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	<title>Finanças Pessoais &#187; Artigos</title>
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	<description>Tudo sobre Finanças Pessoais em um só blog.</description>
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		<title>Qual é o melhor investimento com alto retorno e baixo risco?</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 20:31:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vitor Nagata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vitor Nagata]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[dicas de investimento]]></category>
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		<description><![CDATA[Já perdi a conta de quantas pessoas me fizeram a pergunta: Qual é o melhor investimento com alto retorno e baixo risco? Para o investidor iniciante faz sentido prestar atenção apenas aos fatores positivos de um investimento, mas sempre precisamos entender todos os detalhes. Muitas vezes somos pegos desprevenidos com alguma regra ou característica de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já perdi a conta de quantas pessoas me fizeram a pergunta: <strong>Qual é o melhor investimento com alto retorno e baixo risco?</strong></p>
<p>Para o investidor iniciante faz sentido prestar atenção apenas aos fatores positivos de um investimento, mas sempre precisamos entender todos os detalhes. Muitas vezes somos pegos desprevenidos com alguma regra ou característica de nosso investimento, como uma carência, imposto a pagar ou risco que não sabíamos.</p>
<p>Por este motivo respondo: <strong>Depende do seu objetivo, do que é e do que não é importante para você.</strong></p>
<p>Este artigo poderia ser muito longo, mas simplificando <span>apenas com investimentos em renda fixa (</span><a href="http://www.blogdoinvestidor.com.br/investimentos/conceitos-basicos-sobre-cdb/"title="Conceitos básicos sobre CDB | Blog do Investidor"  target="_blank" class="extlink">CDBs</a>, <a href="http://www.blogdoinvestidor.com.br/investimentos/o-que-sao-titulos-publicos/"title="O que são Títulos Públicos? | Blog do Investidor"  target="_blank" class="extlink">Títulos Públicos</a>, Debêntures e Fundos de Renda Fixa), temos 4 pilares:</p>
<ol>
<li><strong>Risco</strong>: de crédito e de mercado. Conforme explicado <a href="http://www.blogdoinvestidor.com.br/investimentos/risco-e-sempre-ruim/"title="Risco é sempre ruim? | Blog do Investidor"  target="_blank" class="extlink">neste artigo</a>, é a possibilidade de algo sair diferente do planejado. O risco de mercado acontece quando a taxa de juros (ou outro indexador de sua aplicação) varia durante o prazo do investimento e você ganha mais ou menos que o esperado inicialmente. No caso de risco de crédito, é simplesmente a possibilidade da instituição da qual você investiu falir e você não ter seu dinheiro de volta. É o famoso calote.</li>
<li><strong>Retorno</strong>: <a href="http://www.blogdoinvestidor.com.br/investimentos/benchmark-o-desempenho-esta-bom-compare/"title="Benchmark: O desempenho está bom? Compare! | Blog do Investidor"  target="_blank" class="extlink">relativo</a> (%) ao CDI e/ou atrelado a algum indexador. Lembrando que taxa de administração, tarifas e outros custos são “embutidos” nessa relação risco/retorno. Se a taxa de administração de um investimento em renda fixa é alta (Ex.: maior que 1% em fundos de renda fixa), então é necessário se arriscar mais para compensar o custo e entregar um bom retorno, isto é, possuir algum título de maior risco (como uma debênture de uma empresa mais arriscada). Atente também ao Imposto de Renda cobrado, que muitas vezes diminui com o passar do tempo.</li>
<li><strong>Liquidez: </strong>facilidade para resgatar o investimento. Alguns Bancos oferecem a famosa “liquidez no vencimento”, isto significa que o investimento <strong>não possui</strong> liquidez. Se o prazo for de 5 anos, por exemplo, você pode esquecer que você tem aquele dinheiro até o vencimento, pois mesmo na maior das urgências você não vai poder resgatar. Por isso que investimentos com menor liquidez possuem maior retorno. Há também casos com penalidades para resgate antecipado.</li>
<li><strong>Acessibilidade</strong>: valor mínimo de aplicação. É comum oferecerem um baixo retorno para investimentos com valores baixos de aplicação, e vice versa.</li>
</ol>
<h2>Eu quero um investimento com alto retorno, baixo risco, alta liquidez e aplicações mínimas baixas!</h2>
<p>Salvo exceções, nenhuma instituição financeira oferecerá os 4 itens. Isto porque para ela o investimento é um produto de venda, ou seja, ele precisa gerar retorno para continuar sendo oferecido.</p>
<p>O recomendado não é procurar o investimento com estes 4 itens, e sim o ideal <span>para você</span>. Para isto basta estudar e se planejar, para assim poder fazer a melhor escolha, ao identificar o que realmente é importante.</p>
<h2>O que escolher então?</h2>
<p>No caso de investimentos em renda fixa, o raciocínio é simples: escolha 2 ou no máximo 3 destes pilares e abra mão do que considera menos importante, ou que é indiferente.</p>
<ul>
<li>Quer a maior rentabilidade possível? Então assuma correr um pouco mais de risco e/ou planeje-se melhor para poder ter menos liquidez.</li>
<li>Quer o menor risco possível? Então não espere retornos muito superiores ao CDI.</li>
<li>Quer liquidez? Então a rentabilidade ou risco serão comprometidos.</li>
<li>Não tem muito dinheiro para aplicar? Se quiser um bom retorno, planeje-se para não precisar do dinheiro no curto prazo.</li>
<li>Gosta de se arriscar? Neste caso há muitas opções para você. Mas entenda e esteja ciente dos riscos corridos.</li>
<li>Não tem pressa para resgatar (ex.: poupando para aposentadoria)? Ótimo, procure alternativas com menor liquidez e maior retorno.</li>
</ul>
<div><a href="http://www.blogdoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/05/escolhas.jpg" ><img class="aligncenter size-large wp-image-1904" title="Muitas opções?" src="http://www.blogdoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/05/escolhas-1024x724.jpg" alt="Muitas opções?" width="655" height="463" /></a></div>
<h2>E os títulos públicos?</h2>
<p>A dúvida que pode surgir: mas e os títulos públicos que são seguros, líquidos, acessíveis e com bom retorno? Primeiramente vamos lembrar do artigo que fala sobre os <a href="http://www.blogdoinvestidor.com.br/investimentos/e-seguro-investir-em-titulos-publicos/"title="É seguro investir em títulos públicos? | Blog do Investidor"  target="_blank" class="extlink">riscos de títulos do governo</a>.  Sendo uma modalidade com o menor risco possível, acessível e com alta liquidez (semanal), então a rentabilidade deveria ser baixa, certo? <strong>Mas ela é baixa.</strong> O que acontece é que como o investidor normalmente tem pouco conhecimento sobre investimentos, os bancos comerciais costumam oferecer produtos <strong>com</strong> <strong>rentabilidade</strong> <strong>mais baixa ainda</strong>! Lembre-se: o objetivo do Tesouro Direto é democratizar o acesso a investimentos, e não maximizar o retorno para os investidores.</p>
<p>Para terminar, tem um caso que sempre utilizamos pra ilustrar esse tipo de escolha: uma vez uma moça nos perguntou qual era um investimento seguro, rentável e líquido, pois o filho dela estava completando 1 ano e ela queria começar a investir pra pagar a faculdade dele. Nossa resposta? Pra que um investimento líquido, se o horizonte do investimento é de 18 anos? Por isso que nós insistimos: pense bem no seu objetivo e no que é realmente importante para você.</p>
<p><em>Vitor Nagata é editor do <a href="http://www.blogdoinvestidor.com.br/"title="Blog do Investidor"  target="_self" class="extlink">Blog do Investidor</a></em><em> </em><em>e profissional da área de investimentos</em></p>
<div><a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/BlogInvestidor?a=UMo3dlH_U48:NyAeHqL8Zb4:yIl2AUoC8zA" ><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/BlogInvestidor?d=yIl2AUoC8zA" alt="" border="0" /></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/BlogInvestidor?a=UMo3dlH_U48:NyAeHqL8Zb4:qj6IDK7rITs" ><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/BlogInvestidor?d=qj6IDK7rITs" alt="" border="0" /></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/BlogInvestidor?a=UMo3dlH_U48:NyAeHqL8Zb4:I9og5sOYxJI" ><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/BlogInvestidor?d=I9og5sOYxJI" alt="" border="0" /></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/BlogInvestidor?a=UMo3dlH_U48:NyAeHqL8Zb4:D7DqB2pKExk" ><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/BlogInvestidor?i=UMo3dlH_U48:NyAeHqL8Zb4:D7DqB2pKExk" alt="" border="0" /></a></div>
<p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogInvestidor/~4/UMo3dlH_U48" alt="" width="1" height="1" /></p>
<p>Veja o <a href="http://feedproxy.google.com/~r/BlogInvestidor/~3/UMo3dlH_U48/"title="Qual é o melhor investimento com alto retorno e baixo risco?"  rel="nofollow" target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>O caminho da economia – Da macro à micro</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 17:58:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Siqueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões Corporativas]]></category>
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		<description><![CDATA[O investidor brasileiro, acompanhando a tendência internacional, vive uma fase de incertezas sobre onde, quando e em que investir. Com a economia globalizada e o acesso aos mercados e capitais internacionais, é natural que uma crise de um país distante, evidenciando um risco, afete diversas outras economias que nem sempre tem relação direta com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img class="aligncenter size-full wp-image-4319" title="Untitled" src="http://www.banein.com/wp-content/uploads/Untitled52.jpg" alt="" width="299" height="197" /></p>
<p align="center">O investidor brasileiro, acompanhando a tendência internacional, vive uma fase de incertezas sobre onde, quando e em que investir.</p>
<p>Com a economia globalizada e o acesso aos mercados e capitais internacionais, é natural que uma crise de um país distante, evidenciando um risco, afete diversas outras economias que nem sempre tem relação direta com a que está enferma.</p>
<p>É importante destacar que enquanto as empresas brasileiras, por mais que sejam, em sua maioria, lucrativas e crescentes se analisadas anualmente, também sofrem os reflexos da economia internacional, gerando incertezas e receios, principalmente no mercado de ações.</p>
<p>Seus valores de mercado têm caído vertiginosamente acompanhando a tendência da bolsa que, impulsionada pela incerteza no mercado europeu, com a forte crise grega e a desaceleração de outros membros como Itália e Espanha, somada a diminuição do ritmo da China e a incerteza dos EUA, faz, na totalidade, com que os investidores se amedrontem e retirem seus depósitos de aplicações de renda variável.</p>
<p>Temos, no Brasil, outro fluxo que caminha para fortalecer o desânimo do mercado que é a queda de juros e, por conseqüência, a queda de rendimento das aplicações de renda fixa, isto é, se analisada a economia em um curto prazo já que se for de longo, a tendência é que a economia se aqueça com este incentivo.</p>
<p>Em relação aos temores do mercado, o mais evidente neste momento é o da Grécia. Ainda que a economia grega não tenha um impacto significativo na comunidade européia, nem tão pouco na comunidade internacional, o receio do mercado não evidencia a sua força e sim a fragilidade da comunidade européia que, como um todo, está exposta a uma estagnação generalizada e um perigoso efeito cascata.</p>
<p>A tendência é que a <strong>Grécia</strong> desacelere ainda mais nos próximos meses até que sejam tomadas as medidas definitivas de exclusão do euro ou da austeridade necessária para permanecer na comunidade e, com isso, pode-se também enxergar que o país caminha para queda, com sucessiva estabilidade e posterior e gradativa ascensão.</p>
<p>Outro receio infundado é o da <strong>China</strong>, que corria em velocidades astronômicas e ainda permanece em alta velocidade, tendo, apenas, desacelerado um pouco, o que não é motivo para maiores receios, não, por enquanto e não por este contexto. Um crescimento acima de 7% ao ano ainda deve ser analisado como de forte impacto.</p>
<p>Agora, se analisarmos os <strong>EUA</strong>, percebo que<strong> </strong>estão em fase subestimada e subavaliada; Possuem ativos, capital financeiro e intelectual suficientes para voltar a acelerar após a forte queda que sofreram.</p>
<p>De forma mais ampla, a Europa, com toda sua riqueza acumulada, está próxima de um limite de anos com sucessivos e amplificados ganhos e que com um patrimônio sólido, busca, agora, outras oportunidades. Neste contexto, os países emergentes e suas empresas são os que apresentam melhores perspectivas de um crescimento mais coerente.</p>
<p>Em relação ao todo, não vejo uma crise generalizada que caminha para uma grande depressão e sim um ajuste para uma nova economia mundial, mais sólida, séria e previsível.</p>
<p>Se hoje estamos crescendo é sinal de que no passado não subimos onde deveríamos estar… É um caminho cíclico e natural em todo processo físico.</p>
<p>Arrisco ainda dizer que em breve alteraremos o mapa do fluxo financeiro mundial, fazendo uma distribuição mais igualitária e permitindo que os que mal caminharam até hoje, como nós, possamos dar passos em rumo dos que já caminharam muito.</p>
<p>Com este pensamento e analisando as incertezas e temores, onde aplicar e o que esperar dos rendimentos?</p>
<p>Os mais seguros, por mais simplista que pareça, são os que rendem. Esta é a evidente resposta que nem todos vêem.</p>
<p>Afirmo isto para expor que aplicações em moeda, imóveis, metais, por mais seguras que sejam em determinados momentos, geram retorno apenas com a especulação do mercado que, em movimento constante, gera alterações e permite ter lucros em períodos de crise. Não geram renda efetiva, não produzem dinheiro, não empreendem.</p>
<p>Empresas, ao contrário, geram lucros reais já que aumentam o capital em que estão construídas, assim, produzem dinheiro. Os lucros de uma empresa sólida, maiores ou menores –<em> dependendo do momento</em> – são reais, permanentes, factíveis e visíveis.</p>
<p>A busca e a visibilidade que o IPO do Facebook tem evidencia a ânsia em busca de empresas que apresentem boas perspectivas futuras… o grande problema é que estas empresas são mais facilmente encontradas fora do setor da tecnologia que é extremamente frágil e dependente de intermináveis e permanentes inovações e reconstruções.</p>
<p>Empresas de capital aberto <em>(cotadas em bolsa)</em>, limitadas ao humor do mercado, estão à mercê do imponderável já que suas cotações não seguem nenhuma lógica matemática e sim puramente emocional. Por outro lado, nas empresas que não tem seu capital aberto, encontramos oportunidades que são e estão lucrativas, crescentes e permitem lucros reais acima de 40% a.a.</p>
<p>Por todas estas razões há uma montanha de dinheiro que se acumula e caminha, partindo dos mercados mais ricos em rumo dos subdesenvolvidos, isto é, que estão em desenvolvimento. Recebo constantes investidores a procura de empresas sólidas e com perspectivas promissoras e, na proporção que este fluxo de capital aumenta, diminuem as oportunidades que são cada vez mais escassas, fruto da enorme concorrência.</p>
<p>Projetos, negócios e empresas que necessitem de capital precisam, antes, se estruturar e preparar para apresentar-se ao mercado e só após este período estarão aptas a receber aportes de investimentos e aproveitar a ótima oportunidade que as crises oferecem. Neste momento, vejo com bons olhos as oportunidades de aquisição a preços baixos e com altas perspectivas de retorno.</p>
<p>Perceba que em toda queda econômica uma ascensão futura se apresenta, assim, a dúvida se refere apenas a um aspecto temporal, isto é, quando aceleraremos novamente? Quando o momento chegar, os que estiverem mais sólidos, bem posicionados, estruturados e fortalecidos <em>(com aquisições e ampliações)</em> terão os melhores resultados.</p>
<p>Diante de tudo isso, você quer se posicionar na retaguarda e esperar o que os líderes decidirão ou irá para a vanguarda e será um dos líderes?</p>
<p>A oportunidade está aqui e é para os que a enxergarem… decida, com que olhos, você quer ver.</p>
<p>Veja o <a href="http://www.banein.com/leonardo-siqueira/o-caminho-da-economia-da-macro-a-micro/o-caminho-da-economia-da-macro-a-micro/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=o-caminho-da-economia-da-macro-a-micro"title="O caminho da economia – Da macro à micro"  rel="nofollow" target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Turismo bombando</title>
		<link>http://financaspessoais.blog.br/financas-pessoais/artigos/noticias-economicas/2012/05/18/turismo-bombando/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 17:51:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Nascimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Econômicas]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[dicas financeiras]]></category>
		<category><![CDATA[finanças pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca antes na história desse planeta teremos tantos turistas viajando por aí. Segundo o secretário-geral da Organização Mundial do Turismo (OMT), Taleb Rifai, em 2012, o número de turistas vai superar pela primeira vez a marca de 1 bilhão. Rifai participou hoje de uma reunião dos ministros do turismo dos países do G20 na cidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca antes na história desse planeta teremos tantos turistas viajando por aí.</p>
<p>Segundo o secretário-geral da Organização Mundial do Turismo (OMT), Taleb Rifai, em 2012, o número de turistas vai superar pela primeira vez a marca de <span><strong>1 bilhão</strong></span>.</p>
<p><a href="http://blogs.diariodepernambuco.com.br/economia/wp-content/uploads/2011/10/Turismo.jpg" ><img class="alignnone size-full wp-image-10828" style="float: right; margin: 10px; border: 0pt none;" title="Turismo" src="http://blogs.diariodepernambuco.com.br/economia/wp-content/uploads/2011/10/Turismo.jpg" alt="Turismo" width="325" height="282" /></a>Rifai participou hoje de uma reunião dos ministros do turismo dos países do G20 na cidade mexicana de Mérida.</p>
<p>Ele explicou que os resultados serão tão bombados porque, no primeiro trimestre, houve um crescimento de 5,8% no fluxo de  turistas. As estimativas iniciais eram de um aumento entre 3% e 4%.</p>
<p>Eu já dei minha contribuição para este bilhão de turistas nas minhas férias.</p>
<p>Se pudesse, entraria de férias de novo amanhã só para ajudar. Mas é como naquela música brega: “Vou não, posso não, minha chefe não deixa não”.</p>
<p>Veja o <a href="http://blogs.diariodepernambuco.com.br/economia/?p=12240"title="Turismo bombando"  rel="nofollow" target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>O blog não dá peixes. Quando muito, ensina a pescar</title>
		<link>http://financaspessoais.blog.br/financas-pessoais/artigos/betoveiga/2012/05/16/o-blog-nao-da-peixes.-quando-muito-ensina-a-pescar/</link>
		<comments>http://financaspessoais.blog.br/financas-pessoais/artigos/betoveiga/2012/05/16/o-blog-nao-da-peixes.-quando-muito-ensina-a-pescar/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 May 2012 21:05:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beto Veiga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Betoveiga]]></category>
		<category><![CDATA[aplicação]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[dicas de investimento]]></category>
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		<category><![CDATA[tesouro]]></category>
		<category><![CDATA[tesouro direto]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros amigos, tendo em conta o aumento forte nas perguntas sobre aplicações específicas, reitero que o objetivo do blog não é o de prestar consultoria. Meu objetivo é discutir aspectos gerais dos produtos e serviços financeiros e, adicionalmente, externar minha opinião sobre as movimentações no mercado bancário. De qualquer forma, sempre que puder fazer uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros amigos, tendo em conta o aumento forte nas perguntas sobre aplicações específicas, reitero que o objetivo do blog não é o de prestar consultoria. Meu objetivo é discutir aspectos gerais dos produtos e serviços financeiros e, adicionalmente, externar minha opinião sobre as movimentações no mercado bancário.</p>
<p>De qualquer forma, sempre que puder fazer uma descrição de alguma modalidade de investimento, estarei aqui.</p>
<blockquote><p>Prezado Beto,<br />
Tudo bem?<br />
Tenho aplicações em Tesouro Direto, e estou preocupado com as mudanças que estão ocorrendo com a taxa SELIC.<br />
Tenho dois grupos de títulos, LTN010113 e NTNB-P150515.<br />
As NTNB-P150515 foram compradas em 20/07/2011 (IPCA + 6,67% a.a). Ótima taxa, que não deverá se repetir.</p></blockquote>
<p>Sim, provável que não se repita até o vencimento, mas não há quem possa garantir isso.</p>
<blockquote><p>As LTN010113 são compostas por três lotes, compradas em 07/06/2010 (taxa de 12,10% a.a), 23/06/2010 (taxa de 12,33% a.a) e 10/12/2010 (12,52% a.a).<br />
Todos os títulos estão rendendo mais que o pactuado. Dentro em breve estarão entrando na faixa de 15% de IR.<br />
Estou pensando em vender tudo antes do vencimento, pois estarei ganhando bem mais do que aguardar a data pactuada e transformar tudo em NTNB-P150624 (IPCA + 4,45% a.a) ou NTNB-P150835 (IPCA + 4,66% a.a), garantindo deste modo altas taxas de juro por mais doze ou vinte e três anos, pois as taxas de juros deverão cair mais com a queda da SELIC.<br />
Este raciocínio está correto?</p></blockquote>
<p>Você levanta uma hipótese que não posso confirmar. Não sei se as taxas vão cair mais, menos ou se vão subir. Não gosto muito de certezas do mercado.</p>
<blockquote><p>Como não tenho intenção de vender nos próximos quatro ou cinco anos, a possibilidade de perder quando vier a vender será muito menor, estou certo?</p></blockquote>
<p>[...]<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vEe0wk6hlEPD7mpQXKbslGZ0KOk/1/da" ><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vEe0wk6hlEPD7mpQXKbslGZ0KOk/1/di" alt="" ismap="ismap" border="0" /></a></p>
<p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BetoVeiga/~4/ve9aTTiIb6s" alt="" width="1" height="1" /></p>
<p>Veja o <a href="http://feedproxy.google.com/~r/BetoVeiga/~3/ve9aTTiIb6s/"title="O blog não dá peixes. Quando muito, ensina a pescar"  rel="nofollow" target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Você e o seu salário: da paixão ao amor</title>
		<link>http://financaspessoais.blog.br/financas-pessoais/artigos/noticias-economicas/2012/05/16/voce-e-o-seu-salario-da-paixao-ao-amor/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 21:05:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Nascimento</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O tempo parece que para. Não dá para pensar em mais nada. Só em viver como se não houvesse amanhã. É uma paixão avassaladora. Você e seu salário. Pena que o relacionamento acaba rápido demais. Vai se esvaindo em meio às compras, às contas que se acumulam em cima da mesa da sala, aos gastos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogs.diariodepernambuco.com.br/economia/wp-content/uploads/2012/05/Amor-pelo-salário.jpg" ><img class="alignnone size-full wp-image-12237" style="vertical-align: text-bottom; margin: 10px; border: 0pt none;" title="Amor pelo salário. Crédito: Silvino/DP" src="http://blogs.diariodepernambuco.com.br/economia/wp-content/uploads/2012/05/Amor-pelo-salário.jpg" alt="Amor pelo salário. Crédito: Silvino/DP" width="566" height="325" /></a></p>
<p>O tempo parece que para. Não dá para pensar em mais nada. Só em viver como se não houvesse amanhã. É uma paixão avassaladora. Você e seu salário. Pena que o relacionamento acaba rápido demais. Vai se esvaindo em meio às compras, às contas que se acumulam em cima da mesa da sala, aos gastos inesperados da balada. Mas sabe como é. Paixão é paixão. E ela reacende no próximo contracheque. Para acabar de novo uma semana depois.</p>
<p>Reconheceu-se no parágrafo acima? O relacionamento com o seu salário é mesmo uma paixão avassaladora? Então talvez seja a hora tomar uma atitude e transformar esta relação em um amor maduro, daqueles de filme água com açúcar, onde dá para pagar as contas e poupar para o futuro. É chato? Em alguns momentos até pode ser, como em qualquer relacionamento “adulto” e duradouro. Mas financeiramente é muito melhor, tenha certeza.</p>
<p>“Mais do que simplesmente se entregar à essa paixão avassaladora, a pessoa que usa o salário sem pensar se expõe ao risco. Mal conhece o parceiro e já está fazendo planos de casamento. É uma receita para o desastre. Essa paixão pode virar uma grande decepção”, compara o economista Luiz Maia, professor da UFRPE e coautor do blog Educação de Bolso (blogs.diariodepernambuco.com.br/educacaodebolso). Esta situação, aponta ele, acontece mais frequentemente com dois tipos de público.</p>
<p>O primeiro é formado por aquelas pessoas que não tinham renda fixa e, de repente, começam a ganhar um dinheiro regular. Os recém-contratados, por exemplo. A paixonite também pode acometer quem recebe um up grade na carreira (e no salário). “Acham que ficam ricas e tendem a ignorar a necessidade da poupança. Pensam que, como o sol está muito forte, nunca mais vai voltar a chover. Por isso não precisam mais comprar sombrinha”, diz Maia.</p>
<p>Para o economista, quem ama o próprio salário deve pensar no longo prazo. Ainda que isso exija alguns sacrifícios. “O que a gente quer fazer é suavizar os altos e baixos na vida financeira. Ninguém quer viver numa montanha russa.” Para mudar o status do relacionamento com o salário, o educador financeiro Reinaldo Domingos – autor dos livros Terapia financeira, O menino do dinheiro e Livre-se das dívidas – recomenda uma faxina financeira.</p>
<p>“Se a pessoa não está conseguindo chegar ao fim do mês com o salário é porque está gastando mais do que ganha. É preciso rever todas as despesas, incluindo as essenciais”, reforça Domingos. O grosso da faxina dura 30 dias. Neste período, quem sofre de paixonite aguda salarial deve fazer um diagnóstico. Tudo o que é gasto deve ser anotado. Até a gorjeta dada ao garçom. Ou o cafezinho tomado depois do cinema. Aí os cortes podem começar.</p>
<p>Segundo o educador financeiro, é possível cortar entre 20% e 30% dos gastos. “De nada adianta comprar no cartão de crédito, depois não ter dinheiro para pagar e entrar no rotativo.” No processo de transformação da paixão em amor não basta cortar os excessos. É preciso mudar de atitude e estabelecer sonhos. São as metas para que o processo de poupança funcione. Segundo Domingos, os sonhos devem ser de curto (até um ano), médio (até 10 anos) e longo prazo (mais de 10 anos).</p>
<p>Todo relacionamento duradouro tem os seus riscos. A rotina é uma delas. Luiz Maia diz que é preciso sempre buscar coisas novas. “Não é para defender o comportamento de apenas poupar. Tem de saber curtir cada etapa. Não pode ter amarras, seja do lado do consumo, seja do lado da poupança.” Não é traição, portanto, pegar parte do dinheiro e fazer uma bela viagem. Ou comprar aquele objetivo de desejo. O amor não é lindo?</p>
<p><strong>* Matéria publicada na edição de 14/05 do Diario de Pernambuco</strong></p>
<p>Veja o <a href="http://blogs.diariodepernambuco.com.br/economia/?p=12236"title="Você e o seu salário: da paixão ao amor"  rel="nofollow" target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>O dono do mundo</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 18:04:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Nascimento</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sétimo homem mais rico do mundo (segundo o levantamento anual da revista Forbes), Eike Batista encontrou mais um lugar para colocar parte da fortuna de US$ 30 bilhões. O ex-marido de Luma de Oliveira comprou metade do Rock in Rio. Não foi divulgado o valor investido. A coletiva para anúncio da parceria entre a holding [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogs.diariodepernambuco.com.br/economia/wp-content/uploads/2012/05/Dono-do-mundo.jpg" ><img class="alignnone size-full wp-image-12216" style="float: right; margin: 10px; border: 0pt none;" title="Dono do mundo" src="http://blogs.diariodepernambuco.com.br/economia/wp-content/uploads/2012/05/Dono-do-mundo.jpg" alt="Dono do mundo" width="299" height="320" /></a>Sétimo homem mais rico do mundo (segundo o levantamento anual da revista Forbes), Eike Batista encontrou mais um lugar para colocar parte da fortuna de US$ 30 bilhões.</p>
<p>O ex-marido de Luma de Oliveira comprou metade do Rock in Rio. Não foi divulgado o valor investido.</p>
<p>A coletiva para anúncio da parceria entre a holding IMX, braço de entretenimento do grupo EBX, e o empresário Roberto Medina aconteceu hoje, no Rio.</p>
<p>A coletiva também serviu para o anúncio dos novos projetos da marca Rock in Rio. No ano que vem, por exemplo, a Mocidade Independente de Padre Miguel vai contar, cantar (e sambar) a história do festival na Marquês de Sapucaí.</p>
<p>Segundo Roberto Medina, estão previstos investimentos de US$ 350 milhões nos próximos cinco anos.</p>
<p>Outra novidade é a exportação do Rock in Rio para os Estados Unidos e na Ásia. Nesse trabalho Eike terá participação direta. Ainda estão sendo avaliadas as cidades que receberão o festival.</p>
<p>Mas já há edições  em 2012 e 2013 com data e local previstos:</p>
<p><a href="http://rockinriolisboa.sapo.pt/" target="_blank" class="extlink">Lisboa 2012</a>: 25 e 16 de maio, 1, 2 e 3 de junho</p>
<p><a href="http://www.rockinriomadrid.es/" target="_blank" class="extlink">Madri 2012</a>:  30 de junho, 5, 6 e 7 de julho</p>
<p>Rio 2013: 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro</p>
<p>Buenos Aires 2013: outubro</p>
<p>Aos 55 anos, Eike Batista atua em diversos setores, com destaque para petróleo, logística, energia, mineração e indústria naval.</p>
<p>O que será que ele vai comprar mais? Mais carros para o filho Thor?</p>
<p>Veja o <a href="http://blogs.diariodepernambuco.com.br/economia/?p=12215"title="O dono do mundo"  rel="nofollow" target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Como investir em fundos imobiliários</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 18:03:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Portela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No Brasil, é impossível falar de investimento em fundos imobiliários sem remeter ao excelente blog HC Investimentos. Henrique Carvalho, autor do e-book Alocação de Ativos, é um verdadeiro especialista no assunto. E recentemente ele elaborou um bom roteiro para quem pretende investir nesses fundos como uma maneira de diversificar sua carteira e trabalhar uma estratégia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, é impossível falar de investimento em fundos imobiliários sem remeter ao excelente blog <a href="http://hcinvestimentos.com/" target="_blank" class="extlink">HC Investimentos</a>. Henrique Carvalho, autor do e-book <a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=H45055F" target="_blank" class="extlink">Alocação de Ativos</a>, é um verdadeiro especialista no assunto. E recentemente ele elaborou um bom roteiro para quem pretende investir nesses fundos como uma maneira de diversificar sua carteira e trabalhar uma estratégia de alocação de ativos eficiente, especialmente num contexto de juros mais baixos, que diminuem a atratividade da renda fixa.</p>
<p>Segue o excelente texto:</p>
<p>Fonte: <a href="http://hcinvestimentos.com/2012/04/17/como-investir-em-fundos-imobiliarios/" target="_blank" class="extlink">Como investir em fundos imobiliários</a> (Blog HC Investimentos)</p>
<p>Como investir em fundos imobiliários é provavelmente o email que mais recebo com dúvidas dos leitores do HC Investimentos.</p>
<p>É por esse motivo que preparei esse artigo com todos os detalhes que você precisa saber antes de começar a investir em <a href="http://hcinvestimentos.com/fundos-imobiliarios/" class="extlink">fundos imobiliários</a>.</p>
<p>Mesmo se você já investe, o artigo contém informações valiosas sobre o porquê investir, como investir e onde buscar informações sobre esse tipo de investimento.</p>
<p>Do início de 2008 até março/2012 os fundos imobiliários já acumulam um retorno de <strong>130,93%</strong>. Apenas para comparação, o CDI obteve o retorno de 54,75% e o Ibovespa -0,93% no mesmo período.</p>
<p><img title="Rentabilidade-Acumulada-Fundos-Imobiliários" src="http://hcinvestimentos.com/wp-content/uploads/2012/04/Rentabilidade-Acumulada-Fundos-Imobili%C3%A1rios.png" alt="Rentabilidade Acumulada Fundos Imobiliários Como Investir em Fundos Imobiliários" width="568" height="417" /></p>
<p>Com a queda dos juros, a atratividade dos fundos imobiliários como opção de investimento só aumenta.</p>
<p>Veja um gráfico semelhante, porém, comparando ano-a-ano a rentabilidade desses 3 importantes índices de investimentos.</p>
<p><a href="http://hcinvestimentos.com/wp-content/uploads/2012/04/Rentabilidade-Fundos-Imobili%C3%A1rios-Ano-a-Ano.png"title="Rentabilidade-Fundos-Imobiliários-Ano-a-Ano"  rel="fancybox" ><img title="Rentabilidade-Fundos-Imobiliários-Ano-a-Ano" src="http://hcinvestimentos.com/wp-content/uploads/2012/04/Rentabilidade-Fundos-Imobili%C3%A1rios-Ano-a-Ano-600x389.png" alt="Rentabilidade Fundos Imobiliários Ano a Ano 600x389 Como Investir em Fundos Imobiliários" width="600" height="389" /></a></p>
<p>A média do número de negócios mensais para todo o segmento dos fundos imobiliários alcançou número recorde em toda a série histórica: <strong>217 negócios mensais</strong>.</p>
<p><img title="Evolução do Número de Negócios Fundos Imobiliários" src="http://hcinvestimentos.com/wp-content/uploads/2012/04/Evolu%C3%A7%C3%A3o-do-N%C3%BAmero-de-Neg%C3%B3cios-Fundos-Imobili%C3%A1rios.png" alt="Evolução do Número de Negócios Fundos Imobiliários Como Investir em Fundos Imobiliários" width="568" height="416" /></p>
<p>Para efeito de comparação, esse mesmo indicador mostrava o número de <strong>35 negócios mensais</strong> (na média) para o segmento dos fundos imobiliários em janeiro/2008.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>O que você precisa para investir?</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Basicamente, você só precisa de uma corretora e dinheiro para investir.</p>
<p>O preço dos fundos imobiliários varia de fundo para fundo, assim como o preço as <a href="http://opequenoinvestidor.com.br/category/imoveis/"title="ações"  class="extlink">ações</a>. Dois são os tipos de preços mais tradicionais quando um fundo é lançado ao mercado: (1) R$ 100,00 e (2) R$ 1.000,00.</p>
<p>Entretanto, você pode encontrar alguns fundos que custam menos de R$ 2, como o Rio Bravo Renda Corporativa (FFCI11) e o Square Faria Lima (FLMA11).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Por que investir em Fundos Imobiliários?</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para muitos, os fundos imobiliários ainda são uma novidade.</p>
<p>Vou listar abaixo 3 principais motivos para você investir nesse setor em sua carteira de investimentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>1. Rentabilidade</strong></h3>
<p>Conforme mencionei no início do artigo, a rentabilidade dos fundos imobiliários desde janeiro/2008 até março/2012 está acumulada em 130,93%. Anualizando esse valor temos um retorno anual de <strong>21,77%</strong>.</p>
<p>Embora seja improvável que no futuro os fundos imobiliários mantenham um retorno anual dessa magnitude espera-se que eles continuem produzindo retornos acima dos títulos públicos, já que embutem um risco maior do que esse tipo de aplicação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>2. Diversificação</strong></h3>
<p><strong><a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=H45055F" rel="nofollow" target="_blank" class="extlink">No eBook Alocação de Ativos</a></strong> eu menciono o conceito que chamo de “Tríade Financeira”.</p>
<p>Basicamente, ele define as 3 principais classes de investimentos que todo investidor deveria ter em carteira: (1) Renda-Fixa, (2) Fundos Imobiliários e (3) Ações.</p>
<p>A inclusão dos fundos imobiliários reflete uma preocupação em diversificar as formas de rendas da carteira. Sendo de uma classe diferente, os fundos imobiliários possuem uma dinâmica de retorno diferente.</p>
<p>Um exemplo que ilustra bem isso é o fato de no ano de 2008, marcado pela <a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/08/melhor-acoes-jovem/"title="crise"  class="extlink">crise</a> financeira, o retorno do Ibovespa foi de <strong>-41,22%</strong>, enquanto o retorno médio dos fundos imobiliários foi de<strong>7,81%</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>3. Fluxo de renda mensal</strong></h3>
<p>Para muitos investidores, essa é o melhor benefício ao se investir em fundos imobiliários. Como esses fundos pagam ao cotista rendimentos todo mês, o investidor obtém uma grande geração de fluxo de renda.</p>
<p>E melhor: Isenta de Imposto de Renda.</p>
<p>É uma excelente alternativa para quem deseja retirar uma parcela de dinheiro mensalmente do mercado.</p>
<p>A dinâmica desses rendimentos mensais é muito simples:</p>
<p>O administrador responsável pelo fundo imobiliário repassa (no mínimo) 95% de todo o aluguel (rendimento) recebido pelo fundo aos cotistas, dinheiro que cairá na própria conta do investidor na corretora.</p>
<p>Não há um dia fixo para esse recebimento, sendo necessário verificar nessa página da BM&amp;FBovespa os dias de pagamento, assim como o valor que será repassado aos cotistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[...]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veja <a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/05/como-investir-fii/" class="extlink">o artigo original no site do autor</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Simulador de investimentos de baixo risco</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 20:07:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guterman</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Toda esta conversa sobre a Caderneta de Poupança certamente aguçou a curiosidade dos investidores sobre o retorno dos investimentos de baixo risco, no qual se inclui a Caderneta. Por investimento de baixo risco podemos entender aqueles que apresentam oscilações diárias mínimas. Nesta categoria, além da Caderneta, incluímos as LFTs e os Fundos DI. Foram muitos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Toda esta conversa sobre a Caderneta de Poupança certamente aguçou a curiosidade dos investidores sobre o retorno dos investimentos de baixo risco, no qual se inclui a Caderneta. Por investimento de baixo risco podemos entender aqueles que apresentam oscilações diárias mínimas. Nesta categoria, além da Caderneta, incluímos as LFTs e os Fundos DI. Foram muitos os artigos por aí comparando as rentabilidades destes investimentos, inclusive aqui no blog (<a href="http://www.drmoney.com.br/investimentos/renda-fixa/as-novas-regras-da-poupanca-servico-pela-metade/"title="As novas regras da Poupança: serviço pela metade"  class="extlink">As novas regras da Poupança: serviço pela metade</a>). Mas todos eles comparam estas modalidades de investimento de uma maneira genérica, sem entrar nos pequenos detalhes que podem fazer diferença, principalmente dependendo do tempo que se pretende ficar investido. Por exemplo, a LFT comprada no Tesouro Direto é normalmente considerada um investimento superior aos Fundos DI, por ter uma taxa mais baixa. Mas o que não se considera é que o Tesouro Direto cobra uma taxa de 0,10% na compra do título, e o agente de custódia cobra a sua taxa de maneira adiantada. Assim, nos primeiros dias, a rentabilidade da LFT, líquida de taxas, chega a ser negativa. Se o tempo que se pretende ficar aplicado é curto, a LFT tende a perder de um Fundo DI. Também a Caderneta sofre em prazos mais curtos, pois a sua rentabilidade depende de se resgatar somente nas datas de aniversário.</p>
<p>Pensando em todas essas particularidades, resolvi desenvolver um simulador de investimentos de baixo risco. Neste simulador, você pode colocar a taxa de um fundo DI, a taxa do agente de custódia, e quantos dias você pretende ficar investido. Como resultado, o simulador retorna a rentabilidade de cada um desses investimentos, já líquido de taxas e impostos. Algumas observações sobre o simulador:</p>
<p>1. O resultado da Caderneta depende de duas situações: a) se você tem já tem dinheiro investido na Caderneta de Poupança, e quer saber se vale a pena migrar para outra modalidade de investimento, deve usar o resultado “Caderneta Regra Antiga” ou b) se você tem recursos disponíveis para investir, e quer saber qual o melhor investimento, deve usar o resultado “Caderneta Regra Nova”.</p>
<p>2. A SELIC é constante ao longo de todo o período da simulação.</p>
<p>3. A TR é apenas uma aproximação. Assim, as rentabilidades da Caderneta são apenas estimativas.</p>
<p>4. Considero os Fundos DI aplicando 100% dos seus recursos em LFTs. Normalmente não é isso o que acontece, podendo esses fundos terem em suas carteiras títulos privados e títulos públicos prefixados swapados para DI. Esta é uma simplificação que normalmente subestima a rentabilidade dos Fundos DI.</p>
<p>5. O período de tempo é determinado em dias úteis. O padrão utilizado é que um mês tem 21 dias úteis e um ano tem 252 dias úteis. Assim, a Caderneta faz aniversário de 21 em 21 dias úteis.</p>
<p>É isso aí. Baixe a planilha <a href="http://www.drmoney.com.br/Fundo_DI_x_LFT_x_Poupança.xls" target="_blank" class="extlink">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veja o <a href="http://feedproxy.google.com/~r/BlogDoDrMoney/~3/v9d5iCeRPaw/"title="Simulador de investimentos de baixo risco"  target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>O custo mensal de um carro. Ir de táxi?</title>
		<link>http://financaspessoais.blog.br/financas-pessoais/artigos/jonatas-silva/2012/05/14/o-custo-mensal-de-um-carro.-ir-de-taxi/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 20:07:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jônatas Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os custos de um automóvel são diversos, e a decisão de ter ou não um veículo, ou mesmo se compensa ter um segundo veículo, deve ser tomada levando em conta dois fatores: o financeiro e o emocional. A proposta deste artigo é apontar os custos financeiros de um automóvel no valor de R$ 30.000,00. Já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os custos de um automóvel são diversos, e a decisão de ter ou não um veículo, ou mesmo se compensa ter um segundo veículo, deve ser tomada levando em conta dois fatores: o financeiro e o emocional.</p>
<p>A proposta deste artigo é apontar os custos financeiros de um automóvel no valor de R$ 30.000,00.</p>
<p>Já o fator emocional é impossível ser analisado, pois cada pessoa pondera e valoriza as coisas com uma abordagem pessoal, não sendo justo eu fazer ponderações considerando apenas os meus valores.</p>
<p><strong>Os custos</strong></p>
<p>Um automóvel tem custo anual de R$ 7.020,00, ou seja, um custo mensal de R$ 585,00. Estes valores não incluem o gasto com combustível.</p>
<p>IPVA – R$ 1.500,00</p>
<p>Seguro – R$ 1.500,00</p>
<p>Manutenção – R$ 1.200,00</p>
<p>Depreciação (5%) – R$ 1.500,00</p>
<p>Custo de oportunidade (2%) – R$ 600,00</p>
<p>Lavagem – R$ 720,00</p>
<p>Perceba que o custo mensal é alto, valor suficiente para se rodar de taxi aproximadamente 200 km mensais. Considerei o custo do taxi R$ 2,93 por quilômetro rodado, isto depois de pesquisar e concluir que os valores em minha região variam de R$ 2,50 a R$ 3,00.</p>
<p>O custo de combustível para se rodar 200 km é de R$ 66,00. Usei para o cálculo o valor de R$ 2,79 por litro de gasolina com o carro percorrendo 8,5 km por litro.</p>
<p>Somando-se o valor mensal de R$ 585,00 com o custo de combustível para se rodar 200 km, temos um total de R$ 651,00. De taxi é possível pagar 222 km rodados.</p>
<p>Chego à conclusão que alguém que tenha um veículo e roda mensalmente 222 km tem gastos equivalente ao andar de taxi. Para alguém que utilize o veículo apenas para rodar alguns quilômetros nos finais de semana, que trabalhe diariamente de ônibus, é mais compensador andar de taxi. É possível andar uma média de 55,5 quilômetros por final de semana. Em uma cidade pequena é possível ir às compras de supermercado no sábado pela manhã, num restaurante à noite jantar e ainda passear no shopping no domingo à tarde.</p>
<p><strong>O táxi</strong></p>
<p>Andar de táxi apresenta algumas vantagens: não há estresse em procurar vaga para estacionar e nem gasto com flanelinha, fora o conforto. Porém o custo por quilômetro rodado é muito alto.</p>
<p><strong>O carro</strong></p>
<p>Fora as despesas que não temos como fugir que listei acima ainda podem surgir despesas com multas, estacionamento e franquia em caso de batida.</p>
<p><strong>Grande passivo</strong></p>
<p>Um veículo é um grande passivo e infelizmente os jovens brasileiros logo que começam a trabalhar já equacionam as finanças de forma a comprar um veículo. Como a compra quase sempre é financiada em diversas parcelas, o custo final aumenta absurdamente. Ter um carro é fator impeditivo na construção de riqueza, o jovem em fase de construção de carreira deveria adiar o sonho do carro por alguns anos, andar de ônibus e investir o dinheiro em sua carreira, em qualificação formal que possibilitará o aumento da renda no futuro. Também este jovem deveria buscar sua independência financeira desde o primeiro salário e fazer aportes de ao menos 10% da renda líquida visando acumular e multiplicar os valores visando uma aposentadoria tranquila. Lembro que com as recentes quedas da taxa SELIC os investimentos em renda fixa estão cada vez menos atrativos. Quem quiser multiplicar valores terá que arriscar mais ou se dispor a aportar durante mais anos e se aposentar mais tarde.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>A decisão de comprar um carro deve ser pautada em valores financeiros. Os custos são altos, o carro é um enorme passivo. Sempre ouvi falar que o veículo é um membro da família e se formos considerar o custo que ele dá, sem dúvida nenhuma podemos dizer que ele é sim um membro, e dos mais caros.</p>
<p>Boa semana!</p>
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<p>Veja o <a href="http://feedproxy.google.com/~r/blog/cQgW/~3/NuZB6Plq-f0/"title="O custo mensal de um carro. Ir de táxi?"  rel="nofollow" target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Devagar…quase parando</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 14:43:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Nascimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Econômicas]]></category>
		<category><![CDATA[banda larga]]></category>
		<category><![CDATA[conexão]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Quantas vezes você já quis quebrar o seu computador porque ele é lerdo demais? Talvez  a culpa não seja toda dele. O relatório The State of the internet (o estado da internet), realizado pela Akamia, empresa especializada em infraestrutura de rede, mostra que a velocidade de internet no Brasil é uma lerdeza só. A média [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogs.diariodepernambuco.com.br/economia/wp-content/uploads/2012/05/Tartarugas.jpg" ><img class="alignnone size-full wp-image-12210" style="vertical-align: text-bottom; margin: 10px; border: 0pt none;" title="Tartarugas" src="http://blogs.diariodepernambuco.com.br/economia/wp-content/uploads/2012/05/Tartarugas.jpg" alt="Tartarugas" width="566" height="425" /></a></p>
<p>Quantas vezes você já quis quebrar o seu computador porque ele é lerdo demais? Talvez  a culpa não seja toda dele.</p>
<p>O relatório <em>The State of the internet</em> (o estado da internet), realizado pela Akamia, empresa especializada em infraestrutura de rede, mostra que a velocidade de internet no Brasil é uma lerdeza só.</p>
<p>A média aqui no país é de 1,8 Mbps (megabits por segundo). A média mundial é de 2,3 Mbps.</p>
<p>Sabe qual o país com melhor velociadade? A Coreia do Sul, com 17,5 Mbps.</p>
<p>Na América Latina, o Brasil só ganha para Peru (1,3 Mbps) e Venezuela (0,9 Mbps). Grandes coisas.</p>
<p>Vai ver que é por conta dessa lerdeza que, dos 80 milhões de brasileiros que acessam a internet, 40% ficam navegando pelo menos duas horas por dia. Esse dado está pesquisa realizada pela IAB Brasil (Iteractive Advertísing Bureau) em parceria com a comScore.</p>
<p>Ia escrever mais coisas, mas o acesso está…….horrível.</p>
<p>Tchau.</p>
<p>Veja o <a href="http://blogs.diariodepernambuco.com.br/economia/?p=12209"title="Devagar…quase parando"  rel="nofollow" target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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