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	<title>Finanças Pessoais &#187; Artigos</title>
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	<description>Tudo sobre Finanças Pessoais em um só blog.</description>
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		<title>Dicas para uma nova vida financeira (pós-divórcio)</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 14:05:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Nascimento</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As dicas são do site Finanças Práticas: Faça um novo planejamento Após um divórcio, sua situação financeira provavelmente será muito diferente de antes. Por isso, dê-se algum tempo para se acostumar com sua nova situação Um novo orçamento é o primeiro passo a ser dado na adaptação às suas novas circunstâncias financeiras. Organize-se Crie um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>As dicas são do site Finanças Práticas:</strong></p>
<p><span><em>Faça um novo planejamento</em></span></p>
<p><strong>Após um</strong> divórcio, sua situação financeira provavelmente será muito diferente de antes. Por isso, dê-se algum tempo para se acostumar com sua nova situação</p>
<p><strong>Um novo</strong> orçamento é o primeiro passo a ser dado na adaptação às suas novas circunstâncias financeiras. Organize-se</p>
<p><strong>Crie um</strong> orçamento anotando suas despesas, para descobrir para onde seu dinheiro está indo. Use suas contas de cartão de crédito e extratos bancários de anos passados como guias de seus hábitos de consumo</p>
<p><strong>Em seguida</strong>, calcule o valor futuro de suas novas contas. Não deixe de incluir despesas para lazer, vestuário e outras importantes categorias de gastos</p>
<p><strong>Inclua algum</strong> dinheiro para poupança ou investimentos financeiros. Você pode demorar alguns meses para fazer a sintonia fina de seu orçamento.</p>
<p><strong>Em seguida</strong>, calcule sua renda mensal. Não inclua renda potencial, apenas a receita que você tem certeza que receberá</p>
<p><strong>Pensão alimentícia</strong> (se for o caso) e sustento de filhos podem ser incluídos, mas somente se você tiver certeza de que seu cônjuge as deve e as pagará</p>
<p><strong>Cheque suas</strong> despesas orçadas e as contraponha à sua renda. Você está com mais despesas do que receitas? Em caso afirmativo, precisa cortar os gastos</p>
<p><strong>As despesas</strong> de lazer são mais fáceis de reduzir do que custos fixos como serviços básicos e habitação. Mas todos os casos devem ser revistos</p>
<p><strong>Continue reduzindo</strong>, até ter renda suficiente para cobrir suas despesas. Pode ser penoso no início, mas adaptar seus gastos à sua nova situação financeira é essencial para o ajuste de longo prazo</p>
<p><strong>O último</strong> passo consiste em relacionar todas as receitas que possam resultar de seu processo de divórcio e investi-las</p>
<p><strong>Se você</strong> tiver perdido cobertura de seguro, seja de carro, saúde, residência ou qualquer outra, reponha-a assim que puder</p>
<p><strong>Em seguida</strong>, comece a poupar para garantir sua estabilidade e futura aposentadoria</p>
<p><span><em>Enfrente o inesperado</em></span></p>
<p><strong>O impacto</strong> de um divórcio pode significar um obstáculo difícil de superar. Algumas pessoas se confortam gastando dinheiro</p>
<p><strong>Mas, no</strong> ambiente financeiro incerto, gastar pode ser prejudicial ao seu bem-estar de longo prazo</p>
<p><strong>Construa um</strong> fundo de emergência para poder se sustentar. Você precisará de dinheiro para despesas  durante três meses, no mínimo</p>
<p><strong>Caso o seu</strong> emprego não lhe proporcione a devida estabilidade, este prazo pode se estender mais</p>
<p><strong>Opte por</strong> alternativas de investimento que garantam  a liquidez de suas reservas de emergência, assim como a possibilidade de resgate facilitado, caso seja necessário</p>
<p>Veja o <a href="http://blogs.diariodepernambuco.com.br/economia/?p=11693"title="Dicas para uma nova vida financeira (pós-divórcio)"  rel="nofollow" target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Dívidas</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 14:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Nassato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitas vezes basta um evento extraordinário para que você perca o controle financeiro da sua vida e fique endividado. Existem várias razões que podem levar uma pessoa a enfrentar dificuldades financeiras e se endividar. Contudo, é preciso entender se estamos falando de uma situação temporária, ou não. Nesse tipo de situação, nossa recomendação é que você se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Muitas vezes basta um evento extraordinário para que você perca o controle financeiro da sua vida e fique endividado. Existem várias razões que podem levar uma pessoa a enfrentar dificuldades financeiras e se endividar. Contudo, é preciso entender se estamos falando de uma situação temporária, ou não. Nesse tipo de situação, nossa recomendação é que você se esforce ao máximo, cortando todos os gastos para que possa sair o mais rápido possível dela.</p>
<p>Quais os riscos que você corre ao atrasar o pagamento de uma dívida? O primeiro deles é ser considerado inadimplente e ter seu nome incluído no cadastro de maus pagadores do Banco Central, o que pode lhe causar muita dor de cabeça no dia a dia. E, o segundo, igualmente importante, é o custo que essa decisão acarreta! É frente a esses riscos que você deve priorizar quais dívidas deve pagar primeiro quando a sua situação financeira apertar.</p>
<p>Por mais que a recomendação possa surpreender, nos casos de endividamento temporário, pode valer a pena optar por utilizar o crédito rotativo do cheque especial e do cartão de crédito. Sob essa ótica que não analisa apenas os encargos financeiros, pode valer mais a pena pagar juros extras no cartão e no cheque por alguns meses do que não efetuar o pagamento de um crediário, de empréstimo pessoal, ou financiamento imobiliário, pois nesses outros casos, ainda que os juros sejam menores, você corre o risco de ter o nome sujo ou sofrer a retomada do bem. Mas, como escolher entre o cheque ou o cartão? Se você ainda não estourou o limite do cheque especial, ou seja, se você ainda não emitiu nenhum cheque sem fundo, então o melhor é pagar integralmente a fatura do cartão, deixando para rolar a dívida no cheque especial por mais algum tempo. Não só os juros do cheque especial são mais baixos do que os do cartão, como ao atrasar, desde que não seja emitido cheque sem fundo, não há outros encargos. Por sua vez, no cartão, se você não efetuar o pagamento mínimo, deve também arcar com uma multa de mora de 2%. Além disso, dependendo do relacionamento que você tem com o seu banco, é possível negociar alguns dias de carência sem juros no cheque.</p>
<p>Se você já tem um empréstimo pessoal há mais espaço para se renegociar os termos do crédito desde, é claro, que os pagamentos sejam mantidos. Assim, ao invés de não efetuar o pagamento, vale mais a pena tentar alongar o prazo de financiamento, o que reduz a prestação mensal e dá mais liberdade para você tentar organizar suas finanças. É bem verdade que ao aumentar o prazo você acaba pagando mais juros ao final do financiamento, mas você evita a inclusão no SPC.</p>
<p>Atrasar o pagamento da prestação do automóvel ou da casa própria pode gerar consequências bem negativas. Por se tratar de bens de maior valor agregado, a tendência é que haja a retomada do bem. Caso isso aconteça, além de perder o carro (ou a casa) você continua devendo, sobretudo no caso do financiamento de autos. Neste caso, a instituição financeira pode levar o auto a leilão, e com o dinheiro da venda precisa pagar também as despesas com todo este processo, como o trabalho do oficial de Justiça, advogados, guincho, estacionamento etc. Em alguns casos, mesmo vendendo o carro, o dinheiro da venda não é suficiente para cobrir o saldo devedor e todos estes gastos extras, de forma que resta um saldo a ser quitado. Exatamente por isso, o pagamento das prestações destas duas modalidades de financiamento merece prioridade na hora de decidir o que pagar.</p>
<p>Ainda que existam momentos em que seja preciso priorizar os pagamentos, o ideal é que você consiga recuperar o seu equilíbrio financeiro o mais rápido possível, e para isso é importante estabelecer um plano de quitação das suas dívidas. Por equilíbrio entende-se não ter mais do que 30% do seu orçamento mensal líquido comprometido com o pagamento de prestações.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veja o <a href="http://www.guilhermenassato.blogspot.com/2011/10/dividas.html" class="extlink">artigo original no site do autor.</a></p>
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		<title>Seja rico, seja pobre…o gastinho sempre vem</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 14:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Nascimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Econômicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Tudo bem que o Natal já passou, mas a lembrança da música do “Bom Velhinho” foi inevitável. A “culpada” é a pesquisa do banco Credit Suisse, que mostra que os consumidores brasileiros – mesmo aqueles menos endinheirados (renda de média pra baixa) – estão mais propensos a gastar dinheiro com itens de grife. Segundo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Tudo bem que o Natal já passou, mas a lembrança da música do “Bom Velhinho” foi inevitável. A “culpada” é a pesquisa do banco Credit Suisse, que mostra que os consumidores brasileiros – mesmo aqueles menos endinheirados (renda de média pra baixa) – estão mais propensos a gastar dinheiro com itens de grife.</p>
</div>
<p>Segundo o banco, do total de entrevistados no Brasil com renda inferior a US$ 1 mil (R$ 1,8 mil), 62% disseram que estavam dispostos a comprar roupas ou tênis de marca nos próximos 12 meses.</p>
<p>O percentual é maior do que o verificado nos demais países emergentes analisados (Rússia, China, Índia, Indonésia, Egito, Turquia e Arábia Saudita).</p>
<p>Entre os que ganham mais de US$ 2 mil (R$ 3,6 mil), 64% afirmaram que comprarão os produtos de grife. A proporção também é maior que a verificada nas demais nações emergentes.</p>
<p>Sem muita surpresa, o brasileiro também se mostrou o povo mais otimista. Para 58%, as finanças estarão melhores daqui a seis meses. Em segundo lugar ficou a Índia, com 43% de confiança no momento melhor.</p>
<p>O Credit Suisse considera que os brasileiros vivem para o hoje. Por isso, poupam pouco: apenas 10% do que ganham, em média. Só no Egito se poupa menos (7%). Os chineses são os mais poupadores (31%).</p>
<p>Veja o <a href="http://blogs.diariodepernambuco.com.br/economia/?p=11639"title="Seja rico, seja pobre…o gastinho sempre vem"  rel="nofollow" target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Vale a pena pagar à vista ou parcelar?</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 14:05:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vitor Nagata</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje em dia é prática comum de vendedores perguntarem antes de passar o cartão: “Você deseja parcelar?”. Da mesma forma, a resposta comum é: “Claro, por que não?”, quando na verdade deveria ser: “Depende: tem desconto para pagamento à vista?” Nas compras de Natal e no começo do ano a dúvida sempre volta. Devo pagar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje em dia é prática comum de vendedores perguntarem antes de passar o cartão: “Você deseja parcelar?”. Da mesma forma, a resposta comum é: “Claro, por que não?”, quando na verdade deveria ser: “Depende: tem desconto para pagamento à vista?”</p>
<p>Nas compras de Natal e no começo do ano a dúvida sempre volta. Devo pagar o IPVA à vista ou parcelar? E o IPTU? Aliás, para qual desconto vale realmente a pena pagar à vista?</p>
<p>O único fator que será levado em conta é o que é mais vantajoso financeiramente. Também vou considerar que o leitor tem disponível o valor total para ser pago à vista, seja por renda ou em investimentos, e não possui dívidas. Lembre-se que <a href="http://www.blogdoinvestidor.com.br/financas-pessoais/pagar-minhas-dividas-ou-investir/"title="Pagar minhas dívidas ou investir? | Blog do Investidor"  target="_blank" class="extlink">o pagamento de dívidas vem sempre antes do resto</a>.</p>
<p>Para qualquer tipo de compra e pagamento, existem 2 fatores a considerar: o <a href="http://www.blogdoinvestidor.com.br/investimentos/custo-de-oportunidade-invisivel-mas-um-conceito-importante/"title="Custo de Oportunidade: invisível, mas um conceito importante | Blog do Investidor"  target="_blank" class="extlink">custo de oportunidade</a> e os <a href="http://www.blogdoinvestidor.com.br/investimentos/a-tributacao-em-titulos-de-renda-fixa/"title="A tributação em títulos de renda fixa | Blog do Investidor"  target="_blank" class="extlink">impostos</a>. Vou exemplificar com o IPVA, que já possui desconto definido para pagamento à vista, de 3% em São Paulo:</p>
<p>Para um carro de R$ 30.000, o IPVA a ser pago será 4% deste valor, ou seja, <strong>R$ 1.200</strong>. Neste caso tenho a opção de:</p>
<ol>
<li>Pagar à vista (R$ 1.164) com desconto de 3%, isto é, <strong>R$ 36 de desconto</strong>.</li>
<li>Pagar em <strong>3 vezes de R$ 400</strong>.</li>
</ol>
<p>Na opção <strong>(2)</strong> vou pagar R$ 400 à vista, R$ 400 daqui 1 mês e R$ 400 daqui a 2 meses. Desta forma eu tenho R$ 800 para investir no primeiro mês, e R$ 400 para investir no segundo. Se o investimento fosse feito em <a href="http://www.blogdoinvestidor.com.br/investimentos/o-que-sao-titulos-publicos/"title="O que são Títulos Públicos? | Blog do Investidor"  target="_blank" class="extlink">títulos públicos</a>, por exemplo, teria um rendimento bruto mensal hoje de cerca de 0,9%. Arredondando para 1% ao mês, eu teria R$ 8 de rendimento no final do primeiro mês, e mais R$ 4 no final do segundo mês. Desta forma o meu custo de oportunidade neste caso foi de <strong>R$ 12</strong>. Temos também que deduzir os impostos, que neste caso seriam de 22,5%, ou seja, o rendimento líquido seria <strong>R$ 9,30</strong>. Desta forma a resposta é bem clara: <strong>vale muito mais a pena pagar à vista</strong>, mesmo que o valor de 3% de desconto pareça pequeno.</p>
<p>Podemos fazer a mesma conta de trás pra frente. Na opção <strong>(2)</strong> eu pago R$ 400 à vista, logo tenho uma dívida de R$ 764 (R$ 1.164 – R$ 400), que será paga em 2 parcelas de R$ 400. Calculando a TIR (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Taxa_interna_de_retorno"title="Taxa Interna de Retorno | Wikipedia"  target="_blank" class="extlink">Taxa Interna de Retorno</a>) para este fluxo, temos que os juros serão de 3,1% a.m. Isto significa que <span>para o desconto <strong>não</strong> valer a pena</span>, o investimento (custo de oportunidade) deveria render no mínimo 3,1% ao mês após descontar os impostos! Já adianto: isso não existe.</p>
<p>Eu sei que muitas vezes os valores são pequenos, e muitas vezes falta dinheiro na hora (mês) do pagamento e parece fazer mais sentido pagar no máximo de vezes possível, desde que não tenha juros. Mas lembre-se que as pequenas diferenças muitas vezes são as <a href="http://www.blogdoinvestidor.com.br/financas-pessoais/pequenos-gastos-grandes-despesas/"title="Pequenos gastos, grandes despesas | Blog do Investidor"  target="_blank" class="extlink">responsáveis pelos grandes gastos</a>. Muitas lojas oferecem um desconto de 5% no mínimo quando você não parcela no cartão de crédito, e muitas vezes com muito menos desconto que isso já faria sentido não parcelar. O IPTU oferece 6% de desconto para o pagamento à vista. Se você possui o dinheiro para isso, não faz sentido parcelar.</p>
<h2>Então quer dizer que pagar à vista é sempre melhor?</h2>
<p>Geralmente sim, mas nem sempre. Para isso o desconto tem que superar o custo de oportunidade líquido (já descontado os impostos). Tenha claro na sua cabeça que o empresário prefere receber à vista, e para isso já calcula quanto deve dar de desconto para que seja mais vantajoso para o cliente.</p>
<p>Aqui focamos na vantagem financeira em si. Existem outras vantagens de pagar sempre à vista, mas abordaremos isso em outro artigo.</p>
<p><em>Vitor Nagata é editor do <a href="http://www.blogdoinvestidor.com.br/"title="Blog do Investidor"  target="_self" class="extlink">Blog do Investidor</a> e profissional da área de investimentos</em></p>
<div><a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/BlogInvestidor?a=wDyikn7ttX4:tL65oPFd5L4:yIl2AUoC8zA" ><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/BlogInvestidor?d=yIl2AUoC8zA" alt="" border="0" /></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/BlogInvestidor?a=wDyikn7ttX4:tL65oPFd5L4:qj6IDK7rITs" ><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/BlogInvestidor?d=qj6IDK7rITs" alt="" border="0" /></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/BlogInvestidor?a=wDyikn7ttX4:tL65oPFd5L4:I9og5sOYxJI" ><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/BlogInvestidor?d=I9og5sOYxJI" alt="" border="0" /></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/BlogInvestidor?a=wDyikn7ttX4:tL65oPFd5L4:D7DqB2pKExk" ><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/BlogInvestidor?i=wDyikn7ttX4:tL65oPFd5L4:D7DqB2pKExk" alt="" border="0" /></a></div>
<p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogInvestidor/~4/wDyikn7ttX4" alt="" width="1" height="1" /></p>
<p>Veja o <a href="http://feedproxy.google.com/~r/BlogInvestidor/~3/wDyikn7ttX4/"title="Vale a pena pagar à vista ou parcelar?"  rel="nofollow" target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Orçamento Familiar</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 14:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Nassato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O objetivo do orçamento familiar é dar uma visão dos negócios familiares para que se promova um equilíbrio entre as receitas e as despesas. Muitas vezes as famílias assumem dívidas maiores do que podem pagar, resultando no endividamento e perda de crédito. Por isso, é importante antes de fazer dívidas, saber se poderão ser pagas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O objetivo do orçamento familiar é dar uma visão dos negócios familiares para que se promova um equilíbrio entre as receitas e as despesas. Muitas vezes as famílias assumem dívidas maiores do que podem pagar, resultando no endividamento e perda de crédito. Por isso, é importante antes de fazer dívidas, saber se poderão ser pagas. No entanto, a maioria das pessoas não se dá conta de tal importância, gastam sem se preocupar como pagarão depois, muitas vezes por impulso, e simplesmente não consultam seu orçamento. É preciso saber a importância do dinheiro e valorizá-lo, saber que ele é obtido com o esforço de dias de trabalho e que simplesmente não nasce em árvores. É preciso ser consciente desde cedo, e saber a responsabilidade que é gerenciar uma família. Mostrar o quanto prejudicial pode ser um orçamento familiar mal feito ou simplesmente quando ele não existe.</p>
<p>Para começar o seu orçamento familiar é preciso colocar todos os gastos na ponta do lápis e fazer as contas entre receita e despesas, depois disso, identifique como você está gastando seu dinheiro atualmente. Avalie gastos atuais e defina metas de despesas que levem em conta objetivos financeiros de longo prazo. Acompanhe de perto futuras despesas para assegurar que estejam dentro do planejado. Tendo um bom controle e fazendo um bom planejamento familiar, você verá que não é tão difícil juntar um pouco de dinheiro por mês. Você descobrirá que um orçamento familiar feito a médio-longo prazo pode trazer ótimas surpresas e com aquele dinheiro a mais em casa, será possível realizar tudo aquilo que você sonhou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veja o <a href="http://www.guilhermenassato.blogspot.com/2012/01/orcamento-familiar.html" class="extlink">artigo original no site do autor.</a></p>
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		<title>Fimac-FGTS</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 14:05:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hot Money</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tá na mão! Mais uma sigla que entra na lista dos brasileiros. Essa sigla se refere à linha de empréstimos para reforma de imóveis publicada no Diário Oficial na ultima semana com taxas baixíssimas! A única coisa ruim, até agora, é que você não soletra essa sigla, para a tristeza de nosso podcast! Ao contrário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tá na mão! Mais uma sigla que entra na lista dos brasileiros. Essa sigla se refere à <strong>linha de empréstimos para reforma de imóveis</strong> publicada no Diário Oficial na ultima semana com taxas baixíssimas! A única coisa ruim, até agora, é que você não soletra essa sigla, para a tristeza de <a href="http://www.portalhotmoney.com/podcast/aftermarket/podcast-after-market-23-12"title="Podcast After Market"  target="_blank" class="extlink">nosso podcast</a>!</p>
<p>Ao contrário dos sócios do <strong><span>Hot</span><span>money</span></strong>, quem tem <strong>vínculo empregatício e contribui para o FGTS</strong> (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) pode contar com uma linha super especial de financiamento para <strong>construir, reformar ou ampliar seu imóvel</strong>.</p>
<p>Nos últimos dias, o Conselho Curador do FGTS aprovou, e foi publicado no Diário Oficial, as normas para a nova linha de financiamento para compra de material de construção com <strong>taxa de juros anual de, no máximo, 12%</strong>. De fato, é uma política de incentivo do governo, pois em banco algum você conseguirá tomar um empréstimo por uma taxa dessa taxa!</p>
<p><img title="Reforma" src="http://www.portalhotmoney.com/wp-content/uploads/2012/01/Apresenta%C3%A7%C3%A3o2.png" alt="Fimac-FGTS, Empréstimo, Reformar, Construir, SELIC, taxa de juros" width="548" height="204" /></p>
<p>Puxadinho lá de casa! &#8211; |foto: getwired &#8211; http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&amp;id=1338556 |</p>
<p>Para você ter ideia, alguns bancos chegam a cobrar uma Taxa Efetiva Mensal para o <strong><a href="http://www.portalhotmoney.com/colunas/financas-pessoais/juros-do-cartao-de-credito-parte-2-use-com-moderacao"title="Juros do Cartão de Crédito (parte 2) Use com moderação"  target="_blank" class="extlink">Crédito</a>Pessoal de Pessoas Físicas de 18,43% AO MÊS</strong>, de acordo com o ultimo ranking divulgado pelo <a href="http://www.portalhotmoney.com/colunas/conceito-economia/banco-central-brasil-o-que-faz"title="Quem é o Banco Central do Brasil?"  target="_blank" class="extlink"><strong>Banco Central do Brasil</strong></a>. Isso daria, aproximadamente, <strong>661,27% ao ano</strong>. É bizarro! Imagine você pegando um <strong>empréstimo por 1 ano e pagar mais de 6 vezes o valor que lhe foi emprestado</strong>? Não tenho espaço para dar nome aos bois, então consulte você mesmo à tabela no <a href="http://www.bcb.gov.br/fis/taxas/htms/012020T.asp?idpai="title="Ranking Banco Central"  target="_blank" class="extlink"><strong>site do Banco Central</strong></a>.</p>
<p>Dito isso, já deu para entender que essa linha de empréstimo para construção e reforma de imóveis vem a calhar, não é mesmo? <strong>Considerando uma taxa anual de 12%, você precisaria pegar um empréstimo pelo Fimac-FGTS por 18 anos para igualar à taxa de 661,27%</strong> mencionada no parágrafo anterior.</p>
<p>No caso do Fimac isso não é possível. <strong>O Governo liberou empréstimos de, no máximo, 10 anos e com limite individual máximo de R$ 20.000,00 por CPF</strong>. Lembrando que essa linha de financiamento só é válida para quem tem contribui para o FGTS, <strong>apesar do trabalhador não poder pagar as parcelas do financiamento com o saldo do FGTS</strong>. A condição é simplesmente teórica para eleger os possíveis tomadores dessa linha de empréstimo.</p>
<p><strong>Tem lado ruim?</strong></p>
<p>Tem, obviamente tem! Como tudo no Brasil!</p>
<p>Esta linha de financiamento é um estímulo do governo, porém, [...]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veja o <a href="http://www.portalhotmoney.com/colunas/seudinheiro/fimac-fgts" class="extlink">artigo original no site do autor.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Demanda reprimida: cuidado na hora de satisfazê-la!</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 14:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Philip Souza]]></category>
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		<description><![CDATA[Demanda reprimida poderia ser definida como a capacidade de consumo de algum bem ou serviço que não se concretiza por algum motivo, seja por falta de renda, falta de produção, falta de infra-estrutura para sua utilização, etc&#8230; Um exemplo bem claro é o que tem acontecido no mercado imobiliário brasileiro: especialmente devido a falta de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Demanda reprimida poderia ser definida como a capacidade de consumo de algum bem ou serviço que não se concretiza por algum motivo, seja por falta de renda, falta de produção, falta de infra-estrutura para sua utilização, etc&#8230;</p>
<p>Um exemplo bem claro é o que tem acontecido no mercado imobiliário brasileiro: especialmente devido a falta de crédito, o Brasil tem uma enorme demanda por imóveis, por construção civil. Isso, antes da facilitação de acesso ao crédito, fez com que os imóveis se valorizassem mais devagar e tivessem uma liquidez (facilidade de vender e comprar) bem reduzida. Com o crédito farto e a diminuição das taxas de juros o cenário se modificou e observamos uma expressiva valorização do mercado imobiliário, bem como o aumento da facilidade de se comprar e vender o que alimentou (e alimenta) a demanda por esse tipo de bem. Outro exemplo, um pouco mais distante, foi quando se deu a mudança da moeda brasileira através do plano real: pode-se observar um aumento expressivo do consumo de iogurte e refrigerantes, pois o poder de compra naquele momento melhorou significativamente.</p>
<p>De fato, a identificação de uma necessidade não satisfeita pode ser uma oportunidade, inclusive, para empreender. Mas falando do aspecto das finanças pessoais, a satisfação quase que imediata dessa demanda pode ser um risco se não houver um planejamento e uma administração das expectativas de consumo.</p>
<p>Consumir faz bem, todo mundo sabe. Mas o maior cuidado que temos de tomar é o de consumir com consciência. Devemos sempre procurar diferenciar os desejos das necessidades, pois são esses dois mundos que ditam grande parte das nossas decisões de gastar o nosso rico dinheiro.</p>
<p>É óbvio que se tivermos a oportunidade temos o prazer de satisfazer nossos anseios. Mas aqui deixo uma questão básica para se refletir e, com isso, racionalizar a decisão: é um desejo ou uma necessidade? Lembre-se: especialmente as grandes decisões podem (e vão) impactar aquilo que você mais almeja. Portanto: calma e cuidado!</p>
<p><img src="https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8878731858895280704-620086857514745818?l=riquezasdavida.blogspot.com" alt="" width="1" height="1" /></p>
<p>Veja o <a href="http://riquezasdavida.blogspot.com/2012/01/demanda-reprimida-cuidado-na-hora-de.html"title="Demanda reprimida: cuidado na hora de satisfazê-la!"  rel="nofollow" target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Paparico</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 14:05:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Nascimento</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os Estados Unidos estão em crise. Eu sinto pena das pessoas. Mas não pude deixar de dar um sorriso de satisfação depois que o presidente Barack Obama anunciou, anteontem, o pacote de bondades para agilizar os vistos dos brasileiros que querem gastar rios de dinheiro nos States. Aposto que mais gente fez a mesma coisa. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Os Estados Unidos estão em crise. Eu sinto pena das pessoas. Mas não pude deixar de dar um sorriso de satisfação depois que o presidente Barack Obama anunciou, anteontem, o pacote de bondades para agilizar os vistos dos brasileiros que querem gastar rios de dinheiro nos States. Aposto que mais gente fez a mesma coisa.</p>
</div>
<p>Mudou muita coisa desde que Glória Perez contou a história de Sol, personagem de Deborah Secco, na novela <em>America</em>. Vocês lembram? Sol tentava de todo jeito entrar nos Estados Unidos. Como teve o visto negado várias vezes, acabou entrando na clandestinidade e se deu mal.</p>
<p>Hoje, menos de 5% dos vistos solicitados por brasileiros são negados. E conseguir o carimbo vai ficar mais rápido. O que mais me impressiona é que nem faz tanto tempo assim que a novela passou. Ela é de 2005. Acontece que, nos últimos sete anos, norte-americanos e brasileiros viveram coisas bem diferentes.</p>
<p>A crise internacional que estourou em 2008 lá mesmo na terra de Obama deixou os Estados Unidos na pior crise desde a depressão dos anos 1930. Aqui no Brasil a crise teve impacto, claro. Mas foi bem menor. A nova classe C cresceu e apareceu. O real ficou forte.</p>
<p>Gente que nunca tinha viajado para fora do país pegou o caminho do portão internacional pela primeira vez. E quem já viajava de vez em quando virou habitué no guichê das empresas aéreas. Com o dólar mais em conta, os Estados Unidos, que já eram a preferência de muitos, viraram o destino de outros tantos.</p>
<p>As estatísticas mais recentes divulgadas pelo Ministério do Turismo apontam que, em 2010, cerca de 1,1 milhão de turistas brasileiros desembarcaram em território norte-americano. E como gasta este povo. Em média, cada brasileiro gasta US$ 5 mil por viagem.</p>
<p>Ser muambeiro, ao que parece, não é mais condenável socialmente. É aceito e incentivado, vejam só. Um apetite como este em um ano de eleição levou até o presidente Obama a fazer piada com as próprias orelhas em plena Disney, lugar escolhido por ele para divulgar a novidade dos vistos.</p>
<p>“Quanto mais amigos recebemos, mais norte-americanos ganham empregos”, disse o presidente na cerimônia, que teve o castelo da Cinderela como pano de fundo. Quem diria. Agora querem a gente, querem o nosso dinheiro. É bem como o bordão de Mara Manzan em <em>O Clone</em>: “Cada mergulho é um flash.”</p>
<p>Veja o <a href="http://blogs.diariodepernambuco.com.br/economia/?p=11678"title="Paparico"  rel="nofollow" target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Pequenos gastos, grandes despesas</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 14:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vitor Nagata</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estamos agora em uma nova etapa. Já organizamos nossas finanças pessoais, não estamos mais comprando por impulso, já repensamos se devemos ter um carro, mas não está sobrando nada! Não estamos comprando nada muito caro, já quitamos as prestações das nossas casas e carros, nossos filhos já entraram em uma universidade pública, mas então por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos agora em uma nova etapa. Já <a href="http://www.blogdoinvestidor.com.br/2011/03/organizacao-das-suas-financas-pessoais/" target="_self" class="extlink">organizamos nossas finanças pessoais</a>, não estamos mais <a href="http://www.blogdoinvestidor.com.br/2011/05/se-puder-deixe-para-amanha-o-que-voce-pode-comprar-hoje/" target="_self" class="extlink">comprando por impulso</a>, já <a href="http://www.blogdoinvestidor.com.br/2011/05/o-que-vale-mais-a-pena-carro-proprio-ou-taxi/" class="extlink">repensamos se devemos ter um carro</a>, mas não está sobrando nada! Não estamos comprando nada muito caro, já quitamos as prestações das nossas casas e carros, nossos filhos já entraram em uma universidade pública, mas então por que continuamos sem guardar um tostão?</p>
<p>Muitas vezes a causa e a solução estão nos detalhes. Já investigou seus gastos e não achou nada que apontasse um gasto excessivo desnecessário? E aquele item “<strong>outros</strong>”, que muitas vezes é reservado para pequenos gastos, já prestou atenção nele? Muitas vezes estes gastos imperceptíveis podem ser os responsáveis por tudo, e muitas vezes eles podem ser evitados sem muito esforço.</p>
<p>Não concorda? Então aqui vão alguns exemplos. Atire a primeira pedra quem não se identifica com nenhum:</p>
<p>- Cafezinho no restaurante após o almoço todos os dias.  R$ 60 por mês, R$ 720 por ano.</p>
<p>- Pão na chapa + suco de laranja de manhã na padaria. R$ 120 por mês, R$ 1440 por ano.</p>
<p>- Refrigerante no almoço. R$ 60 por mês, R$ 720 por ano.</p>
<p>- Mensagens de texto (SMS), plano de internet e etc. que encarecem a conta do celular em R$100 por mês.  R$ 1200 por ano.</p>
<p>- Pizza toda semana. R$ 120 por mês, R$ 1440 por ano.</p>
<p>- Salgadinho no caminho ao trabalho. R$ 60 por mês, R$ 720 por ano.</p>
<p>- Cigarros, 1 maço por dia. R$ 120 por mês, R$ 1440 por ano.</p>
<p>Antes de tudo já deixo claro que as contas estão exageradas. Mas com um propósito: provar que pequenos gastos que já são hábitos podem estar impedindo você de guardar dinheiro. Se você fizer todos os gastos acima, já deixa de guardar cerca de R$ 7.000 por ano! E mesmo que você não se preocupe em guardar dinheiro, este valor poderia ser convertido em uma bela viagem ao exterior!</p>
<p>A avó de uma amiga minha diria: “caixão não tem gaveta, então para que economizar?”. Mesmo assim, acredito que <strong>economizar é importante, e por um único motivo: para que se possam aproveitar mais e melhor os recursos que sobraram hoje em uma oportunidade futura</strong>. O interessante é que podemos economizar muito nestes pequenos gastos, sem deixar de aproveitar seus prazeres! Que tal tomar um café apenas ao voltar ao trabalho, tomar café da manhã em casa, pedir uma água, repensar se possuir internet no celular é realmente necessário etc? Muitas vezes você até contribui com a própria saúde!</p>
<p>Ao sacar dinheiro no caixa eletrônico podemos receber notas pequenas (R$ 5 ou R$ 10) ou notas grandes (R$ 100). Já repararam que uma nota de R$ 100 dura muito mais que 10 notas de R$ 10? São os gastos imperceptíveis aparecendo mais uma vez! E quando você contabiliza quanto gastou indo jantar fora? O prato principal custava cerca de R$ 30, mas com a bebida, couvert, sobremesa e estacionamento, a conta passa de R$100! Os restaurantes são os maiores utilizadores destes gastos imperceptíveis, pois muitas vezes contabilizamos apenas o preço da refeição, e nos esquecemos dos outros gastos embutidos. Serviços em automóveis também utilizam desta estratégia. Vamos imaginar que você precisa trocar os pneus do seu carro. Após muita pechincha e pesquisa, você conseguiu o valor de R$ 1.500. Mas e o custo de montagem, balanceamento, alinhamento etc? Lá se vão mais R$ 500. E quanto à troca de óleo, cujo serviço custa mais que o próprio óleo?</p>
<p><strong>O importante é lembrar que gastos pequenos, por serem indolores, são os responsáveis pela perda de controle.</strong> O vale refeição é um grande exemplo, ainda mais agora que é eletrônico. Muitas pessoas não o consideram como dinheiro, gastando sem controle algum. E a arquitetura de escolha do restaurante (quem não lembra o que é isso,<a href="http://www.blogdoinvestidor.com.br/2011/05/usando-a-arquitetura-de-escolha-para-ajuda-lo-a-economizar/" target="_self" class="extlink"> leia este excelente artigo</a>) o faz sempre pegar um chiclete, uma bala, um docinho no caixa antes de pagar, porque afinal essas despesas são praticamente imperceptíveis. Ou você acha que todas estas coisas estão do lado do caixa apenas por acaso?</p>
<p>Não queremos ser chatos a ponto de ficar pegando no seu pé em relação a economizar, mas preste atenção se o seu vale refeição estiver esgotando na metade do mês. Talvez os pequenos gastos sejam os grandes vilões de suas despesas.</p>
<p><em>Agradeço ao leitor Rafael Y. Imai pela sugestão de artigo.</em></p>
<div><a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/BlogInvestidor?a=CxKO1J1AW0g:g274vziguAg:yIl2AUoC8zA" ><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/BlogInvestidor?d=yIl2AUoC8zA" alt="" border="0" /></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/BlogInvestidor?a=CxKO1J1AW0g:g274vziguAg:qj6IDK7rITs" ><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/BlogInvestidor?d=qj6IDK7rITs" alt="" border="0" /></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/BlogInvestidor?a=CxKO1J1AW0g:g274vziguAg:D7DqB2pKExk" ><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/BlogInvestidor?i=CxKO1J1AW0g:g274vziguAg:D7DqB2pKExk" alt="" border="0" /></a></div>
<p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogInvestidor/~4/CxKO1J1AW0g" alt="" width="1" height="1" /></p>
<p>Veja o <a href="http://feedproxy.google.com/~r/BlogInvestidor/~3/CxKO1J1AW0g/"title="Pequenos gastos, grandes despesas"  rel="nofollow" target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Grupo de apoio: um conceito diferente para lidar com as suas finanças</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 14:05:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Philip Souza]]></category>
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		<description><![CDATA[Todo mundo sabe o quanto é trabalhoso mudar hábitos. Quando você se compromete definitivamente a mudar ou fazer alguma coisa a tendência é que consigamos realiza-la. Mas existe um caminho entre o compromisso e a realização – exige, sim, muito esforço, coragem, determinação e disciplina. E quando se trata de finanças pessoais, muitas vezes é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo mundo sabe o quanto é trabalhoso mudar hábitos. Quando você se compromete definitivamente a mudar ou fazer alguma coisa a tendência é que consigamos realiza-la. Mas existe um caminho entre o compromisso e a realização – exige, sim, muito esforço, coragem, determinação e disciplina. E quando se trata de finanças pessoais, muitas vezes é necessário mudar e melhorar principalmente a forma como se consome.</p>
<p>É bem como fazer dieta para perder peso: no início, nas primeiras semanas e até os primeiros meses, é difícil resistir às tentações. O hábito negativo (ou vício) pode ressurgir várias vezes, e são nesses momentos que sua força de vontade e resiliência serão testados. Ninguém pode fazer as mudanças por você – ninguém além de você mesmo, claro&#8230;</p>
<p>Uma estratégia, que inclusive está sendo objeto de estudo nos Estados Unidos, é formar grupos de apoio, bem no estilo dos Alcoólicos Anônimos ou Vigilantes do Peso – de forma simplista, sabemos que nesses dois grupos as pessoas recebem orientações de algum especialista que assiste o grupo em questão, mas, principalmente, compartilham experiências positivas ou não sobre o que estão tratando. O foco é que as pessoas do grupo (re)construam suas vidas a partir de realizações semana após semana, atingindo, assim, seus objetivos: que no caso são, respectivamente, eliminar o vício do álcool e perder peso para melhorar a saúde. Acesse o link do artigo <a href="http://www.smartmoney.com/spend/family-money/will-peer-pressure-make-americans-save-more-1323810385015/?link=SM_hp_plan#article_tab_article" target="_blank" class="extlink">aqui</a>.</p>
<p>A ideia poderia ser aplicada às finanças pessoais. O grupo de apoio tem o poder de modificar comportamentos e incentivar as pessoas a realizarem seus sonhos, a atingirem suas metas. Um estudo realizado por pesquisadores estadunidenses e chilenos realizaram um experimento com um grupo de empresários que se encontravam semanalmente para conversar e expor suas derrotas e sucessos relacionados à suas finanças; além disso, essas pessoas estabeleceram suas metas de poupança semanal com o propósito de atingirem seus objetivos. O resultado foi o seguinte: esse grupo de empresários poupou cerca de 11% de sua renda, duas vezes mais do que um grupo monitorado que não tinha essas reuniões semanais.</p>
<p>Por outro lado, existem os aspectos negativos. De acordo com Brigitte Madrian, economista e professora de Harvard que participou deste estudo, o efeito causado por esse tipo de grupo pode ser contrário. Mesmo quando a pressão é aplicada na direção certa, muitas vezes acontece um efeito bumerangue, fazendo com que as pessoas executem exatamente o oposto do que são incentivadas. Isso foi constatado a partir de outro estudo realizado com um grupo de funcionários de determinada empresa que relatou que os pares (colegas) que não receberam a mesma informação que eles conseguiram poupar mais ao contribuir com um plano de previdência empresarial, o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/401(k)" target="_blank" class="extlink">401(k)</a> [espécie de plano de aposentadoria muito comum nos EUA]. Por outro lado, a eficácia da pressão pode também depender se as metas estão ao alcance de forma realista. Daí a importância de um acompanhamento profissional para esse tipo de grupo: um planejador financeiro, por natureza da profissão, deve ser a “voz da razão” quando seus clientes estão sonhando – muitas vezes ele é quem vai dizer se e quando dá ou não para atingir o que a indivíduo/família deseja com base na situação atual e, talvez, futura.</p>
<p>Com certeza essa é uma ideia arrojada, mas é um plano que pode ser melhor trabalhado e, com isso, possivelmente replicado e aplicado no Brasil.</p>
<p>Veja o <a href="http://www.riquezasdavida.blogspot.com/2012/01/grupo-de-apoio-um-conceito-diferente.html" class="extlink">artigo original no site do autor.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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