesa depende mais dos EUA do que gostaria: seu crescimento foi financiado pelo forte impulso consumista dos americanos, e o consumo americano foi impulsionado justamente pelos chineses, que se tornaram um dos grandes credores dos Estados Unidos. Em razão dessa mútua dependência, o professor de história econômica e financeira <a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/serie-a-ascensao-do-dinheiro-de-niall-ferguson/"title="Série “A ascensão do dinheiro”, de Niall Ferguson"  target="_blank" class="extlink">Niall Ferguson </a>denomina os dois países de &#8220;Chimérica&#8221;, demonstrando a relação de tênua simbiose entre os dois países.</p>
<p>Enfim, o que vai acontecer ninguém sabe: mas acredito profundamente que as coisas vão melhorar. Só não me arrisco a dizer quando isso ocorrerá.</p>
<p>Em resenha ao texto de Floyd Norris, Morgan Housel, colunista do The Motley Fool, publicou um gráfico que demonstra a rentabilidade do S&amp;P 500 de 1880 até hoje:</p>
<p><img class="aligncenter" title="SP500.jpg" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/01/SP500.jpg" alt="bull market" width="559" height="337" border="0" /></p>
<p>O gráfico mostra uma única tendência ao longo do tempo: depois de um ciclo de baixa, vem um ciclo de alta. E depois de um ciclo de alta, vem um de baixa. O período máximo em que isso não ocorreu foi de cerca de 2 décadas, tanto para um lado quanto para o outro (a exceção é o período entre 1940 e 1980, que apresentou forte crescimento &#8211; apesar de decrescentes a partir da década de 1960). Pode ser um motivo de otimismo quanto à economia americana: afinal, já se passou uma década de sofrimento no seu <a href="http://opequenoinvestidor.com.br/tag/acoes-2/" class="extlink">mercado de ações</a>. Se o padrão se seguir, é possível que estejamos mais perto do próximo <em>bull market</em> do que a maioria dos analistas prevê.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<h3>Qual o padrão de ciclos de mercado brasileiro? Quando ocorrerá nosso próximo <em>bull market</em>?</h3>
<p>No Brasil, é difícil ter uma ideia realista a respeito de nosso padrão de mercado. Enquanto nos EUA há dados que remetem até o século XIX, e apesar de nossa bolsa ter iniciado suas atividades em 1895 (como Bolsa de Fundos Públicos de São Paulo) após breve experiência entre 1890 e 1891, nossos dados mais confiáveis são bastante recentes, a partir da década de 1960. Além disso, ao contrário dos EUA, mesmo esses dados não são plenamente confiáveis em razão de nossa <a href="http://opequenoinvestidor.com.br/tag/inflacao/" class="extlink">inflação</a> absurda desde a década de 70 até 1994. Com isso, fica difícil ter uma base objetiva para fazer esse tipo de avaliação histórica: uma maneira de tentar conseguir isso é procurar algum indicador que tenha mantido seu valor real ao longo do tempo. Foi o que um <a href="http://www.enfoque.com.br/poster/ibovespa/view_ibovespa_enfoque.aspx" class="extlink">gráfico muito interessante realizado pela Enfoque </a>buscou estabelecer. Partindo da premissa de que um indicador relativamente estável para o período, como o dólar, poderia ser utilizado para formular um gráfico histórico do Ibovespa desde meados da década de 1960. O resultado é o seguinte:</p>
<p><a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Bovespa.jpg" ><img class="size-full wp-image-18038 aligncenter" title="Bovespa.jpg" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Bovespa.jpg" alt="" width="600" height="415" /></a></p>
<p>Como você pode observar, o padrão é similar ao americano. Vivemos, de 1965 a 2011, quatro períodos de alta e 3 de baixa. Se realmente se confirmar que o período de baixa que estamos vivenciando nos últimos anos é o início de um <em>bear market</em> em termos históricos, iniciando uma tendência de queda, então são 4 períodos de alta e 4 de baixa (que ainda não se encerrou). Os períodos são os seguintes:</p>
<ul>
<li><strong>De 1965 a 1971 &#8211; alta de 6 anos (+2.931%)</strong></li>
<li><strong>De 1971 a 1983 &#8211; baixa de 12 anos e 2 meses (-82%)</strong></li>
<li><strong>De 1983 a 1986 &#8211; alta de 2 anos e 8 meses (+1.573%)</strong></li>
<li><strong>De 1986 a 1991 &#8211; baixa de 7 anos e 8 meses (-91%)</strong></li>
<li><strong>De 1991 a 1997 &#8211; alta de 6 anos e 5 meses (+3.415%)</strong></li>
<li><strong>De 1997 a 2002 &#8211; baixa de 5 anos e 3 meses (-84%)</strong></li>
<li><strong>De 2002 a 2008 &#8211; alta de 5 anos e 7 meses (+2.051%)</strong></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É importante notar que as altas abruptas (quedas superiores a 80% e altas superiores a 1.500%) são explicadas, também, pelo fato de se ter usado o dólar como indexador. Como a relação entre o real e o dólar foi bastante volátil ao longo de todos esses anos, as altas e baixas foram bastante impactadas pela flutuação cambial (somente no último período de alta, por exemplo, tivemos o real cotado a R$ 4,00 no início do <em>bull market</em>, e em torno de R$ 1,70 ao seu final). Mas é possível traçar alguns padrões do que vimos nesses quase 50 anos:</p>
<ul>
<li><strong>Os períodos de alta duraram, em média, 5 anos;</strong></li>
<li><strong>Nesses períodos, as ações subiram, em média, 2.492%;</strong></li>
<li><strong>Os períodos de baixa duraram, em média, 8,37 anos;</strong></li>
<li><strong>Nesses períodos, as ações caíram, em média, 85,67%;</strong></li>
</ul>
<p>É interessante notar, ainda, que os períodos de baixa têm durado menos tempo. No primeiro período observado no gráfico, foram 12 anos de tendência de baixa. Nos seguintes, tivemos períodos de 7 anos e oito meses e de 5 anos e 3 meses. Claro que nossa referência histórica é curta, e portanto temos poucos dados a nossa disposição. Mas acredito que, após a abertura comercial no início dos anos 1990, tanto as altas quanto as baixas devem ser mais moderadas tanto com relação a sua duração quanto em relação a sua intensidade.</p>
<p>A propósito, o gráfico serve para mostrar que o governo Lula não foi tão benéfico aos mercados quanto normalmente a mídia alardeia. O <em>bull market</em> entre 2002 e 2008 foi, dos quatro períodos de alta, o <strong>2ª pior em termos de duração</strong> (5 anos e 7 meses, contra os <em>bull market</em> que duraram 6 anos entre 1965 e 1971 e 6 anos e 5 meses entre 1991 e 1997), além de ter sido o <strong>2ª pior em termos de rentabilidade</strong> (+2.051%, contra +3.415% entre 1991 e 1997 e +2.931% entre 1965 e 1971).</p>
<p>É difícil saber se estamos ainda vivenciando um prolongamento do período de correção do <em>bull market</em> que durou entre 2002 e 2008 ou se estamos no início de um novo <em>bull market</em>. Quem gosta dos gráficos pode estar projetando uma queda do atual patamar (cerca de 35.000 pontos na escala dolarizada) para cerca de 6000 pontos no próximo ciclo de baixa, algo em torno de 10.000 pontos na escala do Ibovespa. Não é o meu caso: só sei que, depois da tempestade, vem a bonança; e depois da bonança, nova tempestade. A ver o que está por vir.</p>
<p><strong>Últimos artigos:</strong></p>
<p><strong>A relação entre o preço e o valor patrimonial de uma ação</strong></p>
<p>O indicador fundamentalista mais utilizado para avaliar se uma ação está supervalorizada ou barata é, sem sombra de dúvidas, a relação Preço/Lucro, que estabelece a relação entre o preço de uma ação e o lucro proporcional da empresa. Mas outro indicador que é bastante utilizado na análise fundamentalista é a relação entre o preço da ação e o valor patrimonial proporcional a ela: o Preço/Valor Patrimonial da Ação (ou P/VPA). Vejamos como utilizar esse indicador para avaliar se o preço de uma ação é justo.</p>
<p><a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/valor-patrimonial-acao/" class="extlink">Leia o artigo completo</a></p>
<p><strong>Quando aplicar na poupança?</strong></p>
<p>A poupança é, sem sombra de dúvidas, o mais popular dos investimentos no Brasil. Modalidade de investimento facilmente acessível a todos os investidores, por muito tempo foi sinônimo de investimento seguro – curiosamente, fama mantida mesmo após o confisco ocorrido no governo Collor. Até hoje, é o investimento mais popular do país, apesar da baixa rentabilidade. Muito embora não veja a poupança como um bom investimento no longo prazo, e ela mal resulte em algum ganho real para o investidor, ela também tem algumas vantagens em relação a outros investimentos, especialmente para quem dispõe de pouco capital para investir ou está começando a poupar. Confira algumas!</p>
<p><a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/poupanca/" class="extlink">Leia o artigo completo</a></p>
<p><strong>A estratégia &#8220;Dogs of the Dow&#8221;</strong></p>
<p>A estratégia &#8220;Dogs of the Dow&#8221; é a prova de que, muitas vezes, ganhar dinheiro no mercado de ações não é uma questão de inteligência. Adotar uma estratégia simples pode muitas vezes ser suficiente para bater o mercado por grande margem. A estratégia &#8220;Dogs of the Dow&#8221; (cães do Dow) funciona do seguinte modo: o investidor compra, no início do ano, ações das 10 maiores pagadoras de dividendos entre as empresas listadas no índice Dow Jones. No último dia do ano, as ações que não respeitam mais esse critério são vendidas e o investidor repete o processo, comprando uma participação nas 10 empresas que mais pagaram dividendos nos doze meses anteriores. Mas quais os fundamentos dessa estratégia? E, mais importante: ela funciona?</p>
<p><a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/dogs-of-the-dow/" class="extlink">Leia o artigo completo</a></p>
<p><strong>Os melhores artigos de 2011</strong></p>
<p>Fechando a primeira semana de 2012, nada melhor do que relembrar os melhores artigos do ano passado. Há muito material cuja importância não se perdeu ao longo do tempo e, por isso, trago ao leitor a minha humilde seleção dos posts que considerei mais relevantes no ano. Espero que vocês curtam!</p>
<p><a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/os-melhores-posts-de-2011/" class="extlink">Leia o artigo completo</a></p>
<p><strong>A rentabilidade dos títulos do Tesouro Direto em 2011</strong></p>
<p>O Tesouro Direto foi uma boa opção de investimento em 2011? No início do ano, é importante verificar como se saíram os investimentos financeiros mais comuns. Já sabemos que o Ibovespa foi mal e que o Ouro foi um dos ativos que mais se valorizaram no ano passado, e sabemos também que o CDI não foi um mal investimento. Mas como se saíram os títulos do Tesouro Direto em 2011?</p>
<p><a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/tesouro-direto-2011/" class="extlink">Leia o artigo completo</a></p>
<div><a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=IyI9d2wnGuM:8f1krKOgnzw:yIl2AUoC8zA" ><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" alt="" border="0" /></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=IyI9d2wnGuM:8f1krKOgnzw:-BTjWOF_DHI" ><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=IyI9d2wnGuM:8f1krKOgnzw:-BTjWOF_DHI" alt="" border="0" /></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=IyI9d2wnGuM:8f1krKOgnzw:qj6IDK7rITs" ><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" alt="" border="0" /></a></div>
<p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/IyI9d2wnGuM" alt="" width="1" height="1" /></p>
<p>Veja o <a href="http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/IyI9d2wnGuM/"title="Quando virá o próximo bull market?"  rel="nofollow" target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Diversificação nos Investimentos</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 12:58:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Nassato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando o assunto é investir seu dinheiro, ao contrário do que se imagina, o que mais conta é a capacidade do investidor de estabelecer uma estratégia e segui-la à risca. Ainda que o mercado financeiro registre flutuações constantes, o mesmo não deve acontecer com a sua estratégia de investimento, especialmente quando o objetivo é investir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Quando o assunto é investir seu dinheiro, ao contrário do que se imagina, o que mais conta é a capacidade do investidor de estabelecer uma estratégia e segui-la à risca. Ainda que o mercado financeiro registre flutuações constantes, o mesmo não deve acontecer com a sua estratégia de investimento, especialmente quando o objetivo é investir no longo prazo. Ao contrário das dietas alimentares, que mudam a cada ano e prometem resultados cada vez mais milagrosos, na hora de investir o que mais importa é a disciplina com que o investidor segue a sua estratégia. E quando se fala em estratégia, uma regra deve sempre prevalecer: a diversificação dos investimentos.</span></p>
<p>A diversificação implica no investimento do seu dinheiro em mais de um tipo de aplicação, permitindo que, em caso de forte oscilação dos mercados financeiros, as perdas registradas em algumas aplicações sejam compensadas pelos ganhos em outras. Diante disto, fica fácil entender que o maior benefício da diversificação é o de reduzir a volatilidade das suas aplicações. Por volatilidade entende-se o grau de variação do retorno da aplicação. Portanto, aplicações mais voláteis são aquelas em que é mais difícil prever o retorno, e vice-versa. Como a intenção da diversificação é garantir que perdas em uma aplicação sejam compensadas por ganhos em outras, é preciso entender a dinâmica das várias categorias de investimento, de forma a escolher aplicações que não tenham tendência de subir ou cair ao mesmo tempo. Para quem investe em ações, uma forma de diversificar é aplicar o dinheiro em ações de indústrias distintas, que não sejam afetadas pelas mesmas variáveis. Por exemplo: enquanto juros altos prejudicam o setor varejista e de consumo, eles favorecem o setor financeiro. Assim, pode-se dizer que uma forma de diversificação é aplicar em ações destes dois setores.</p>
<p>Ainda que seja possível diversificar, dentro de uma única categoria de investimento, como exemplificamos acima no caso das ações, o ideal é aplicar seu dinheiro em categorias distintas, direcionando uma parcela para aplicações em renda fixa, como poupança, CDB, fundo DI, etc., e outra para aplicações em renda variável, como ações, câmbio, ouro, imóveis, etc. Para determinar o percentual correto dos seus investimentos que deve ser direcionado para aplicações em renda fixa ou renda variável é preciso ter respostas para algumas perguntas. Algumas muito importantes, por exemplo, são: saber por quanto tempo você pretende deixar o dinheiro aplicado, quanto pretende investir e qual o risco que está disposto a correr.</p>
<p>É importante ressaltar, contudo, que mesmo adotando uma estratégia diversificada de investimento você não está completamente livre de risco. A diversificação não garante que você ganhará mesmo quando o mercado estiver em queda, mas sim que suas perdas serão menos acentuadas do que as do resto dos investidores. Desta forma, pode-se dizer que a diversificação não elimina, mas sim minimiza, o risco a que você se expõe ao investir seu dinheiro.</p>
<div><img src="https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5381651373676863012-8425189645252465267?l=guilhermenassato.blogspot.com" alt="" width="1" height="1" /></div>
<p>Veja o <a href="http://guilhermenassato.blogspot.com/2012/01/diversificacao-nos-investimentos.html"title="Diversificação nos Investimentos"  rel="nofollow" target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		</item>
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		<title>Como acontece o lucro ou perda no mercado de ações.</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 16:20:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jônatas Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tenho percebido que muitos ficam na dúvida em como se dá o lucro ou perda no mercado de ações. Através desde texto espero que você, iniciante na bolsa de valores, entenda todo o processo e assim evite perdas por vendas precipitadas em hora errada. Uma ação representa o valor intrínseco da menor parte de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho percebido que muitos ficam na dúvida em como se dá o lucro ou perda no mercado de ações. Através desde texto espero que você, iniciante na bolsa de valores, entenda todo o processo e assim evite perdas por vendas precipitadas em hora errada.</p>
<p>Uma ação representa o valor intrínseco da menor parte de uma empresa de capital aberto. O valor que esta ação é negociada diariamente no pregão depende do valor atual dela e da possibilidade de ganhos futuros que os compradores acreditam que a empresa possua. Quando compramos uma ação, pagamos o valor pelo qual ela está sendo negociada naquele momento, no dia e hora da compra. Mas diversos acontecimentos podem ao longo do dia, dias, meses e anos, alterar o preço da ação. Enquanto eu mantiver a ação que comprei não tenho nem lucro e nem perda. Só realizo o lucro ou prejuízo ao vender o papel.</p>
<p>Diversos fatores macro e microeconômicos fazem o preço de uma ação subir ou descer. Assim como fatores especulativos. O lado psicológico tem grande influência no frenético mercado de ações.</p>
<p>Você pode comprar ações de uma dada empresa hoje e alguns dias depois ser anunciado por esta empresa o fechamento de um contrato bilionário e com isto o preço do papel subir, pois os compradores acreditam que com o novo contrato a empresa irá produzir mais e aumentar sua lucratividade. Perceba que simplesmente a possibilidade de ganho futuro faz a ação valorizar-se. O mercado reflete tendências e não somente a realidade atual.</p>
<p>O contrário também acontece, você compra ações de uma empresa hoje e dias depois é divulgado pela mídia que foi encontrado problemas operacionais na empresa, ou mesmo que seu presidente foi acusado de assédio, ou ainda que o governo lançará medidas legais que serão desfavoráveis ao setor em que a empresa opera. Estas más notícias tem reflexo imediato, muitos ao tomarem conhecimento querem se desfazer dos papeis que possuem, começam a vender as ações e seu preço despenca.</p>
<p>A queda de um avião de uma companhia área faz o preço de seus papeis despencarem em questão de minutos.</p>
<p>O valor que um papel está sendo negociado só terá reflexo efetivo no seu bolso quando você realizar a venda. Se você o comprou por <em>xis</em> reais e no dia seguinte ele sofreu uma perda de 20%, não significa que você perdeu 20% do seu dinheiro. Você só perderá se realizar a venda. Pode ser que com o passar dos dias o preço volte a subir, ou mesmo que ele caia ainda mais.</p>
<p><strong>Quando comprar ou vender uma ação?</strong></p>
<p>Esta é a resposta que todo investidor gostaria de ter. O ideal é sempre comprar na baixa e vender na alta. Agora saber quando o preço chegou ao fundo do poço ou mesmo quando ele atingiu seu maior valor e passará a cair é impossível, é especulação.</p>
<p><strong>O que fazer então?</strong></p>
<p>Compre boas empresas. Não que isto seja garantia de sucesso, pois diversos fatores nos quais a empresa não tem controle alteram o preço da ação: são fatores econômicos mundiais, medidas regulatórias setoriais, descobertas tecnológicas, novos entrantes no ramo de negócio, etc. Mas é mais provável se lucrar comprando uma boa empresa do que comprando uma empresa que está mal das pernas.</p>
<p>A análise fundamentalista, que avalia os fundamentos da empresa, é uma metodologia para averiguar quão atrativa é a empresa e seu preço de mercado hoje. Já escrevi dois textos sobre a análise, você pode lê-los clicando <a href="http://www.efetividade.blog.br/2010/06/25/o-que-e-analise-fundamentalista/" target="_blank">aqui</a> e <a href="http://www.efetividade.blog.br/2011/05/09/analise-fundamentalista-na-escolha-de-acoes/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><strong>Diversifique</strong></p>
<p>Como não temos bola de cristal e não sabemos quais ações irão valorizar-se ao longo dos meses é errado depositar seu dinheiro em poucos papeis, o mais sensato é diversificar, ou seja, comprar vários papeis de empresas diferentes e de setores econômicos distintos.</p>
<p><strong>Os ETFs</strong></p>
<p>ETFs (Exchance Tranded Funds) são fundos que espelham índices. Para simplificar vou dizer que é uma única <em>ação</em> que representa várias ações.</p>
<p>Deixa eu ser mais claro…</p>
<p>Para facilitar (ou seria complicar) a vida do investir existem alguns índices. Os índices procuram agrupar ações de determinado setor da economia ou grupos específicos. Existem índices de pequenas empresas, os das empresas mais negociadas (líquidas), índices de empresas de consumo e assim vai. Um índice contem ações de dezenas de empresas diferentes.</p>
<p>O índice BOVESPA, que é o mais conhecido, reflete as empresas mais negociadas na BOVESPA. Existe um ETF que replica o índice. Quando compramos O ETF BOVA11 na verdade estamos comprando todo o índice BOVESPA.</p>
<p>É claro que poderíamos comprar ações das mais de 60 empresas que fazem parte do índice, mas pense nos gastos proporcionais para cada compra. Comprando um ETF temos apenas um custo, pois ele é negociado como uma única ação.</p>
<p>Outra vantagem do ETF é a diversificação. O risco é diluído entre todas as empresas que o ETF representa.</p>
<p><strong>Concluindo…</strong></p>
<p>Muito se fala em estratégias de investimento. Análises e mais análises para ver qual empresa comprar. Isto é atividade para profissional, o que não deve ser o caso de quem está lendo este texto. Para nós investidores amadores e que desejamos não perder antes de ganhar, o melhor é comprar um ETF que reflete todo um índice ao invés de se arriscar comprando papeis individuais e ver a empresa ir para bancarrota.</p>
<p>É claro que não há emoção, não fazemos análises, não tem discussão com o amigo especialista e coisas do gênero, mas estou cada vez mais convencido que é a melhor escolha, a melhor forma de construir um sólido patrimônio ao longo dos anos no mercado financeiro.</p>
<p>Pense nisso!</p>
<p>Related posts:</p>
<ol>
<li><a href="http://www.efetividade.blog.br/2011/02/19/cabe-a-corretora-orientar-seus-clientes-quando-aos-riscos-do-mercado-de-acoes/"title="Cabe à corretora orientar seus clientes quando aos riscos do mercado de ações?"  rel="bookmark">Cabe à corretora orientar seus clientes quando aos riscos do mercado de ações?</a></li>
<li><a href="http://www.efetividade.blog.br/2010/09/29/simuladores-de-investimento-para-conhecer-o-mercado-de-acoes-na-pratica/"title="Simuladores de investimento para conhecer o mercado de ações na prática"  rel="bookmark">Simuladores de investimento para conhecer o mercado de ações na prática</a></li>
<li><a href="http://www.efetividade.blog.br/2011/06/01/com-apenas-50-reais-voce-aprende-a-investir-em-acoes/"title="Com apenas 50 reais você aprende a investir em ações."  rel="bookmark">Com apenas 50 reais você aprende a investir em ações.</a></li>
</ol>
<p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blog/cQgW/~4/jCYa9KnKSeo" alt="" width="1" height="1" /></p>
<p>Veja o <a href="http://feedproxy.google.com/~r/blog/cQgW/~3/jCYa9KnKSeo/"title="Como acontece o lucro ou perda no mercado de ações."  rel="nofollow" target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Volatilidade é risco?</title>
		<link>http://financaspessoais.blog.br/financas-pessoais/artigos/fabio-portela/2011/11/17/volatilidade-e-risco/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 14:53:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Portela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fábio Portela]]></category>
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		<description><![CDATA[Texto publicado orignalmente em O pequeno investidor Volatilidade é risco? Não tenha medo da volatilidade. Muitas pessoas acreditam que o investimento em ações é arriscado porque os preços variam demais. Num mês a ação vale R$ 30, no outro, R$ 25, no outro R$ 35… por isso, preferem a renda fixa, que traz maior estabilidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cIUlewPQ21Vlxn5ngOOlzi_6lhg/0/da" ><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cIUlewPQ21Vlxn5ngOOlzi_6lhg/0/di" alt="" ismap="ismap" border="0" /></a><br />
Texto publicado orignalmente em <a href="http://opequenoinvestidor.com.br" class="extlink">O pequeno investidor</a></p>
<p><a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/11/volatilidade-e-risco/" class="extlink">Volatilidade é risco?</a></p>
<p>Não tenha medo da <em>volatilidade</em>. Muitas pessoas acreditam que o <a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/06/acoes-em-baixa-o-que-fazer/"title="Ações em baixa… o que fazer?"  class="extlink">investimento em ações</a> é arriscado porque os preços variam demais. Num mês a ação vale R$ 30, no outro, R$ 25, no outro R$ 35… por isso, preferem a renda fixa, que traz maior estabilidade e, portanto, maior segurança. Num mês, a quota de um fundo de renda fixa vale R$ 10, no mês seguinte, R$ 10,10, e depois, R$ 10,20. Mas será a <span style="text-decoration: underline;">volatilidade</span> um conceito adequado de risco?</p>
<h2><strong>As ações podem trazer maior rentabilidade por causa da volatilidade, e não apesar dela</strong></h2>
<p>É, eu não estou maluco. <a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/12/risco-sem-o-s-de-seguranca-nao-significa-rico-e-suicidio/"title="Risco, sem o “s” de segurança, não significa rico: é suicídio"  target="_blank" class="extlink">Você só pode ganhar muito dinheiro com as ações porque a volatilidade existe</a>. Se ela não existisse, não haveria como você tirar proveito do mercado e de suas oscilações. E vou provar isso com um exemplo que, à primeira vista, é absurdo.</p>
<p>Olhe a maluquice que eu vou tentar provar: que uma ação que pague 5% de dividendos sobre o valor de sua cotação a cada ano e se valorize apenas 50% em DEZENOVE anos pode ter uma rentabilidade maior do que um título de renda fixa que pague 10% ao ano, ininterruptamente. Você duvida? Então me acompanhe.</p>
<p>Em primeiro lugar, olhe esses dois gráficos, que ilustram a flutuação dos preços dos dois investimentos:</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2011/11/wpid-vol1-2011-11-14-00-00.jpg" alt="volatilidade" width="331" height="286" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter" src="https://lh5.googleusercontent.com/_ir9gEJEM3Bo-FH7gImTP6YbHzROKE3IFTZaG0F_HHhKdZE1iVlqU93PTG19H_CKuy9TlaowEFGLOIPNzHRXGCU7SJY655Aifyoc3KKonp6x62wBNOw" alt="" width="431px;" height="347px;" /><br />
“Ah, Fábio, fala sério! Você ainda vai insistir nessa maluquice de que quem investiu em <a href="http://opequenoinvestidor.com.br/category/acoes/" class="extlink">ações</a> conseguiu aumentar mais seu patrimônio do que alguém que investiu na renda fixa? O preço das ações mal saiu do lugar!!”Insisto, leitor. E logo você vai entender o porquê. No caso, eu assumi as seguintes premissas: cada investidor reinveste os lucros obtidos (os dividendos recebidos, no caso da ação, e os juros, no caso da renda fixa). No caso das ações, os dividendos são usados para comprar mais ações; e na renda fixa, eles são incorporados ao valor das quotas.Agora, dê uma olhada nos seguintes gráficos, que retratam a evolução do patrimônio de cada investidor:<img class="aligncenter" src="https://lh6.googleusercontent.com/vBgW3LzVN-g2bcGJKTCLz3Zf3rz_V_GOXjK07Ae1fu-TQ0P5xFQ3LkX3R8RS_ymxS_7SdxG3cf2HSPh_iZ5WW9bSmqi-S2hALq4bMG7UbVpt27nJn9s" alt="" width="437px;" height="361px;" /></p>
<p dir="ltr"><img class="aligncenter" src="https://lh5.googleusercontent.com/SmS_b4dMCS1S83tiUPdzCNKCDeAb4udUzvgO1wTY_LBlxShmUHwjW1-09GeqyTE0lRAUPTT_W9qssXK7LNf8jMizfcjgdzN5hgW7JiPxp5FxWmZBFDM" alt="" width="443px;" height="361px;" /></p>
<p>Agora, você já começou a enxergar o que eu queria dizer. Quem investiu em ações acumulou, investindo R$ 19.000,00 ao longo dos 19 anos (R$ 1.000 por ano), R$ 67.943,46, uma rentabilidade total de 257,6% (ou 6,94% ao ano). Quem investiu na renda fixa, por sua vez, aplicou a mesma quantia, mas colheu apenas R$ 51.159,09 (169,26%, ou 5,35% ao ano). Antes que você me pergunte porque a rentabilidade é inferior aos 10% que eu havia falado, eu explico: é que, como o investidor aplica recursos todo ano, as últimas aplicações “rendem menos” do que as primeiras. A primeira aplicação de quem investiu em renda fixa vai ter rendido, ao longo dos 19 anos, o equivalente a 511%. Mas a última aplicação da série, realizada no ano 19, não teria rendido nada (em nosso modelo, computamos a rentabilidade de um ano após o ano seguinte). Na média de todas as aplicações, chegamos aos resultados afirmados.Você duvida dos resultados? Então veja a planilha de cálculos:</p>
<div><img src="https://lh5.googleusercontent.com/Qc57iHSeXwGJnekLoky80ZAflwjZ_x_76RrsaOyIaFqFfLKI0JwEg3cFD1TcTK5gt68Z7RarH0iDcMed9YQAOaP3ZrO35gYr6BKXQFt90eiUQAvXfek" alt="" width="676px;" height="441px;" /></div>
<p>Como mostrado nos gráficos, quem investiu em ações teve um patrimônio 33% maior do que quem investiu em renda fixa – mesmo que o preço final das ações tenha subido muito menos do que o preço da renda fixa. Mas que maluquice é essa?</p>
<h3 dir="ltr">Volatilidade… a única responsável pelo rendimento excessivo das ações</h3>
<p>Pois é. A volatilidade, ao invés de aumentar o risco do investimento, o diminuiu substancialmente. Por que isso aconteceu? Por duas razões: (i) nosso investidor era um sujeito esperto, que investiu pensando no longo prazo. Ele não retirou o dinheiro na primeira crise, mas seguiu reinvestindo os dividendos disciplinadamente. Além disso, (ii) a volatilidade das ações levou o investidor a comprar ações a preços bastante distintos. Em um ano, comprava mais caro, no outro, mais barato. E isso o levou a ter um bom <a href="http://opequenoinvestidor.com.br/tag/preco-medio/" class="extlink">preço médio</a> ao longo do tempo, mais baixo do que os preços pagos pelo investidor que aplicou todos os seus recursos em renda fixa – que sempre teve que pagar um preço mais alto a cada ano.Ou seja, apesar de a renda fixa ter tido uma rentabilidade mais estável, as ações não precisaram se valorizar tanto para dar retornos muito superiores. Obviamente, se ambos os investidores tivessem investido todos os R$ 19.000 no primeiro ano, o resultado seria diferente e quem tivesse aplicado em renda fixa estaria em vantagem. A rentabilidade acompanharia os primeiros gráficos, que apontavam maior crescimento patrimonial no caso da renda fixa. E tudo por causa da volatilidade.Mas não é assim que funciona no mundo real: ninguém pega R$ 100.000 e aplica de uma só tacada. As pessoas vão economizando paulatinamente, acumulando recursos e os investindo ao longo de sua vida produtiva. E, se você investe assim, não se preocupe: a volatilidade é sua aliada, não sua inimiga.</p>
<p>Veja o <a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/11/volatilidade-e-risco/" class="extlink">artigo original no site do autor.</a></p>
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		<title>Quem disse que só se obtém resultados com a Bolsa em Alta?</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 12:10:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Paixao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Oi pessoal, tudo bom? Recebi essa matéria da nossa parceira Elaine Mello da PYXS Academia de Investimentos e percebi que nem sempre só ganhamos na Bolsa quando ela esta em alta, parece loucura o que estou falando?  Então leia e entenda como. Segue a matéria: Beijos e ótima semana Luciana Paixão® Veja o artigo original no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi pessoal, tudo bom?</p>
<p>Recebi essa matéria da nossa parceira Elaine Mello da <strong><span>PYXS Academia de Investimentos </span></strong><span>e </span>percebi que nem sempre só ganhamos na Bolsa quando ela esta em alta, parece loucura o que estou falando?  Então leia e entenda como.</p>
<p>Segue a matéria:</p>
<p><a href="http://mulheresinvestidoras.files.wordpress.com/2011/11/1.jpg" ><img class="aligncenter size-full wp-image-457" title="Mercado Vendido" src="http://mulheresinvestidoras.files.wordpress.com/2011/11/1.jpg?w=640&amp;h=900" alt="" width="640" height="900" /></a></p>
<p><a href="http://mulheresinvestidoras.files.wordpress.com/2011/11/2.jpg" ><img class="aligncenter size-full wp-image-458" title="Mercado Vendido" src="http://mulheresinvestidoras.files.wordpress.com/2011/11/2.jpg?w=640&amp;h=900" alt="" width="640" height="900" /></a></p>
<p><a href="http://mulheresinvestidoras.files.wordpress.com/2011/11/3.jpg" ><img class="aligncenter size-full wp-image-459" title="Mercado Vendido" src="http://mulheresinvestidoras.files.wordpress.com/2011/11/3.jpg?w=640&amp;h=900" alt="" width="640" height="900" /></a></p>
<p>Beijos e ótima semana</p>
<p><strong><span>Luciana Paixão®</span></strong></p>
<p><a href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mulheresinvestidoras.wordpress.com/455/"rel="nofollow"  ><img src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mulheresinvestidoras.wordpress.com/455/" border="0" alt="" /></a> <a href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mulheresinvestidoras.wordpress.com/455/"rel="nofollow"  ><img src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mulheresinvestidoras.wordpress.com/455/" border="0" alt="" /></a> <a href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mulheresinvestidoras.wordpress.com/455/"rel="nofollow"  ><img src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mulheresinvestidoras.wordpress.com/455/" border="0" alt="" /></a> <a href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mulheresinvestidoras.wordpress.com/455/"rel="nofollow"  ><img src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mulheresinvestidoras.wordpress.com/455/" border="0" alt="" /></a> <a href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mulheresinvestidoras.wordpress.com/455/"rel="nofollow"  ><img src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mulheresinvestidoras.wordpress.com/455/" border="0" alt="" /></a> <a href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mulheresinvestidoras.wordpress.com/455/"rel="nofollow"  ><img src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mulheresinvestidoras.wordpress.com/455/" border="0" alt="" /></a> <a href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mulheresinvestidoras.wordpress.com/455/"rel="nofollow"  ><img src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mulheresinvestidoras.wordpress.com/455/" border="0" alt="" /></a> <img src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mulheresinvestidoras.wordpress.com&amp;blog=13440754&amp;post=455&amp;subd=mulheresinvestidoras&amp;ref=&amp;feed=1" border="0" alt="" width="1" height="1" /></p>
<p>Veja o <a href="http://mulheresinvestidoras.wordpress.com/2011/11/03/quem-disse-que-so-se-obtem-resultados-com-a-bolsa-em-alta/"title="Quem disse que só se obtém resultados com a Bolsa em Alta?" rel="nofollow"  target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vai Fundo!</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 11:54:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hot Money</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muito se discute sobre o tema Fundo de Investimento, mas as pessoas continuam não tendo ideia do que se trata quando seus gerentes teimam em oferecer esse produto aos clientes. O que afinal são os fundos de investimento? Os fundos tradicionais do seu banco são criados com várias pessoas investindo juntas. Isso quer dizer que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se discute sobre o tema <strong>Fundo de Investimento</strong>, mas as pessoas continuam não tendo ideia do que se trata quando seus gerentes teimam em oferecer esse produto aos clientes. O que afinal são os fundos de investimento?</p>
<p>Os fundos tradicionais do seu banco são criados com <strong>várias pessoas investindo juntas</strong>. Isso quer dizer que um fundo é um <strong>“juntadão” de dinheiro</strong> de várias pessoas conhecidas ou não.</p>
<div><img class="size-full wp-image-6468" title="Todos juntos somos fortes!" src="http://www.portalhotmoney.com/wp-content/uploads/2011/11/Apresenta%C3%A7%C3%A3o1-e1320345290690.png" alt="Fundo de , Taxa CDI, TAxa de Administração, Taxa de Performance, Poupança, Dinheiro, Ação, Referenciado DI" width="415" height="217" />&#8220;Cada um bebe só a sua parte, hein!&#8221; &#8211; Foto: pfiesta | http://www.sxc.hu/photo/1114412 |</p>
</div>
<p>A ação da <a href="http://www.portalhotmoney.com/colunas/mercadodeacoes/mercado-acoes-quem-nao-tem-dinheiro"title="Mercado de ações pra quem não tem grana!"  target="_blank" class="extlink"><strong>Petrobrás (PETR4)</strong> </a>está custando hoje <strong>R$ 21,57</strong> e o lote mínimo é de 100 ações, ou seja, com exceção do mercado fracionário, você deveria ter <strong>R$ 2.157,00 para investir nas ações da Petrobrás</strong>, é muito dinheiro, não é?</p>
<p>Então você se lembra de alguns amigos que também estavam querendo comprar as ações da Petrobrás. Se você conseguir juntar 4 amigos, vocês pagarão <strong>R$ 439,40</strong> para comprar as mesmas 100 ações da Petrobrás e acabaram de constituir um fundo! Legal né?</p>
<p>O fundo serve pra isso mesmo. Varias pessoas juntam suas economias em um mesmo banco (Administrador) e conseguem <strong>comprar diversos produtos financeiros que não conseguiriam se estivessem sozinhos!</strong> É como se fosse uma vaquinha que você faz na firma para apostar na Mega-Sena.</p>
<p>No entanto, quando você compra as ações da Petrobrás você se torna acionista, mas no caso dos fundos de investimento, você considera apenas sua participação no fundo. No mercado financeiro é chamado de <strong>cotista, aquele que possui cotas (pedaços) de um todo.</strong></p>
<p>Só tem um ponto importante nessa história! No exemplo, você e os seus 4 amigos contribuíram com a <strong>mesma quantia</strong>, ou seja, todos tem a<strong> mesma participação no “prêmio”</strong>, certo?</p>
<p>No exemplo, todos têm 20% de participação no fundo ou poderia ser 20 cotas. Se você tivesse contribuído com metade do valor total na vaquinha (R$ 1.098,50), teria uma participação de 50% ou 50 cotas e seus 4 amigos apenas 12,5% ou 12,5 cotas cada um.</p>
<p>É simples assim:<strong> Fundo de Investimento = Vaquinha.</strong></p>
<p>Claro, na vida real tudo é mais chato! Então você vai precisar ler os tópicos abaixo para entender todos os participantes e conceitos que envolvem esse tipo de investimento.</p>
<hr /><span><strong>Cota:</strong></span> Menor parte do valor total que o fundo tem para investir (Patrimônio)</p>
<p><span><strong>Cotista:</strong></span> Você ou quem mais compre as cotas do fundo</p>
<p><span><strong>Administrator:</strong></span> [...]</p>
<p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/hotmoneybrasil/~4/O0A6k2V1HRU" alt="" width="1" height="1" /></p>
<p>Veja o <a href="http://feedproxy.google.com/~r/hotmoneybrasil/~3/O0A6k2V1HRU/vai-fundo"title="Vai Fundo!" rel="nofollow"  target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Nem sempre vender ações na baixa é um mau negócio</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 12:34:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guterman</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marcia, uma leitora do blog, fez-me esta pergunta. Sua situação é a seguinte: ela tem Petrobrás em um fundo FGTS desde o ano 2000. Há alguns meses, ela comprou um apartamento, e vai quitá-lo com o dinheiro do FGTS daqui a um ano e meio. Atualmente, mesmo depois da queda da bolsa, ela tem um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Marcia, uma leitora do blog, fez-me esta pergunta. Sua situação é a seguinte: ela tem Petrobrás em um fundo FGTS desde o ano 2000. Há alguns meses, ela comprou um apartamento, e vai quitá-lo com o dinheiro do FGTS daqui a um ano e meio. Atualmente, mesmo depois da queda da bolsa, ela tem um pouco mais do que o necessário no FGTS para quitar o apartamento. Pergunta: ela deve transferir estes recursos de volta para o FGTS, e aceitar um rendimento de TR + 3% ao ano?</span><br />
<span> </span><br />
<span>A resposta é um sonoro SIM. Na verdade, ela já deveria ter feito isso antes, assim que fechou a compra do apartamento, mas nunca é tarde para tomar uma decisão inteligente de investimentos. E esta é uma decisão inteligente por um conjunto de motivos:</span><br />
<span><br />
</span> <span>1) Estes recursos já estão compromissados. Se faltar dinheiro no dia da quitação, a nossa investidora terá que complementar do seu próprio bolso. Não haverá a alternativa de &#8220;esperar mais um pouco para ver se a bolsa se recupera&#8221;. Investimento em ações não pode ter hora marcada para ser resgatado.</span><br />
<span> </span><br />
<span>2) Marcia tem Petrobrás desde o ano 2000. Desde então, o retorno foi de aproximadamente 17% ao ano, mesmo com as quedas recentes. Portanto, bem acima da TR + 3% ao ano que teria rendido no FGTS. Não dá para reclamar, não é mesmo? (Observação: esta rentabilidade foi obtida no site <a href="http://www.comdinheiro.com.br/" class="extlink">Com Dinheiro</a>, muito boa fonte de consulta).</span><br />
<span><br />
</span> <span>3) Imagine o contrário: você tem o seu dinheiro no FGTS, rendendo TR + 3% ao ano, e lhe é oferecida a oportunidade de migrar uma parcela para Petrobrás. Você migraria, sabendo que tem um compromisso para quitar daqui a um ano e meio? Provavelmente não. Então, porque não fazer o contrário, ou seja, migrar das ações para a renda fixa?</span><br />
<span><br />
</span></p>
<p>[...]</p>
<p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/kbEkd/~4/H33qPPkW8hY" alt="" width="1" height="1" /></p>
<p>Veja o <a href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/kbEkd/~3/H33qPPkW8hY/nem-sempre-vender-acoes-na-baixa-e-um.html"title="Nem sempre vender ações na baixa é um mau negócio" rel="nofollow"  target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Como ficar milionário</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 12:08:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Nassato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A maioria das pessoas que são ricas conseguiram se tornar milionárias não porque tem um salário muito alto, mas porque sabem poupar o dinheiro. Não existe mágica nenhuma, a receita é simples, você só precisa de paciência para esperar e disciplina poupar uma pequena quantia durante alguns anos de suas vidas. O segredo está em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span><span> </span></span></div>
<p><span><span>A maioria das pessoas que são ricas conseguiram se tornar milionárias não porque tem um salário muito alto, mas porque sabem poupar o dinheiro. Não existe mágica nenhuma, a receita é simples, você só precisa de paciência para esperar e disciplina poupar uma pequena quantia durante alguns anos de suas vidas. O segredo está em não gastar agora para gastar depois.<br />
</span></span><span>Vamos imaginar um jovem de 18 anos que trabalha e recebe um salário mínimo. Este jovem leu este artigo e resolveu poupar R$ 120,00 por mês (equivalente a R$ 4,00). Este jovem ficou por 40 anos juntando R$ 120,00 todos os meses até completar 53 anos de idade. Vamos supor que durante estes anos ele conseguiu manter o dinheiro em uma aplicação que rendia 1% ao mês (uma aplicação mista de renda fixa e renda variável atinge essa porcentagem). Este jovem irá se aposentar com R$ 1.164.122,00.E se este jovem resolvesse continuar juntando dinheiro até completar 63 anos seu patrimônio seria superior a 3 milhões de reais.<br />
</span>E para começar a poupar a única coisa que você precisa é abrir uma conta bancária em qualquer banco e começar a aplicar o seu dinheiro na poupança. Com o passar do tempo e com o crescimento do valor poupado você pode aplicar seu dinheiro em fundos que ofereçam rentabilidade maior que a da poupança, aí você pode contratar o serviço de um consultor financeiro.<br />
É importante que você perceba como é vantajoso juntar dinheiro para comprar seus sonhos a vista e como o tempo trabalha a seu favor. Já nos empréstimos e financiamentos a situação é o contrário, essa é a solução dos impacientes e dos indisciplinados, ou seja, pessoas que não sabem esperar para poupar o dinheiro que precisam para comprar um carro, comprar uma casa, comprar eletrodoméstico. Quem aprende a juntar dinheiro ganha 3 vezes. Ganha a primeira porque dinheiro rende juros, ganha duas vezes porque quem compra à vista pede desconto e paga preço menor e ganha pela terceira vez porque quem compra a vista não precisa pagar juros, IOF, correção monetária e taxas para os bancos e financeiras.<br />
Então porque pagar prestações se você mesmo pode juntar seu dinheiro pagando prestações a você mesmo, depositando suas parcelas na sua poupança para poder comprar seu carro ou sua casa à vista?<br />
Veja o <a href="http://guilhermenassato.blogspot.com/2011/07/como-ficar-milionario.html" class="extlink">artigo original no site do autor.</a></p>
<p><span> </span></p>
<div><span></p>
<p></span></div>
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		<title>Bolsa x Renda Fixa: a eterna batalha</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 11:29:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guterman</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A renda variável é para o longo prazo. A renda fixa é para o curto prazo. Esta é uma verdade aceita universalmente no mundo dos investimentos. Menos no Brasil. Aqui, a renda fixa ainda é rei. Reportagem publicada pela agência Estado (Renda fixa é mais rentável que a bolsa em 17 anos, diz FGV) e um post publicado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>A renda variável é para o longo prazo. A renda fixa é para o curto prazo. Esta é uma verdade aceita universalmente no mundo dos investimentos. Menos no Brasil. Aqui, a renda fixa ainda é rei.<br />
</span><span> Reportagem publicada pela agência Estado (<a href="http://economia.ig.com.br/financas/investimentos/renda-fixa-e-mais-rentavel-que-variavel-ha-17-anos-diz-fgv/n1597217242392.html" class="extlink">Renda fixa é mais rentável que a bolsa em 17 anos, diz FGV</a>) e um post publicado aqui mesmo (<a href="http://www.drmoney.com.br/2011/06/bolsa-um-quadro-pouco-animador.html" class="extlink">Bolsa: um quadro pouco animador</a>) mostram o óbvio: a renda fixa foi melhor<br />
</span><span> que a renda variável desde o início do Plano Real. E por um motivo muito simples: o Plano Real trocou a maior inflação do mundo pela maior taxa de juros do mundo. E continuamos a ser, 17 anos depois, os campeões mundiais das taxas<br />
</span><span> de juros.<br />
</span><span lang="EN-US">No entanto, post do Blog do INI &#8211; Instituto Nacional dos Investidores (<a href="http://blogdoini2011.wordpress.com/2011/07/11/ibovespa-x-renda-fixa-corrigindo-injusticas/" class="extlink">Ibovespa x Renda Fixa: corrigindo injustiças</a>) traz uma abordagem alternativa, que merece sua atenção: estudos como os realizados pelo economista entrevistado pela agência Estado, ou por mim mesmo no post acima citado, têm um defeito grave: assumem que o investidor coloca o seu dinheiro na bolsa uma única vez, e aguarda 10 anos para resgatar. Nada mais equivocado: na verdade, o investidor consciente vai colocando dinheiro na bolsa periodicamente, pois não tem a pretensão de acertar o melhor momento para entrar. O autor do post, então, monta uma planilha que simula aplicações mensais na renda fixa e na renda variável, e compara os resultados. Uma abordagem bastante criativa, que resulta em um quadro um pouco mais favorável para a renda variável no período que vai de janeiro de 1998 a junho de 2011: 16,2% ao ano para a renda variável contra 15,2% ao ano na renda fixa, calculados pela taxa interna de retorno dos investimentos.</span><span><br />
</span><span lang="EN-US">Mesmo assim, os mais críticos podem dizer: esta vitória da renda variável é muito magra, considerando o tamanho do risco envolvido. Vejamos:<br />
</span><span lang="EN-US">Volatilidade da renda fixa: 1,6% ao ano<br />
</span><span lang="EN-US">Volatilidade da renda variável: 31,4% ao ano</span><span><br />
</span><span lang="EN-US">De fato, parece que a renda variável, mesmo ganhando da renda fixa, ganhou pouco para justificar a diferença de risco. Por isso, eu ainda prefiro olhar para o conceito, e não para o passado. O Brasil ainda está em processo de transição para ser uma economia decente. Chegaremos lá, se não jogarmos fora todo o esforço feito até agora. Portanto, teremos taxas de juros cada vez mais baixas no futuro, não sem antes passar por vários altos e baixos. E o que esperar da renda variável nesse contexto?</span><span><br />
</span><span lang="EN-US">Para entender o meu ponto de vista, raciocine comigo: para obter capital para os seus negócios, as empresas têm, basicamente, duas fontes de recursos: dívidas e capital próprio. O custo da dívida são os juros a serem pagos aos credores (renda fixa) e o custo do capital são os dividendos a serem pagos aos acionistas (renda variável). Não há dúvida que os acionistas estão correndo mais risco do que os credores. Estes recebem o seu dinheiro de volta mesmo que a empresa não gere lucro (a não ser, claro, que a empresa quebre). Já os acionistas só vão receber os dividendos se a empresa gerar lucro depois do pagamento dos juros. Ou seja, os credores são os primeiros a receberem, e se sobrar, os acionistas recebem. Para assumir este risco, os acionistas vão querer uma remuneração maior do que a dos credores. É lógico, não? Se assim não fosse, os acionistas prefeririam ser credores, certo?</span><span><br />
</span><span lang="EN-US">Agora imagine um mundo onde a perspectiva dos acionistas fosse pior que a dos credores. Todo mundo seria credor, correto? Neste mundo, não haveria capital próprio, somente dívidas. Imagine todas as empresas rodando os seus negócios com 100% do seu capital emprestado. Não dá, não é mesmo? Por isso, é preciso que a remuneração esperada dos acionistas seja maior que a remuneração esperada dos credores. E maior a ponto de compensar o<br />
</span><span lang="EN-US"> risco assumido maior.</span><span><br />
</span><span lang="EN-US">- Mas Dr. Money, eu entendo esse raciocínio quando tratamos da empresa própria. Eu, se tivesse uma empresa, colocaria o meu dinheiro, e não tomaria emprestado nos bancos, pois as taxas de juros são escorchantes. Mas o que isso tem a ver com a bolsa?</span><span><br />
</span><span lang="EN-US">Tudo a ver! Você, ao investir em uma empresa, espera que o retorno seja maior do que as taxas de juros “escorchantes” dos bancos. Se não esperasse isso, aplicaria o seu dinheiro em&#8230; renda fixa! Claro que o spread bancário distorce este raciocínio: você pode ter um negócio que rende mais do que o investimento em renda fixa, mas cujo retorno é menor do que as taxas de juros cobradas pelos bancos. Mas isso não invalida o raciocínio, uma vez que estamos comparando o retorno do investimento em sua empresa com o retorno de investimentos em renda fixa.</span><span><br />
</span><span lang="EN-US">- Ok, mas ainda não consegui ver onde entra a bolsa aí.<br />
</span><span lang="EN-US">[...]<br />
</span><img src="https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5430729521675290782-6331080908068220410?l=www.drmoney.com.br" alt="" width="1" height="1" /></p>
<p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/kbEkd/~4/Dz_4A_QUI7o" alt="" width="1" height="1" /></p>
<p>Veja o <a href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/kbEkd/~3/Dz_4A_QUI7o/bolsa-x-renda-fixa-eterna-batalha.html"title="Bolsa x Renda Fixa: a eterna batalha"  target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Fundos de Capital Protegido: valem a pena?</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 13:06:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guterman</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em épocas de bolsa em baixa, há um produto que ganha ibope: os fundos de capital protegido (veja, por exemplo, reportagem da Exame aqui). Neste tipo de fundo, o investidor compra bolsa, mas limita a sua perda ao capital investido. Parece legal, não é? Você participa da alta da bolsa, mas se tudo der errado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Em épocas de bolsa em baixa, há um produto que ganha ibope: os fundos de capital protegido (veja, por exemplo, reportagem da Exame <a href="http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/fundos/noticias/como-investir-na-bolsa-sem-nenhuma-chance-de-perder?utm_medium=twitter&amp;utm_source=twitterfeed" class="extlink">aqui</a>). Neste tipo de fundo, o investidor compra bolsa, mas limita a sua perda ao capital investido. Parece legal, não é? Você participa da alta da bolsa, mas se tudo der errado, não sente aquele frio na barriga&#8230;</span><br />
<span><br />
</span><br />
<span>Como discípulos de Milton Friedman, sabemos que não existe almoço de graça. Qual a mágica, então? Simples: você não participa de toda a alta da bolsa, mas apenas de uma parcela. Vejamos um exemplo do Banco Santander, não com bolsa, mas com ouro.</span><br />
<span><br />
</span><br />
<span>O Fundo Santander PB Ouro Capital Protegido Crédito Privado tem um período de investimento que vai de 22/fevereiro/2011 a 22/agosto/2012. Ou seja, a captação do fundo ocorreu antes do dia 22/fevereiro/2011. A partir dessa data, não ocorrem mais aplicações ou resgates, e o fundo termina no dia 22/agosto/2012. São, portanto, 18 meses de aplicação. A rentabilidade final do fundo depende da rentabilidade do ouro neste período. Mas não é assim tão simples. Veja a tabela a seguir, retirada do regulamento do fundo, onde as barreiras de alta e de baixa são, respectivamente, +45% e -25%. Ou seja, se o preço do ouro, em algum momento nestes 18 meses, cair mais do que 25% ou subir mais do que 45%, dizemos que foram atingidas, respectivamente, as barreiras de baixa e de alta.</span><br />
<span><br />
</span></p>
<div><a href="http://3.bp.blogspot.com/-leoNa0qZmII/TpIc-JGO3MI/AAAAAAAAEDA/56jHPJwIe9c/s1600/Santander+Capital+Protegido.jpg" ><span><img src="http://3.bp.blogspot.com/-leoNa0qZmII/TpIc-JGO3MI/AAAAAAAAEDA/56jHPJwIe9c/s400/Santander+Capital+Protegido.jpg" border="0" alt="" width="400" height="235" /></span></a></div>
<p><span><br />
</span><br />
<span>Sabendo que Taxa Pré-Fixada citada na tabela é de 39,15%, em que cenário o investidor obtém o seu maior retorno? Vejamos o gráfico a seguir:</span><br />
<span><br />
</span></p>
<div><a href="http://3.bp.blogspot.com/-DhVaaL7DGao/TpInmoTmhBI/AAAAAAAAEDE/J_nJBeak9vM/s1600/Santander+Capital+Protegido+payoff.jpg" ><span><img src="http://3.bp.blogspot.com/-DhVaaL7DGao/TpInmoTmhBI/AAAAAAAAEDE/J_nJBeak9vM/s400/Santander+Capital+Protegido+payoff.jpg" border="0" alt="" width="400" height="240" /></span></a></div>
<p><span><br />
</span><br />
<span>Considerei o retorno do fundo APÓS o custo de oportunidade. Em 18 meses, o CDI teria acumulado algo como 18% (lembre-se que, em fevereiro, o BC ainda estava subindo a SELIC, e ninguém imaginava que, em agosto, a taxa estaria sendo cortada). Assim, ter o capital protegido significa perder 18%, pois este seria o retorno em um fundo DI ou de uma LFT no Tesouro Direto. É o que podemos ver na primeira parte da curva D/E.</span><br />
<span><br />
</span><br />
<span>Observando o gráfico, verificamos que o melhor cenário é o B/C (o ouro sobe 45% ou mais no período, mas nunca cai mais do que 25%), e fecha com retorno negativo. O cenário em que o ouro cai mais do que 25% e sobe mais do que 45% neste período também não é ruim (cenário F). </span>Por outro lado, os cenários A e  D/E só começam a ficar bons com o ouro fechando com alta superior a 15% no período.</p>
<p>Confuso? Então vejamos uma análise mais simples: este investimento contra o ouro em estado puro:</p>
<p>[...]</p>
<p>Veja o <a href="http://www.drmoney.com.br/2011/10/fundos-de-capital-protegido-valem-pena.html" class="extlink">artigo original no site do autor.</a></p>
<p><span></p>
<p>Confuso? Então vejamos uma análise mais simples: este investimento contra o ouro em estado puro:</span></p>
]]></content:encoded>
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