Com a forte valorização do real ocorrida em 2009, quando o dólar saiu de um patamar acima de R$ 2,30 para fechar o ano a R$ 1,74, as viagens internacionais voltaram a ser atrativas. Somando à desregulamentação dos preços das passagens áreas, viajar para o exterior é, em alguns casos, mais barato que viajar para o Nordeste.
As agências de turismo preparam pacotes e os vendem em 10X “sem juros”. Legal, você se prepara mais de 6 meses pagando a viagem e ainda tem prestações para pagar quando chega o grande dia de embarcar para EUA ou Europa. Passagens na mão, hotel reservado e visto concedido (quando é o caso), na semana anterior à viagem você começa a procurar uma agência de cambio para trocar seus reais por dólar, euro ou libra.
Neste momento: SURPRESA! O dólar está acima de R$ 2,00 e o euro acima de R$ 3,00. Aqueles suados R$ 5.000 que compravam US$ 3.000 dólares agora só compra US$ 1.500. Bem, “vamos ter que gastar menos durante a viagem e o restante passamos no cartão.
No mês que vem o câmbio volta ao normal”. O que acontece no mês seguinte quando vem a fatura do cartão? SURPRESA! Mais desvalorização do real. A viagem que era mais barata que ir pra Natal, ficou mais cara que ir para a Lua (exageros a parte).
“E o que eu posso fazer? Não tenho controle sobre o câmbio!”. Você pode se planejar e se proteger. Como? Basicamente há dois modos….




