Como é bom poder escrever sobre coisas boas. Os rumos da Educação Financeira no Brasil estão incluídos nessa cesta. Brotam iniciativas por todos os recantos do País. Pessoas, famílias, empresas, entidades de classe e escolas procuram saber mais sobre o assunto. Muitas pessoas se interessam com tanta paixão que não restam dúvidas sobre o êxito e as mudanças positivas que ocorrerão nos próximos anos.
Pelo lado acadêmico, há muita gente pesquisando e desenvolvendo Trabalhos de Conclusão de Curso-TCC na área. Às vezes somos convidados a colaborar e por mais boa vontade que tenhamos já não conseguimos atender a todos os pedidos com a atenção que gostaríamos. Também recebemos notícias que no âmbito de pós-graduação é crescente o interesse. Vez ou outra também surge a oportunidade de colaborar com alguns mestrandos.
Na imprensa o assunto tem presença constante. E crescente. E se os canais de televisão, jornais e revistas publicam e republicam matérias com diferentes abordagens, é porque tem leitores interessados. E são muitos. De norte a sul. De leste a oeste. Veículos de grande circulação e outros menos expressivos. Há muita informação disponível.
As empresas já descobriram que vale mais à pena investir na prevenção, na educação financeira, do que conviver com empregados endividados, preocupados com as contas e desatentos ao trabalho.
No mercado competitivo do ensino particular, as escolas já perceberam que a educação financeira não é apenas um modismo. São muitas as escolas pesquisando e outras tantas iniciando projetos de educação financeira.
A produção literária nessa área vai muito bem obrigado. E não se restringe mais apenas às traduções dos livros de Robert Kyosaki, David Bach e outros autores estrangeiros. Gustavo Cerbasi e Mauro Halfeld, ícones brasileiros nessa área estão muito bem acompanhados. São dezenas de autores e centenas de livros. Nem mesmo nós especialistas conseguimos ler tudo o que é publicado. E tem muita coisa boa. Muito do mesmo, é verdade. Mas também isso é bom. As mesmas coisas ditas de maneira diferente, e por diferentes pessoas, atingem um público maior. Isso é o que de melhor pode acontecer nessa fase para o País.
Homens, mulheres, adultos, jovens, crianças. As barreiras do sexo e das idades também foram vencidas. Fala-se em educação financeira cada vez mais. E pouco a pouco os mitos vão desaparecendo. Esse não é um assunto só para ricos e economistas. Muito pelo contrário.
Bancos, corretoras, seguradoras, fundos de pensão e seguradoras perceberam que não podiam ficar de fora. Seus clientes estão cada vez melhor informados. Ou eles provêm informação, ou outros o farão. E tomarão seus clientes.
Na web, então, são…..




