É pertinente que ao longo da vida todos nos façamos esta pergunta.
De tempos em tempos, vale nos questionarmos. Provavelmente, a cada tempo teremos respostas diferentes. Isso porque mudamos nossas vidas à medida que vamos envelhecendo e nossos focos e prioridades também vão mudando.
Ter dinheiro nem sempre traz reconhecimento. Reconhecimento nem sempre tem como consequência o dinheiro. Mas ambos podem ser sentidos como valores importantes e imprescindíveis no cotidiano.
É bom que sejamos honestos com nós mesmos ao nos colocarmos frente a frente com o espelho, procurando definir a medida exata do nosso desejo de dinheiro ou reconhecimento. Procedendo assim, facilita o traçar planos e evitar frustrações futuras.
Como quem quer acertar na aplicação correta para não perder dinheiro, é importante saber também qual é o resultado vantajoso que se almeja, pois os caminhos para o sucesso e felicidades são vários e muito subjetivos. O que contenta e extasia a um, não necessariamente o fará com o outro.
A busca de reconhecimento remonta à nossa infância, quando então, em situação de dependência dos pais ou de outras pessoas, buscávamos aprovação através de apresentar bem uma tarefa e obter o elogio e reconhecimento deles. E isso foi se estendendo ao longo da vida para professores, amigos, namoradas…
Essa busca de aprovação do meio é completamente normal e salutar, pois faz parte do desenvolvimento humano e serve como fundadora da auto-estima. Anormal, como em tudo, é aquilo que grita pelos excessos.
Muitas vezes, na busca de dinheiro, a consequência é o reconhecimento. A pessoa pode fazer vários movimentos importantes na busca deste que capturem o olhar das pessoas através de um bom serviço, uma nova invenção, um livro interessante, alguma novidade ou simplesmente algo muito bem feito e merecedor de elogios. E aí se somam resultado financeiro mais reconhecimento pelo feito.
Creio que, em alguma medida, todos nós estamos em busca de reconhecimento. E dinheiro também, pois ele nos paga muitas “passagens” para viagens diversas, objetivas ou não, que queiramos ou precisemos fazer. A criança que fomos sempre está viva em nós, e a montagem de quem somos é uma constante que só termina com a nossa morte.
E você, o que busca e em que quantidade? Já parou para pensar nisso?
Marisa Gabbardo, Psicóloga.






agosto 24th, 2010 at 11:16
Acredito que as duas coisas possam andar juntas, porém quando se conquista o dinheiro, se batalha para te-lo, uma das conseqüências disso será o reconhecimento das outras pessoas pelo seu sucesso, esforço e conquista, mas muitas vezes as pessoas invertem a ordem e preferem ter o reconhecimento primeiro, e nem sempre o reconhecimento traz dinheiro. Acredito que pra mim eu preferia ter meu dinheiro para depois ter o reconhecimento, mesmo por que sem dinheiro não se faz muitas coisas mas sem reconhecimento é possível se fazer de tudo.
Muito boa a matérias, parabéns!
agosto 25th, 2010 at 19:57
Concordo com o Thiago, porem dou mais valor ao reconhecimento, e acredito que os 2 acabam andando juntos mesmo, mas prefiro que o reconhecimento cresça um pouco mais rápido.
muito bom.