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	<title>Finanças Pessoais &#187; Álvaro Modernell</title>
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	<description>Tudo sobre Finanças Pessoais em um só blog.</description>
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		<title>Como a Contabilidade pode ajudar o meu bolso?</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Apr 2012 17:32:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Álvaro Modernell</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando se fala em Contabilidade tradicionalmente se pensa no ambiente empresarial. Todavia, a Contabilidade pode lhe ajudar em suas finanças pessoais e auxiliar na tomada de decisão mais coerente. A Contabilidade é uma ciência que estuda o patrimônio das entidades, seja uma empresa, associação, família ou mesmo um indivíduo. Isto mesmo, você pode utilizar ferramentas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se fala em Contabilidade tradicionalmente se pensa no ambiente empresarial. Todavia, a Contabilidade pode lhe ajudar em suas finanças pessoais e auxiliar na tomada de decisão mais coerente.</p>
<p>A Contabilidade é uma ciência que estuda o patrimônio das entidades, seja uma empresa, associação, família ou mesmo um indivíduo. Isto mesmo, você pode utilizar ferramentas da Contabilidade para calcular sua situação econômica, financeira e patrimonial; desta forma buscando compreender melhor suas fontes e aplicações de recursos.</p>
<p>Dentre as ferramentas, uma das mais tradicionais é o Balanço Patrimonial, que mostra a situação em determinado instante, como se fosse uma fotografia do patrimônio da família. Nele, em um lado encontram-se os bens e direitos, denominados de Ativos e do outro se encontram as dívidas e obrigações, chamadas Passivos.</p>
<p>Abaixo dos Passivos, encontra-se o Patrimônio Líquido, calculado pela diferença entre Ativos e Passivos, considerado a riqueza líquida. Desta forma, o total do primeiro lado, dos Ativos, coincide matematicamente com o total o segundo lado, Passivos e Patrimônio Líquido, consistindo assim o conceito de equilíbrio do Balanço, cujo nome deriva das antigas balanças de dois pratos.</p>
<p>Muitas informações podem ser extraídas de um Balanço, como por exemplo, com balanços sucessivos, pode-se observar se a riqueza líquida de uma família cresce, diminui ou permanece constante. Pode-se, também, observar que quando se compra um bem a vista, um carro, por exemplo, não há aumento de riqueza ou do patrimônio, apenas a troca de um tipo de ativo (dinheiro) por outro (veículo).</p>
<p>Também se destaca a análise do endividamento pela participação de recursos de terceiros (empréstimos, financiamentos, dívidas) entre suas fontes de recursos e a situação financeira na relação dos seus ativos mais líquidos com suas obrigações de curto prazo.</p>
<p>Ampliando a análise do Balanço Patrimonial Familiar, destaca-se que existem diversos ativos que não geram renda, alguns até geram despesas, necessitando a pessoa utilizar recursos de outras fontes para “manter” esses bens.<br />
Paralelamente, existem outros ativos que geram renda, ou seja, ajudam a família a se “manter”, por exemplo, investimentos financeiros.</p>
<p>Portanto, quando você elabora a sua Contabilidade Familiar permite maior compreensão da sua situação financeira, sendo que neste artigo se apresentou apenas uma das muitas ferramentas que esta ciência possui. Por fim, só me resta perguntar: Como está o Balanço da sua família hoje?</p>
<p>* Fernando Nitz de Carvalho é especialista em Finanças, mestre em Contabilidade e Doutorando em Administração. Professor Universitário no USJ e Analista de Projetos no BRDE, autor de diversos textos e trabalhos relacionados com finanças pessoais e corporativas.</p>
<p>Veja o <a href="http://maisativos.com.br/index.php?ac=leiamais&amp;ar=478"title="Como a Contabilidade pode ajudar o meu bolso?"  rel="nofollow" target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Por que, e Para Quem, fazer um Consórcio?</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 15:47:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Álvaro Modernell</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A palavra consórcio é de origem latina, de consortiu, que significa a relação de um sócio com o outro.  Em 1962, surge no Brasil o consórcio para a aquisição de veículos, sendo constituído por funcionários do Banco do Brasil. Acompanhando o crescimento da indústria automobilística, o sistema foi se multiplicando com a denominação de &#8220;consórcio de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A palavra consórcio é de origem latina, de <em>consortiu</em>, que significa a relação de um sócio com o outro.  Em 1962, surge no Brasil o consórcio para a aquisição de veículos, sendo constituído por funcionários do Banco do Brasil. Acompanhando o crescimento da indústria automobilística, o sistema foi se multiplicando com a denominação de &#8220;consórcio de veículos&#8221;, através de entidades e/ou associações de classe. Com dados de 2010, o volume de negócios corresponde a 1% do PIB, com mais de 4 milhões de participantes ativos nos diversos segmentos do setor.</p>
<p>Antes de comprar meu primeiro imóvel, fiz um consórcio esperando ser contemplado por lance e queria poder assim ter o recurso para adquirir minha moradia. Claro, comigo estavam pensando igual outras 400 pessoas. Na argumentação de venda, acreditei que com 50% do valor como lance, embutido com os recursos do FGTS, seria contemplado. O desejo, rapidamente, virou frustração. Fazendo todas as manobras possíveis para acomodar o possível lance em meu orçamento, não consegui chegar a 60% de lance para ser o ganhador.</p>
<p>Fui frustrado por um argumento de venda. A última lei em vigor sobre o Sistema de Consórcios, Lei 11.795/08, garante que é um instrumento de progresso social que se destina a propiciar o acesso ao consumo de bens e serviços. Indiscutivelmente, a comparação entre o financiamento imobiliário e cobrança de taxa de administração, já extremamente explorada por outros autores, confere ao consórcio vantagem, considerando, é claro, a imperdoável e antiinflacionária taxa de juros praticada no Brasil.</p>
<p>Por que, ou melhor, para quem seria interessante fazer um Consórcio? A participação do mercado dos consórcios corresponde a 25% de toda a produção nacional de veículos, e 60% da produção de motocicletas, isto demonstra a relativa importância do setor. Atualmente, qualquer bem durável, móvel ou imóvel, além dos serviços turísticos, pode ser adquirido pelo Sistema de Consórcios. Conforme o mesmo trabalho acadêmico, destaca-se entre regiões brasileiras que utilizam os Sistemas de Consórcios, as regiões: Sudeste em primeiro lugar com 52%, seguido do Sul com 31%, Centro-Oeste com 10%, Nordeste com 6% e por último o Norte com 1%.</p>
<p>Como o enredo do filme “O Preço do Amanhã”, a resposta das nossas angústias sobre o tema está no valor do tempo. Para quem pode esperar, o valor dessa espera repercute em uma taxa de administração menor do que a taxa de juros do financiamento. Talvez seria um bom conselho para um jovem que esteja em seus primeiros anos de vida laboral e disponha de espaço no seu orçamento para investir em um consórcio de 15 anos. Este mesmo jovem teria 66% de chance de chegar contemplado por sorteio, após 10 anos de árduo e persistente esforço de poupar através do Sistema de Consórcio.</p>
<p>Mas, temos que ponderar ao jovem que teríamos algumas amarras para essa idéia. Primeiro, os recursos não estariam disponíveis caso ele encontre uma “galinha morta”, um bom negócio no meio do caminho até lá. Segundo, se existirem, e possivelmente existirão melhores opções de investimentos, não haveria de forma rápida a mobilidade de reorganizar seus investimentos. Portanto, a velha máxima do mercado de não investir todos os “ovos na mesma cesta” vale mais do que nunca aqui.</p>
<p>Por fim, temos que considerar que, para algumas pessoas essa liquidez e disponibilidade toda é muita tentação, e o dinheiro tão perto pode representar risco certo de consumo no curto prazo. Para eles e elas, é mais favorável pagar pela administração do dinheiro estar bem guardado, longe dos olhos e dos desejos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Prof. Msc, Heron Oliveira, para o site da Mais Ativos Educação Financeira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/edufinanceira?a=u67fIILu_oQ:vJ_IVLcYokg:yIl2AUoC8zA" ><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/edufinanceira?d=yIl2AUoC8zA" alt="" border="0" /></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/edufinanceira?a=u67fIILu_oQ:vJ_IVLcYokg:-BTjWOF_DHI" ><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/edufinanceira?i=u67fIILu_oQ:vJ_IVLcYokg:-BTjWOF_DHI" alt="" border="0" /></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/edufinanceira?a=u67fIILu_oQ:vJ_IVLcYokg:F7zBnMyn0Lo" ><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/edufinanceira?i=u67fIILu_oQ:vJ_IVLcYokg:F7zBnMyn0Lo" alt="" border="0" /></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/edufinanceira?a=u67fIILu_oQ:vJ_IVLcYokg:qj6IDK7rITs" ><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/edufinanceira?d=qj6IDK7rITs" alt="" border="0" /></a></div>
<p>Veja o <a href="http://maisativos.com.br/index.php?ac=leiamais&amp;ar=486"title="Por que, e Para Quem, fazer um Consórcio?"  rel="nofollow" target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Planeje suas despesas e evite novas dívidas</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 14:33:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Álvaro Modernell</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Consultores especializados em finanças pessoais dizem que há dois caminhos que levam às dívidas e à inadimplência: gastar mais do que se recebe ou gastar antes de receber. É claro que as exceções existem. Desemprego, doenças na família e acidentes muitas vezes são o estopim para o endividamento. Mas, a grande maioria dos endividados sofre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: x-small;">Consultores especializados em finanças pessoais dizem que há dois caminhos que levam às dívidas e à inadimplência: gastar mais do que se recebe ou gastar antes de receber. É claro que as exceções existem. Desemprego, doenças na família e acidentes muitas vezes são o estopim para o endividamento. Mas, a grande maioria dos endividados sofre com os excessos de consumo muitas vezes justificados pela máxima “Eu trabalho muito e mereço”.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: x-small;">“Deve-se ter cuidado com essa postura. Em tese, todo mundo que trabalha merece ter aquilo que deseja. Mas, seja realista. Você pode arcar com a despesa que deseja fazer?”, afirma Ana Lidia Coutinho Galvão, coordenadora do curso de graduação em Economia Doméstica da Universidade Federal de Viçosa.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: x-small;">E não vale perguntar se você pode pagar o que deseja comprar. Com as facilidades de crédito disponíveis hoje, é possível pagar quase tudo. A questão é: você tem dinheiro para pagar? As pessoas precisam aprender que dívida não é somente a conta que está atrasada. É também o que está em andamento, diz o educador financeiro Álvaro Modernell.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: x-small;">Mesmo que não esteja inadimplente, o consumidor deve pensar duas vezes antes de assumir novas dívidas. Somadas, as pequenas prestações da televisão nova, da viagem de férias e das últimas compras no shopping podem tornar-se dívidas impagáveis.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: x-small;">A mesma análise se aplica aos tão populares empréstimos consignados, que provocam uma falsa sensação de aumento de renda. “Hoje, vemos pessoas comprando veículos muito mais caros que o permitido por seu padrão de renda. E, enquanto os juros elevam o preço, o valor de mercado do carro segue caindo, numa conta que tem tudo para não fechar”, afirma.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: x-small;">Por isso, não basta cortar as despesas e pagar as dívidas. É fundamental organizar o orçamento tendo em vista o que é necessidade e o que é supérfluo. Estima-se que mais de 70% de todas as compras que fazemos estão relacionadas a desejos de consumo. É justamente aí que há espaço para organizar as finanças, diz Modernell.</span></p>
<p>Fonte: iG</p>
<p>Link: <a href="http://economia.ig.com.br/financas/credito/planeje+suas+despesas+e+evite+novas+dividas/n1238188818933.html" target="_blank" class="extlink">http://economia.ig.com.br/financas/credito/planeje+suas+despesas+e+evite+novas+dividas/n1238188818933.html</a></p>
<p>Veja o <a href="http://maisativos.com.br/index.php?ac=leiamais&amp;ar=373"title="Planeje suas despesas e evite novas dívidas" rel="nofollow"  target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Estou endividado. E agora?</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 19:34:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Álvaro Modernell</dc:creator>
				<category><![CDATA[Álvaro Modernell]]></category>

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		<description><![CDATA[Contas atrasadas, cartões de crédito estourados, dívidas com amigos e parentes, uso constante do cheque especial, inúmeros empréstimos consignados, nome sujo na praça e cobradores ligando ou batendo à sua porta. Se você se identifica com ao menos uma dessas situações, é bem provável que você faça parte do grupo de brasileiros endividados que não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Contas atrasadas, cartões de crédito estourados, dívidas com amigos e parentes, uso constante do cheque especial, inúmeros empréstimos consignados, nome sujo na praça e cobradores ligando ou batendo à sua porta. Se você se identifica com ao menos uma dessas situações, é bem provável que você faça parte do grupo de brasileiros endividados que não conseguem mais equilibrar suas contas. Mas, se você não faz ideia de como chegou a esse ponto, como é possível reverter a situação?</p>
<p>Consultores em finanças pessoais e especialistas em orçamento doméstico acreditam que os endividados precisam seguir três recomendações básicas. A primeira é conquistar o apoio da família na tarefa de rever os padrões de consumo. &#8220;Sem o apoio de quem vive na mesma casa, seja cônjuge, filho ou parente, é praticamente impossível alcançar as metas estipuladas&#8221;, afirma o educador financeiro, Álvaro Modernell.</p>
<p>Cumprida essa etapa, chega a hora de identificar as pequenas despesas supérfluas do dia-a-dia. Você já parou para calcular quanto gasta por mês em suas idas diárias à cafeteria da moda perto do seu trabalho ou nos chicletes e balas que compra todos os dias para seus filhos? A conta pode ser assustadora, garante quem entende de finanças pessoais.</p>
<p>Por fim, aqueles que devem precisam se acostumar à ideia de planejar suas despesas. Resistir aos apelos de consumo é parte fundamental do plano para quitar as dívidas e ter uma vida mais tranquila.</p>
<p>Mas, antes de tudo, é preciso reconhecer que o problema é real. E não basta admitir que as dívidas existem e que a situação fugiu ao controle – o que já é muito difícil para a maioria das pessoas. É preciso calcular o nível de endividamento.</p>
<p>“É comum que o endividado sinta vergonha de sua própria realidade e prefira empurrar o problema com a barriga até o limite. E, quando resolve calcular o tamanho da dívida, acaba tomando um susto, porque em geral ela é muito maior que o estimado inicialmente”, afirma o especialista em finanças pessoais, Erasmo Vieira. Ele conta que, uma vez, acompanhou o caso de um executivo que pensava dever R$ 200 mil. “Quando levantamos o valor real junto ao banco, descobrimos que ele devia R$ 430 mil”.</p>
<p>O agente de transporte e trânsito Marcelo de Andrade, 42 anos, sabe bem o que é isso. Casado e pai de um casal de crianças, ele se assustou ao perceber que sua dívida real era o dobro da que calculava antes de contar com a ajuda de um especialista em finanças pessoais. Andrade conta que só conseguiu admitir o problema graças ao apoio de um amigo que lhe emprestava dinheiro com freqüência.</p>
<p>“Usava o dinheiro dele para pagar minhas dívidas e depois pedia empréstimos no banco para devolver a quantia que devia a ele. Por muito tempo, vivi nesse ciclo vicioso, até o dia em que ele deu um basta e me avisou que havia contratado um consultor para me ensinar a equilibrar minhas finanças”, afirma.</p>
<p><strong>Apoio da família é fundamental</strong></p>
<p>Passado o constrangimento inicial, Andrade cumpriu à risca os conselhos recebidos. O primeiro deles foi conquistar o apoio da família, o que segundo ele, não foi complicado. “Minha esposa trabalha e, em casa, sempre fomos muito transparentes em relação às nossas receitas e despesas. As crianças eram pequenas, mas aderiram sem traumas ao plano de rever a forma como gastávamos”, afirma.</p>
<p>Com o suporte de um especialista em finanças e o apoio de toda a família, Andrade deu início a um rígido controle de tudo que era gasto pela família. Em pouco mais de 30 dias, ficou claro que as balas e chicletes compradas diariamente no caminho da escola das crianças, por exemplo, chegaram em um mês a impensáveis R$ 200, valor suficiente para quitar algumas despesas importantes da casa. Os jantares oferecidos aos amigos em casa também consumiam um valor mensal alto. “Comprava todos os ingredientes, o vinho, a sobremesa e arcava com o jantar sozinho. Hoje, ainda recebo os amigos, mas divido as despesas”, conta.</p>
<p>Nessa fase de controle do orçamento doméstico, explicam os consultores, é fundamental anotar todas as despesas, sobretudo, os pequenos gastos do dia-a-dia que, somados, podem arruinar as finanças de uma família.</p>
<p>Quem enfrenta a necessidade de rever suas finanças pessoais, deve considerar ainda que ninguém faz dívidas de um dia para o outro. Por isso, é importante ter sempre um planejamento de médio prazo para as despesas mais pesadas. Ao invés de ceder ao impulso de comprar o bem imediatamente em várias parcelas, o consumidor deve se programar para uma compra à vista com desconto ou, ao menos, para uma aquisição com parcelas sem juros. Quanto mais fácil de comprar, alertam especialistas em economia doméstica, mais difícil de pagar.</p>
<p>Depois de cinco anos, Andrade quitou todas as suas dívidas e hoje mantém suas contas equilibradas. Tranquilo, ele diz ter aprendido a lição. Meu maior erro, diz, foi tentar manter um padrão de vida superior ao que eu podia bancar. “Hoje, gasto muito menos, mas tenho qualidade de vida e sou mais feliz”, afirma.<br />
<span style="font-size: xx-small;"><br />
Fonte: iG</span></p>
<p>Veja o <a href="http://maisativos.com.br/index.php?ac=leiamais&amp;ar=371"title="Estou endividado. E agora?" rel="nofollow"  target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>10 mandamentos do Consumidor Consciente</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Mar 2011 13:22:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Álvaro Modernell</dc:creator>
				<category><![CDATA[Álvaro Modernell]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos de consumo]]></category>

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		<description><![CDATA[Consumo consciente e responsável são temas muito presentes nos dias atuais. Mas a abrangência dessas atitudes deve ir além de preocupação ambiental. O próprio conceito de socioambiental deve ser encarado também pelos aspectos humanos e econômicos dos próprios indivíduos. E isso é tão bacana que gera um ciclo positivo. Cuidar bem da natureza pode também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Consumo consciente e  responsável são temas muito presentes nos dias atuais. Mas a abrangência  dessas atitudes deve ir além de preocupação ambiental. O próprio  conceito de socioambiental deve ser encarado também pelos aspectos  humanos e econômicos dos próprios indivíduos.</span></p>
<p>E isso é tão  bacana que gera um ciclo positivo. Cuidar bem da natureza pode também  fazer bem ao bolso. Se faz bem ao bolso, ajuda a sensibilizar mais  gente. Em outras palavras, seja pela natureza, seja pela preocupação  social ou por respeito ao próprio bolso, torne-se a cada dia um cidadão  mais responsável. Torne-se um consumidor consciente. Todos ganham,  principalmente você.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>10 mandamentos do Consumidor Consciente</strong></span></p>
<p>1 – Não gastes mais do que ganhas.<br />
2 – Saiba quanto gastas.<br />
3 – Exija comprovante fiscal.<br />
4 – Conheças (e exijas) teus direitos.<br />
5 – Controle seu orçamento.<br />
6 – Não compres por impulso.<br />
7-  Compres sempre à vista<br />
8 – Controles a validade e a qualidade dos produtos.<br />
9 – Seja responsável com a natureza e o planeta.<br />
10 – Seja responsável com a sociedade.</p>
<p><strong>1 – Não gastes mais do que ganhas.</strong></p>
<p>Consumo  consciente e responsável começa pelo respeito ao próprio bolso. O  limite dos gastos deve ser o da própria renda. Não consegue ganhar mais?  Então tem que gastar menos.</p>
<p><strong>2 – Saiba quanto gastas.</strong></p>
<p>Quem  não sabe quanto gasta, sempre gasta mais do que pode. Faça anotações.  Controle suas despesas, durante algum período, inclusive as pequenas.</p>
<p><strong>3 – Exija comprovante fiscal.</strong></p>
<p>É  mais do que um simples pedaço de papel. Você assegura seus direitos em  caso de reclamação, ajuda a combater a sonegação, a gerar empregos,  impostos, além de facilitar o controle das suas próprias contas.</p>
<p><strong>4 – Conheças (e exija) teus direitos.</strong></p>
<p>Leia  o Código de Defesa do Consumidor pelos menos uma vez. Nota fiscal,  termo de garantia, cumprimento de prazos, controle de validade, selos de  certificação, boa qualidade, bom atendimento são itens pelos quais você  paga. Exija isso.</p>
<p><strong>5 – Controle seu orçamento.</strong></p>
<p>Primeiro,  faça um orçamento. Pode ser simples. Inclua todas as receitas e  despesas previstas. Depois, faça anotações, controles e compare os  valores orçados com os realizados. Vá ajustando com o passar do tempo.  Este item merece orientação e acompanhamento contínuo. Mas vale à pena!</p>
<p><strong>6 – Não compres por impulso.</strong></p>
<p>Planejamento  e autocontrole são palavras chaves. Para o mercado, faça lista de  compras. Quando comprar vestuário, compre o que precisa, não o que os  vendedores disserem que fica bem em você. Pensou em comprar? Dê mais uma  caminhada. Pesquise. Compare. Negocie. Valorize o seu dinheiro. Ficou  em dúvida? Não compre.</p>
<p><strong>7- Compres sempre à vista.</strong></p>
<p>Há  muitas razões para isso. Melhores preços e condições, melhor  atendimento, mais prazer, força de negociação. Mas a principal razão é  outra: quem compra à vista não se endivida.</p>
<p><strong>8 – Controles a validade e a qualidade dos produtos.</strong></p>
<p>A  melhor maneira de preservar o dinheiro é não desperdiçar. Boas compras  ajudam a preservar seu dinheiro. Quer comprar? Alguém quer vender. Use  seu poder de consumidor. Exija qualidade.</p>
<p><strong>9 – Seja responsável com a natureza e com o planeta.</strong></p>
<p>Valorize  produtos de fornecedores certificados, de baixo consumo, feitos com  material reciclado ou reciclável. Ao descartar produtos seja seletivo,  especialmente com pilhas, baterias e similares. Aproveite os descontos  oferecidos nos estabelecimentos para desestimular o uso de sacolas  plásticas. Faça a sua parte. Seu bolso também agradece.</p>
<p><strong>10 – Seja responsável com a sociedade.</strong></p>
<p>Na  hora de escolher um produto ou fornecedor, lembre-se que por trás das  falsificações, da informalidade, dos produtos de origem desconhecida, da  pirataria, pode haver, crimes, trabalho escravo, desemprego,  desrespeito à natureza e à dignidade humana. Consumidor responsável  estimula e prestigia o comércio e a indústria responsáveis.</p>
<p>Veja o <a href="http://maisativos.com.br/index.php?ac=leiamais&amp;ar=363"title="10 mandamentos do Consumidor Consciente" rel="nofollow"  target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Marketing de consumo x educação financeira</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Mar 2011 13:51:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Álvaro Modernell</dc:creator>
				<category><![CDATA[Álvaro Modernell]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[O comercial da TV começa e sua criança não tira os olhos da telinha. Em alguns minutos a mensagem está gravada na cabecinha dela. E ela não demora muito para dizer aquela famosa frase: &#8220;Eu quero!&#8221;O valor do produto ou a real necessidade não importa. Ela só não quer ficar fora do mercado. Como os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O comercial da TV começa e sua criança não tira os olhos da telinha. Em alguns minutos a mensagem está gravada na cabecinha dela. E ela não demora muito para dizer aquela famosa frase: &#8220;Eu quero!&#8221;O valor do produto ou a real necessidade não importa. Ela só não quer ficar fora do mercado. Como os pequenos são presas fáceis, as empresas não perdem tempo. Apostam em publicidades voltadas para eles e ajudam a engrossar a lista de pedidos da criançada. &#8220;A tecnologia de marketing é muito forte. Essa realidade vai ficar ainda pior com a evolução dos meios de comunicação. A solução é ensinar a criança a conviver com a publicidade&#8221;, explica o consultor financeiro e autor de livros de educação infantil Álvaro Modernell.</p>
<p><span style="font-family: verdana,geneva; font-size: x-small;">Nessa lição, ele diz, os pais devem   transformar o filho numa pessoa independente, capaz de tomar decisão e  de  entender o poder aquisitivo da família. &#8220;É importante colocar a  criança numa  posição de fazer escolhas e de compreender que um produto é  um bem durável e que  outro é descartável&#8221;, completa.</p>
<p>O  consultor financeiro Ricardo Pereira,  do site Dinheirama  (www.dinheirama.com), afirma que para evitar o consumismo  desenfreado  das crianças o jeito é apelar para a educação. &#8220;A pessoa aprende a   importância do controle financeiro muito mais fácil na infância. E isso  fica  para o resto da vida. Os pais devem dar o exemplo e incluir os  filhos na  elaboração do orçamento doméstico. Desde cedo é bom dar  lições financeiras e até  levar a criança no supermercado para fazer  compras&#8221;, diz.</p>
<p><strong>Ensino nas  escolas</p>
<p></strong>Para  ajudar os pais, escolas públicas e particulares já  oferecem educação  financeira nas salas de aula. &#8220;Elas aprendem sobre a  sustentabilidade.  Também falamos da importância de não consumir sem necessidade  e  compartilhar o que tem. Algumas crianças, aprendem, por exemplo, a  vender seus  livros, a fazer compras nos supermercados&#8221;, diz a  supervisora educacional da  Crescer PHD, Regina Malta.</p>
<p></span> <span style="font-family: verdana,geneva; font-size: x-small;"><strong>Saída é ter equilíbrio entre gastar e  poupar</strong></p>
<p>Um  equilíbrio saudável entre gastar e guardar. A mesada serve  exatamente  para isso: para colocar limites. Mas cuidado com os extremos: criança   consumista e criança pão-dura. Nenhuma das duas situações são boas.</p>
<p>Segundo  Ricardo Pereira, a família deve ensinar a criança a fazer um  consumo  consciente. &#8220;Em alguns casos, para aguçar a responsabilidade, os país   podem fazer com que a criança pague a mensalidade da escola. No caso da  mesada,  os pais só não podem ser radicais, impedindo a criança de  gastar totalmente. Até  porque quando ela for adulta terá gastos e ela  precisa aprender a lidar com  isso.</p>
<p>Álvaro Modernell explica que  com a mesada a criança passa a  entender que não pode comprar tudo: &#8220;Ela  terá que escolher, por exemplo, entre o  sorvete ou um doce&#8221;. Os pais  devem explicar que as pessoas não podem gastar tudo  que ganham e que é  preciso poupar para atingir alguns objetivos, como viajar,  comprar um  presente. Outro detalhe é incentivar a regularidade desse economia. O   importante não é o quanto será poupado e sim quantas vezes seu filho  guardará o  dinheiro.</p>
<p><strong>Crie bem seu filho</strong></p>
<p>Contato com dinheiro. Quando  sua criança já tiver três anos, coloque-a em contato com o  dinheiro.</p>
<p>Separe  um dinheiro. Separe um valor para gastar com seu filho  no  supermercado. Diga para ele, por exemplo, que ele tem R$ 5 para fazer  suas  comprinhas. Assim, ele terá noção dos preços dos produtos e fará  escolhas.</p>
<p>Mesada. Aos sete anos passe a dar mesada para seu  filho. Diga para a  criança que com esse dinheiro ela terá que custear  uma parte dos seus gastos.</p>
<p>Poupança. Se seu filho ganha mesada,  incentive-o a poupar uma parte do  dinheiro para atingir um objetivo,  como viajar e comprar um brinquedo.</p>
<p>Mensalidade escolar. Quando  seu filho estiver um pouco maior, mostre  para ele os gastos que tem  com sua educação. Separe o dinheiro e comece a passar  para a criança a  responsabilidade de pagar a sua escola.</p>
<p>Não compense. Se  você vê  sua criança pouco tempo por causa do trabalho, não tente compensar a   distância com presentes. A criança passa a fazer disso um jogo e os pais  ficam  refém.</p>
<p>Poder aquisitivo. Deixe claro para seu filho o  poder aquisitivo da  família. Assim ele vai compreender melhor a  realidade financeira e que algumas  compras não são necessárias.</p>
<p>Consumo  responsável. Estimule seu filho a  consumir de modo responsável. Ele  vai entender que não poderá comprar ao mesmo  tempo a bala e um sorvete.  Ele fará escolhas. Essas lição é para o resto da  vida.</p>
<p>Jogos  educativos. Dê a seu filho jogos que ensinam a controlar as  finanças e a  investir também. Uma boa opção continua a ser o Banco  Imobiliário.<br />
<strong><br />
Lara poupa sua mesada para ir para a  Disney</strong></p>
<p>Lara  Abreu Assef só tem nove anos, mas já tem &#8220;bastante&#8221;  experiência em  lidar com o dinheiro. Ela desde o ano passado começou a organizar   melhor a sua mesada. Neste ano, o plano é juntar uma boa grana para  gastar numa  tão esperada viagem para a Disney. &#8220;Eu só compro as coisas  que realmente  preciso. Eu comecei a entender que se gastar tudo que eu  ganho de mesada não vou  ter no futuro para comprar algo para mim. A  gente precisa economizar para o  futuro. Às vezes compramos  um monte de  coisa sem necessidade e desperdiçamos&#8221;,  afirma a estudante. Toda essa  organização Lara aprendeu com a família e na  escola. &#8220;A gente sempre  tem a preocupação em ensinar o consumo responsável para  os filhos. Lara  se tornou tão consciente que até chama a atenção da gente quando  ela  percebe que um gasto não é importante&#8221;, explica a mãe da garotinha, a   servidora pública Kamilla Coutinho Abreu. Para a viagem que Lara vai  fazer, os  país a incentivaram guardar o dinheiro. &#8220;Ela sempre colocou  uma parte do  dinheiro que recebe da gente no cofrinho. Ela agora vai  usar esse dinheiro para  fazer as compras nos nossos passeios. Por isso,  acho importante a família sempre  incentivar a criança a se controlar.  Educação financeira é algo muito importante  para o desenvolvimento  infantil&#8221;, afirma Kamilla.</p>
<p>Fonte: Jornal A Gazeta, por Mikaella Campos</span><br />
Veja o <a href="http://maisativos.com.br/index.php?ac=leiamais&amp;ar=362"title="Marketing de consumo x educação financeira" rel="nofollow"  target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>Meu salário acaba rapidinho&#8230; de volta ao cheque especial</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Mar 2011 20:02:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Álvaro Modernell</dc:creator>
				<category><![CDATA[Álvaro Modernell]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu salário acaba rapidinho e logo estou no cheque especial novamente. O que posso fazer para mudar a minha situação? É uma pergunta que ouvimos com frequência. Uma situação conhecida por boa parte dos brasileiros assalariados. Bom esclarecer que não há nada de errado com o cheque especial, se usado da forma correta. Mas deve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu salário acaba rapidinho e logo estou no cheque especial novamente. O que posso fazer para mudar a minha situação?</p>
<p>É uma pergunta que ouvimos com frequência. Uma situação conhecida por boa parte dos brasileiros assalariados.</p>
<p>Bom   esclarecer que não há nada de errado com o cheque especial, se usado  da  forma correta. Mas deve ser utilizados somente em momentos de   emergência, em condições especiais, momentâneas. Dessa forma, não   deveria fazer parte do orçamento do cidadão e sua família.</p>
<p>Ocorre   que, equivocadamente, algumas pessoas consideram o limite do cheque   especial como parte do orçamento, sem avaliar as consequências dessa   prática. Devemos ter em mente que, se o orçamento está “fechando no   vermelho” ou seja, o salário está acabando logo depois que creditado na   conta, algum problema estrutural está ocorrendo. E precisa ser   corrigido.</p>
<p>Se   as despesas estão maiores do que as receitas, a solução não virá de um   crédito do “pontual”, a exemplo do cheque especial. Essa prática   equivocada pode criar um efeito contrário, tipo “bola de neve”, ou seja,   gerando juros que, com o passar do tempo, piora o desequilíbrio do   orçamento, pois cria mais uma despesa (os juros).  A solução deve ser do   estrutural, uma reestruturação ampla.</p>
<p>A   reestruturação passa pela construção de uma planilha de receitas e   despesas (e de bens), em que os principais eventos financeiros devem ser   destacados. Certamente que, ao construir tal planilha, uma reflexão   surgirá e as alternativas de soluções aparecerão. Será preciso atitude   para implementá-las. Apenas diagnosticar o problema não vai resolver a   situação.</p>
<p>Talvez   exista algumas inadequações que podem ser corrigidas. Um bem ou  serviço  que esteja financiado e possa ser eliminado, racionalizado ou   postergado, como por exemplo um automóvel de luxo que poderia ser   substituído por outro de menor valor, que não precise ser financiado.   Calma, é só um exemplo, eu não tenho nada contra os automóveis de luxo!   Mas é preciso manter o orçamento equilibrado.</p>
<p>Uma   boa premissa é que os bens, assim como os serviços que utilizamos,   devem proporcionar conforto, mas, acima de tudo, precisam trazer   tranqüilidade e felicidade e não preocupações e perturbações. Nenhum   bem, por mais prazeres que possa gerar,  é capaz de compensar   perturbações no nosso sono causadas por dívidas e problemas financeiros.</p>
<p>por Renato Borges</p>
<p>Veja o <a href="http://maisativos.com.br/index.php?ac=leiamais&amp;ar=317"title="Meu salário acaba rapidinho... de volta ao cheque especial" rel="nofollow"  target="_blank" class="extlink">artigo original no site do autor</a></p>
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		<title>10 razões para sair da poupança</title>
		<link>http://financaspessoais.blog.br/financas-pessoais/artigos/alvaro-modernell/2011/02/22/10-razoes-para-sair-da-poupanca/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 19:11:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Álvaro Modernell</dc:creator>
				<category><![CDATA[Álvaro Modernell]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[poupança]]></category>

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		<description><![CDATA[Diversificar os investimentos, aproveitar outras opções mais rentáveis disponíveis na renda fixa e até mesmo se aventurar pelo mercado de renda variável. Motivos não faltam para você criar coragem e sair da caderneta de poupança este ano, ou pelo menos, alocar parte do dinheiro em outros investimentos. Segundo o educador financeiro Álvaro Modernell, sócio-diretor da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="textoartigo">
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Diversificar os  investimentos, aproveitar outras opções mais rentáveis disponíveis na  renda fixa e até mesmo se aventurar pelo mercado de renda variável.  Motivos não faltam para você criar coragem e sair da caderneta de  poupança este ano, ou pelo menos, alocar parte do dinheiro em outros  investimentos.</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Segundo o educador financeiro <strong>Álvaro Modernell,</strong> sócio-diretor da <a href="http://www.edufinanceira.com.br/www.maisativos.com.br" class="extlink">Mais Ativos</a> , apesar da caderneta de poupança continuar sendo uma opção a ser  considerada por grande parte da população, devido à sua “simplicidade,  segurança, tradição e liquidez”, a baixa rentabilidade é um dos  principais motivos para reduzir a participação da poupança na cesta de  investimentos.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Assim,  Modernell ainda defende a permanência de uma parte dos recursos na  poupança, mas listou 10 motivos que podem motivar a migração de uma  parcela do seu dinheiro para outros investimentos:<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"><strong>1. Baixa rentabilidade</strong><br />
Segundo  o educador, opções como o Tesouro Direto podem oferecer rentabilidade  superior à poupança, mas “com segurança e liquidez compatíveis”.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"><strong>2. Maior maturidade para o mercado de ações</strong><br />
Para  Modernell, muitos brasileiros já têm mais consciência sobre os riscos e  potenciais do mercado de ações e deveriam incluir essa opção nas suas  cestas de investimento.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"><strong>3. Necessidade de diversificação</strong><br />
Segundo  o o especialista, em qualquer situação vale a pena diversificar,  mantendo uma parte reduzida na poupança, mas avaliando outras  alternativas mais rentáveis.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"><strong>4. Queda dos patamares de juros internos</strong><br />
Modernell  lembra que há alguns anos, diferenças de 2% ou 3% no rendimento anual  entre um tipo de investimento e outro não eram tão significativas.  Atualmente, podem representar 20% ou 30%, até mais, em números  relativos.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"><strong>5. Boas perspectivas econômicas</strong><br />
As  perspectivas econômicas e políticas do Brasil indicam um longo período  de relativa estabilidade e crescimento. &#8220;Com riscos macroeconômicos  menores, o investidor não precisa ser tão conservador&#8221;, diz.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"><strong>6. Solidez do SFN</strong><br />
De  acordo com o profissional, a solidez do SFN (Sistema Financeiro  Nacional) indica que o investidor pode acreditar e investir em outros  produtos, &#8220;evitando sempre os mais exóticos ou poucos tradicionais&#8221;,  afirma.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"><strong>7. Aportes na previdência</strong><br />
A  necessidade de aportes e incremento na previdência privada visando o  futuro pessoal/familiar, dado o aumento da longevidade da população.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"><strong>8. Mais educação financeira</strong><br />
Segundo  o especialista, a melhoria dos índices de educação financeira da  população faz com que outros investimentos possam ser analisados como  alternativa à caderneta de poupança. &#8220;Essas parcelas privilegiadas já  perceberam as limitações de rentabilidade da poupança&#8221;, diz.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"><strong>9. Queda do poder aquisitivo da poupança</strong><br />
Para  Modernell, os riscos de aumento da inflação, mesmo que ainda em  patamares “civilizados”, estão descolando os índices que acompanham a  inflação dos produtos e serviços da TR, o índice que corrige a poupança,  fazendo com que os recursos que permanecem na poupança percam poder  aquisitivo.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"><strong>10. Estímulos fiscais</strong><br />
As  melhorias e os estímulos fiscais que vêm sendo oferecidos à população  para que façam aplicações de médio e longo prazo e, em contrapartida,  obtenham redução nas alíquotas de impostos a pagar.</span></p>
<p>Matéria publicada no portal <a href="http://www.edufinanceira.com.br/www.infomoney.com.br" class="extlink">Infomoney</a> , em 18/02/2010, a partir de entrevista com Álvaro Modernell.</p>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Nove passos para ser uma pessoa mais rica na vida material e pessoal</title>
		<link>http://financaspessoais.blog.br/financas-pessoais/artigos/alvaro-modernell/2010/12/17/nove-passos-para-ser-uma-pessoa-mais-rica-na-vida-material-e-pessoal/</link>
		<comments>http://financaspessoais.blog.br/financas-pessoais/artigos/alvaro-modernell/2010/12/17/nove-passos-para-ser-uma-pessoa-mais-rica-na-vida-material-e-pessoal/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Dec 2010 13:02:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Álvaro Modernell</dc:creator>
				<category><![CDATA[Álvaro Modernell]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento financeiro pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a chegada do fim de ano, é normal pensar em nossas atitudes, analisar o que alcançamos e o que pretendemos conquistar. Muitas pessoas fazem listas de desejos, que ficam guardadas na gaveta &#8211; algumas se realizam, outras não. Mas a pergunta que não quer calar é: o que é preciso para ser uma pessoa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="textoartigo">
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Com a chegada do  fim de ano, é normal pensar em nossas atitudes, analisar o que  alcançamos e o que pretendemos conquistar. Muitas pessoas fazem listas  de desejos, que ficam guardadas na gaveta &#8211; algumas se realizam, outras  não. Mas a pergunta que não quer calar é: o que é preciso para ser uma  pessoa rica em todos os sentidos?<br />
Em busca de uma resposta, ouvimos  especialistas e resgatamos histórias para que você tire a sua conclusão.  O resultado pode ser uma virada de ano mais otimista e, acima de tudo,  próspera em todas as áreas.</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"><strong>Prosperidade</strong><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Um  diagnóstico negativo da vida financeira pode afetar todo o resto,  inclusive, o relacionamento no trabalho e na vida pessoal. “Descobri que  um deslize podia acabar com minha saúde financeira e física, inclusive  quando tive depressão por ter o nome incluído na lista do Serviço de  Proteção ao Crédito. Não dormi enquanto não resolvi o problema e, hoje,  sigo passos que não seguia antes, como anotar gastos para me controlar”,  diz M.G., secretária paulistana, 42 anos.</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">O  educador financeiro Álvaro Modernell tem visão particular sobre a  capacidade de se tornar rico: “Embora eu não acredite que seja possível  ficar rico apenas fazendo economia e trabalhando bastante, acho  praticamente impossível ficar rico sem fazer isso. Economia, trabalho e  capacitação são básicos nesse propósito”, diz o especialista. Álvaro  declara que em poucos anos é muito difícil uma pessoa enriquecer e,  mesmo quando isso ocorra, trata-se de casos muito raros. “Mas é possível  ficar mais rico a cada ano. Isso é o mais importante. O trabalho  enobrece, sem dúvidas, e pode proporcionar boas condições de vida, mas  dificilmente alguém fica rico apenas com a força do seu trabalho. É uma  somatória de atitudes: empreender, inovar, criar, mobilizar recursos,  investir com sabedoria”.</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Quais  são, portanto, os passos para sair do vermelho na vida financeira e  começar o caminho para uma vida mais próspera? Anote e faça:</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">- gastar menos do que ganha;<br />
- cortar as despesas;<br />
- buscar novas fontes de renda;<br />
- organizar o orçamento;<br />
- renegociar as dívidas;<br />
- buscar educação financeira;<br />
- começar já;<br />
- não esperar pelos outros, nem por milagres.</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Para focar ainda mais, o educador financeiro enumera quatro passos simples para alguém que quer ficar rico:<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Não  tenha pressa. Quando a pressa é exagerada a pessoa acaba assumindo  riscos muito grandes e, na maioria das vezes, o resultado não é o  esperado. Isso deve ser uma meta de longo prazo.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Invista  em planejamento. Para toda jornada que é longa, o mais importante é  planejar. Dar importância ao planejamento, à capacitação e à organização  das metas é fundamental.<br />
Pondere valores. Dinheiro é importante, é claro, mas não é o mais importante na vida. </span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Algumas  pessoas entram numa corrida desenfreada atrás de riquezas e se esquecem  dos amigos, da família, da ética, de respeitar os outros.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Seja  equilibrado. Não é porque você tem um foco que vai viver 100% nele e se  esquecer do resto. Algumas pessoas ficam tão gananciosas ou ávidas por  sucesso que deixam até de cuidar da saúde. “Essas pessoas podem até  ficar ricas, mas não ficam prósperas, o que, na minha visão, é muito  mais importante do que ficar apenas rico”, ensina Modernell. </span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Afinal,  ser rico é acumular dinheiro e bens de valor, enquanto ser próspero é  progredir, desenvolver-se, ser bem-sucedido e ter êxito naquilo que faz.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"><strong>Riqueza emocional</strong><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Segundo  Roberto Shinyashiki, palestrante e autor de diversos livros sobre  sucesso pessoal e profissional, uma atitude é essencial para conseguir  chegar ao topo de qualquer área: “Devemos nos amar independentemente dos  resultados que estamos conseguindo e acima de tudo”.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">A  valorização é construída com suor, muito estudo, planejamento e  estratégia. Com essa receita, é possível ser rico em todos os sentidos,  diz Roberto Shinyashiki, escritor e palestrante.</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Sim,  a autoestima elevada e uma conduta positiva no dia a dia podem fazer a  diferença. Na opinião do renomado especialista, ser uma pessoa rica é  “saber agradecer o aprendizado das dificuldades e celebrar as vitórias”.  Para ele, o equilíbrio emocional vem com uma abordagem muito simples: a  de celebrar a vida. “Só conquistam o sucesso pessoas que são  apaixonadas por viver e vivem apaixonadas pela vida”. Sem contar que  gostar do que faz ajuda muito nessa caminhada.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Shinyashiki ensina cinco passos para alcançar a riqueza:<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Tenha objetivos claros. Não adianta traçar focos que nunca serão atingidos ou impossíveis. </span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Quanto mais você tiver clareza no seu plano de ação, mais fácil será colocá-lo em prática;<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Defina  uma estratégia. Nada de deixar tudo para depois ou a cargo do destino.  Existe um empreendedor em cada pessoa, que deve colocar no papel uma  estratégia para alcançarcada objetivo almejado;<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Ajude  e tenha vontade de ajudar ao próximo. Realizar atividades sociais  beneficia não só a quem você ajuda, mas a si também. O sentimento de  realização ao ser solidário não tem preço;<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Desenvolva  a capacidade de perdoar, principalmente a si mesmo. Não adianta ser  radical demais com as pessoas nem extremamente perfeccionista com você  mesmo. Todos podem e têm o direito de errar para tomar como lição esse  aprendizado;<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Tenha  prazer em rezar. Sim, ter fé é um dos poderes mais belos e grandiosos  da humanidade. Profetizar palavras de otimismo, verbalizar o que você  quer durante a oração e orar são atitudes saudáveis para uma vida rica.</span></p>
<p>Por RENATA RODE, em colaboração para o UOL, em 14/12/2010.</p>
</div>
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		<title>Quem paga o 13º do autônomo?</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Dec 2010 12:04:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Álvaro Modernell</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste período do ano muito se ouve falar sobre o 13º. Um salário que seria como que um prêmio pago aos funcionários que têm carteira assinada, e que vem em boa hora: proximidade das férias, presentes de Natal, impostos e outros tributos a serem pagos no início do próximo ano. E o autônomo, como faz? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste  período do ano muito se ouve falar sobre o 13º. Um salário que seria  como que um prêmio pago aos funcionários que têm carteira assinada, e  que vem em boa hora: proximidade das férias, presentes de Natal,  impostos e outros tributos a serem pagos no início do próximo ano.</p>
<p>E o autônomo, como faz? Ele também vive todas as situações que os assalariados vivem.</p>
<p>E quem paga um 13º a ele? Resposta muitas vezes difícil de engolir e até mesmo não pensada: <strong><em>ele mesmo</em>!</strong></p>
<p>Ouço  muitos autônomos se queixando de não terem este benefício, até  invejando quem o tem. Mas é bem importante que as pessoas se  apropriem  das escolhas que fazem ao longo da vida, e se uma delas foi trabalhar  sem carteira assinada, programar o próprio 13º para encarar com  tranquilidade um período de muitos gastos e poucas entradas. Geralmente  os autônomos também recebem menos nesta época por saírem de férias, e  quem haveria de lhes dar salário?!</p>
<p>Para  esta categoria, o 13º deve começar a tomar forma ainda em janeiro do  mesmo ano. Um aporte de 8% dos rendimentos mensais, por exemplo, deveria  ser separado, guardado e &#8220;esquecido&#8221; até chegar ao final daquele ano. E  esta economia mensal é que vai &#8220;salvar&#8221; o indivíduo no final do ano,  quando os gastos são maiores.</p>
<p>Neste caso, Planejamento, Organização e Persistência são as palavras de ordem.</p>
<p>A  questão psicológica que permeia a capacidade de planejamento e  postergação dos desejos deve estar presente para que um autônomo  &#8220;aguente&#8221; guardar todos os meses uma parcela dos seus rendimentos  visando uma tranquilidade futura, neste caso, férias e final de ano.</p>
<p>Esta capacidade pode ser formada desde o início da vida, quando ainda somos crianças. Eu digo<em> pode ser</em> pois isso não é condição intrínseca do ser humano, algo que acontece  por acaso. Para isso, quem cuida da criança deve ir treinando a  postergação e tolerância à frustração nas mais diversas situações do  quotidiano. Esperar para almoçar, esperar para ganhar o brinquedo, ir  para a escola, escovar os dentes, ir dormir no horário, cuidar dos  brinquedos, obedecer aos pais, esperar a sua vez.</p>
<p>No tocante  à questão financeira, introduzir paulatinamente a criança no mundo do  dinheiro, apresentando-o de forma que compreenda o que é, para que  serve, como se gasta e em quê, já a prepara para a mesada, que pode vir  logo adiante e ser um ótimo treino para saber lidar com um salário na  vida adulta. Ou para ser autônomo e saber formar para si um 13º ao longo  do ano e usufruir com tranquilidade os meses de maiores gastos.</p>
<p>Marisa Gabbardo, Psicóloga, colaboradoda da Mais Ativos Educação Financeira</p>
<p>Veja <a href="http://www.edufinanceira.com.br/index.php?ac=leiamais&amp;ar=334" class="extlink">o artigo original no site do autor</a></p>
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